9 Dicas para economizar energia no inverno e controlar gastos.

Economizar energiaA economia de energia elétrica é importante para todos. Não salva só nosso bolso mas também ajuda a manter o meio ambiente. Falta pouco para a chegada da estação mais gelada do ano, mas, porque a conta de luz costuma aumentar durante o inverno?

Muita gente já começou a tirar as mantas e os cobertores do baú para aquecer o lar, mas para outros, a melhor alternativa para espantar o frio é com o uso de aquecedores e lareiras elétricas e o tempo no banho quente também costuma ficar maior.

Economizar energia elétrica pode parecer difícil de conseguir no inverno, mas você não precisa se privar do conforto que a energia oferece, basta utilizá-la de uma maneira responsável e evitar o desperdício.

Para ajudar o consumidor a fugir do gasto descontrolado, basta adotar alguns hábitos de consumo. Veja algumas dicas abaixo:

1 – Desligue os equipamentos elétricos da tomada quando não estiverem sendo utilizados.
2 – Tente utilizar o aquecedor o menos possível. Só até amenizar a temperatura do ambiente, e desligue-o.
3 – Fique menos tempo no banho e opte por temperaturas não tão elevadas. Dê preferência a banhos mornos, ao invés de quentes.
4 – Substitua as lâmpadas incandescentes por fluorescentes. Segundo estudos feitos, elas duram 10x e chegam a economizar até 75% de energia.
5 – Durante o dia, utilize ao máximo a iluminação natural da casa.
6 – Utilize cores claras na pintura das paredes internas e do teto. Ambientes com cores claras precisam de menos energia elétrica para iluminá-los.
7 – Utiliza ar-condicionado com a função de aquecedor? É importante manter sempre o filtro do ar-condicionado limpo. A sujeira dificulta o funcionamento e a passagem de ar pelo aparelho, provocando um aumento no consumo.
8 – Mantenha o ar-condicionado desligado quando o ambiente estiver vazio, e mantenha as portas e janelas fechadas durante a utilização do mesmo.
9 – Utilize sempre roupas quentes quando estiver em casa.

Saiba como afastar os vilões da saúde de sua casa

A saúde vai bem? Se a resposta para essa pergunta for negativa, saiba que alguns causadores de doenças, como alergias, rinites e inflamações, podem estar escondidos dentro da sua casa.

Para o arquiteto Anderson Schmidt, os vilões mais conhecidos são o mofo e a poeira. “O mofo surge de infiltrações causadas pela falta de impermeabilização ou por impermeabilização mal feita, mas pode ser também algum pequeno e contínuo vazamento que existe há muito tempo e gera bolor e mofo nas paredes, piso e teto”, explica.

Também há a possibilidade de existir má ventilação e iluminação ou os próprios moradores podem não ter o hábito de abrir as janelas e cortinas para que a luz entre e o ambiente seja arejado naturalmente.

“Normalmente, as pessoas que têm alergia a poeira evitam ter almofadas, cortinas, persianas e tapetes”, comenta Schmidt.  Mas ele lembra que hoje há materiais no mercado que são antialérgicos, como os tapetes e tecidos. São materiais sintéticos, mas com a mesma textura dos naturais (algodão, seda e outros). Eles permitem que a decoração fique mais próxima do que o morador deseja, mas sem o medo de a alergia atacar.

Outros pontos podem acumular poeira, como cantos de móveis muito difíceis de limpar e mobiliário com muitas dobras e entalhes. “Manter a limpeza constante e bem feita e utilizar materiais antialérgicos ajudam a evitar as doenças e alergias”, avisa.

Alergias que surgem em casa

Ligia Pierrot, infectologista do Delboni Medicina Diagnóstica, reforça que alguns itens de casa acumulam muito facilmente importantes alérgenos de poeira domiciliar, como tapetes, cortinas, almofadas, travesseiros e estofados em geral. Também acumulam poeira os livros, revistas, brinquedos de pelúcia, enfeites e quadros.

Outras fontes de alergias são os ácaros, baratas, fumaça de cigarro, poluentes, cheiro de tinta e fungos. A presença de animais dentro de casa, como cães e gatos, pode piorar a situação.

“Quando indivíduos alérgicos entram em contato com esses agentes a alergia se manifesta. As mais comuns são as respiratórias, como a asma, rinite, bronquite e sinusite. Também podem ocorrer as alergias com manifestações dermatológicas, como urticária e exantema.”

Prevenção

Ambientes limpos e bem ventilados ajudam muito a reduzir a exposição a esses alérgenos ambientais. Deixar o ambiente arejado e garantir a umidade relativa do ar acima de 50% é importante para manter longe os poluentes, vírus e bactérias.

A manutenção da casa ensolarada, bem como do chão e mobília sempre limpos, é fundamental. Além disso, é importante evitar o uso de tapetes e cortinas (podem ser substituídas por persianas) quando há pessoas alérgicas na casa. Evite também fumar dentro de casa e usar estofados cobertos com tecido.

O cuidado com o ambiente para reduzir a exposição aos alérgenos domiciliares é importante para a prevenção e controle da asma, por exemplo. Estudos demonstram que a exposição a níveis elevados de alérgenos domiciliares no primeiro ano de vida aumenta o risco de asma na infância.

“Crianças com histórico de alergia precisam de cuidado redobrado. Basta uma exposição aos alérgenos ambientais para que elas desenvolvam ou piorem os sintomas de alergia. Portanto, se houver uma criança alérgica em casa, é recomendado diminuir a exposição alergênica do ambiente”, enfatiza.

 

FONTE: Revista ZAP Imóveis.

Guia de economia de água para condomínios: Como evitar o desperdício.

economia de águaEm condomínios e prédios, muita água é desperdiçada. E isso é causado por diversos fatores que podem ser revertidos com algumas medidas simples. Vamos a elas:

1. O primeiro passo é a aplicação de uma campanha de conscientização. Distribua cartazes pelos murais, elevadores e envie cartas a cada apartamento. A ideia é diminuir o consumo e, para isso, é necessário que as pessoas entendam o sentido da campanha;

2. Proponha, dentro das reuniões de condomínio, a troca da conta de água de consumo coletivo pela de consumo individual. Essa é uma das causas que levam os moradores a serem pouco conscientes, já que não têm noção de quanto gastam mensalmente (pois a conta está inclusa nas despesas de condomínio). Sendo assim, o orçamento do prédio, caso hajam multas, não sairá do bolso de todos e a administração pode advertir quem estiver gastando muito.

Dentro das casas ou apartamentos: Após as medidas tomadas em conjunto, é necessário também estar atento ao gasto de água individual:

Se você tem o costume de utilizar máquina de Lava-louças e lava-roupas, é recomendado que o faça somente quando estiverem cheios, pois isso evita o desperdício. Águas de máquinas de lavar e do banho também podem ser reaproveitadas para limpar os terraços ou outras áreas externas do prédio. O uso do lava-louças no lugar da maneira tradicional de limpeza chega a economizar cerca de seis vezes a quantidade de água normalmente gasta.

Ao escovar os dentes, fazer a barba ou quando for ensaboar a louça, mantenha a torneira fechada. Ao escovar os dentes com ela aberta, você gasta cerca de 13,5 litros de água em apenas dois minutos. A forma de lavar a louça com materiais biodegradáveis e a organização da louça antes da limpeza também ajudam na economia. O banho pode ser tomado em cinco minutos e o registro deve ser fechado na hora de se ensaboar. Isso gera uma economia de até 30 mil litros no ano.

Adote dispositivos que ajudam na redução do consumo de água, como o arejador de torneiras, o restritor de vazão, bacias sanitárias VDR e válvulas automáticas para mictórios. Caso haja banheiros coletivos em áreas comuns do prédio ou codomínio, dê a ideia de utilizar esse tipo de equipamento.

Fora das casas ou apartamentos / área comuns:

Se no seu condomínio tem piscina, saiba que se perde 90% de sua água ao mês pela evaporação. Por isso, cubra-a com uma capa quando não estiver usando. Isso também evita o depósito de folhas e outros resíduos. Uma piscina limpa precisa de menos trocas de água. Revise sempre a bomba e o filtro, já que o mau funcionamento desses equipamentos aumenta o gasto d’água.

Continue realizando a limpeza da superfície por meio de peneiras próprias para isso. Aspire sujeiras do fundo da piscina, filtre a água por seis horas todos os dias e ajuste o pH, o cloro e a alcalinidade sempre que se tiver necessidade.

O gasto de muita água com as plantas é algo muito fácil de evitar. No inverno, por exemplo, é possível regá-las dia sim, dia não. Regar o gramado ou o jardim antes das 10 horas da manhã e depois das 7 horas da noite evita o excesso de evaporação. E sempre evite a mangueira. Com essas medidas, você pode economizar cerca de 96 litros de água diariamente só com as plantas.

Na hora de limpar quintal e carro, adote a vassoura como a melhor amiga da água. Para limpar a calçada, quintal, ou áreas comuns de prédios, não use a mangueira – ligada por 15 minutos, ela gasta 280 litros de água. O carro pode ser lavável por meio de um balde e um pano em vez da mangueira.

Por fim, se alguém disser que a água é barata, tenha em mente que o valor dela não pode ser precificado e que é um bem inestimável que está em risco.

FONTE: eCycle

5 perguntas mais comuns de quem quer comprar um imóvel em tempos de crise

Duvida02Adquirir um imóvel é um passo grande, especialmente em tempos de crise. Uma vez que demanda de uma grande quantia de dinheiro e é uma decisão que deve ser muito bem pensada. Por outro lado, é exatamente em épocas como essa que se pode conseguir as melhores negociações e encontrar oportunidades inimagináveis.

O Especialista em negociações Imobiliárias, Rogério Santos, responde as dúvidas mais recorrentes que assombram quem quer ou tomou a decisão de
comprar uma casa nova. Confira:

1 – É um bom negócio comprar um imóvel de estoque?
Durante muito tempo, comprar um imóvel na planta foi considerado melhor, por permitir o acompanhamento da obra. Mas hoje, sabe-se que um bom negócio é feito unindo vários pontos a serem observados, de preço a qualidade de materiais. “A vantagem do imóvel novo, mas pronto, é que
torna possível avaliar a qualidade real do empreendimento antes de realizar a compra”, afirma Santos. A desvantagem sempre existe, como não conseguir exatamente o andar desejado no edifício. Mas as vantagens podem ser muito maiores.

2 – Preciso de ajuda? Ou posso me aventurar sozinho na negociação?
Se você não tem desenvoltura para realizar uma boa negociação ou tem dificuldade de escolher as melhores opções, procure um especialista. Não faltam consultores na área que podem encontrar o imóvel certo e conseguir os melhores preços e condições. Procure sempre profissionais credenciados, para evitar maiores transtornos.

3 – Devo desconfiar de um imóvel muito barato?
A compra de um imóvel jamais deve ser feita se resta alguma dúvida sobre qualidade, procedência e documentação. Principalmente quando o assunto é imóvel em estoque, que normalmente já está com preço promocional, é difícil diminuir ainda mais os valores. Há um ponto de equilíbrio que precisa ser respeitado. Por isso, desconfie sim de um imóvel com preço muito abaixo do mercado e peça ajuda a quem entende.

4 – É melhor esperar o mercado “melhorar”?
A tendência é que haja uma equalização, um equilíbrio entre oferta e procura e, aí, os preços devem subir. “É um bom momento para comprar, desde que se tenha condições reais e que seja possível escolher o imóvel mais correto para a necessidade de cada um”, ressalta.

5 – Como ter certeza de que estou realizando um bom negócio?
O que chamamos de um bom negócio pode ser visto tanto pelo lado mercadológico, quanto pessoal, e há muitas variáveis envolvidas. “O importante é estar satisfeito com o resultado final, com a certeza de que escolheu certo, teve a ajuda necessária e garantiu um negócio dentro do esperado”, explica Rogério. “Tempos considerados difíceis podem ser os melhores, para quem tem visão e consegue encontrar as melhores oportunidades”.

No caso de precisar vender seu imóvel, mesmo depreciado, negocie um prazo para dar uma parcela maior no imóvel novo e, assim, ter tempo de se desfazer do atual sem perder muito. No geral, os incorporadores são maleáveis a este tipo de negociação.

FONTE: InfoMoney

Confira as mudanças das novas regras de financiamento da Caixa Econômica Federal

Financiamento Caixa2A Caixa Econômica Federal aumentou duas vezes neste ano os juros do financiamento imobiliário e reduziu o percentual de recursos da poupança que podem ser utilizados para comprar apartamentos usados (de uma máximo de 80% para um mínimo de 40%) e já tinha reduzido para novos (de 90% para 80%). Tais mudanças passaram a valer no dia 4 de Maio.

Entenda abaixo o que permanece e o que muda no banco que é o responsável pela maior parte dos financiamentos imobiliários do país.

- Muda alguma coisa no financiamento que eu já pago?

Não. Não muda muda. O que assinado foi, assinado está. É ruim quando os juros caem (e você está pagando mais do que os novos contratos). Mas é bom nesses momentos em que o custo do crédito está em alta. Não vai mudar quanto você paga de juros dentro do contrato que já está feito.

- O que muda então?

Os imóveis na faixa entre R$ 170 mil até R$ 650 mil em Florianópolis, no Rio Grande do Sul e na maior parte dos Estados, tiveram o total que pode ser financiado pela Caixa Econômica alterado. Nos municípios com população igual ou superior a 50 mil habitantes, o valor inicial é de R$ 115 mil até R$ 650 mil. Já para municípios com população igual ou superior a 250 mil habitantes, a faixa é de R$ 145 mil até R$ 650 mil. Em apartamentos novos, por exemplo, o percentual caiu de 90% para 80% — ou seja, quem quiser comprar vai ser obrigado a desembolsar mais para comprar. Mas a maior mudança foi em imóveis usados, que caíram de 80% e 70%, dependendo da linha de financiamento, para 50% e 40%. Na hora da compra, agora vai ter que já pagar a metade ou mais do valor total da casa ou do apartamento. Quem escolher comprar pelo programa Minha Casa Minha Vida ou com recursos do FGTS, não terá nenhuma alteração.

- Quem é afetado?

Duas “categorias” são os mais afetados pela mudança. Primeiro, quem comprou apartamentos na planta como investimento. Mesmo sem nunca ter usado o imóvel, assim que receber a chave da construtora ele será considerado usado. E deve ficar mais complicado vender com essas novas regras. A expectativa do mercado é que haja uma redução da procura, e uma queda nos preços para tentar compensar a demanda.
O segundo grupo de pessoas que será prejudicado é aquele formado por quem já firmou neste mês contratos de compra e venda em imobiliárias, mas ainda não conseguiu fazer o contrato de financiamento com a Caixa. Assinaram a promessa de que comprariam um apartamento, por exemplo, em uma situação e agora ela é outra.

É possível que ocorram cancelamentos de contratos com construtoras, por parte de quem comprou na planta o imóvel. Também é provável que algumas pessoas tenham que desistir do sonho da casa própria que já estava encaminhado, e desistir do contrato de compra porque não ia ter recursos para arcar com uma entrada maior — pagando uma multa que normalmente é de 10% do valor da venda.

- Alguém ganha com isso?

No médio e longo prazo, as construtoras devem ganhar com a mudança. As alterações tornam bem mais conveniente comprar uma casa ou apartamento novos do que uma usada, pela diferença no valor que pode ser financiado. Em um imóvel de R$ 250 mil, por exemplo, é possível pegar emprestado R$ 200 mil no caso de um novo e apenas R$ 125 mil, no caso de um já construído.

- O que eu posso fazer para contornar?

Uma opção é negociar o preço. A necessidade de uma entrada maior dá mais margem para tentativas de baixar o preço final — já que a demanda pela compra deve cair.

- Não tenho dinheiro agora. Existe alguma alternativa?

Outra opção é buscar esses financiamentos em bancos que não a Caixa Econômica, sejam eles públicos ou privados. Cada um tem suas regras para financiamento imobiliário e podem permitir um percentual maior, mas também a juros maiores. Uma possibilidade que deve crescer com esse novo cenário é a dos consórcios imobiliários. Um grupo de pessoas poupa em grupo e vai sendo beneficiada pela compra dos imóveis a cada novo pagamento, em que normalmente o agraciado é escolhido por sorteio. A vantagem é eliminar os juros do processo, mas a desvantagem é que existe a possibilidade de você ser o último a receber seu apartamento.

- Por que a Caixa Econômica fez isso?

A Caixa Econômica argumenta que o mercado já vem se ajustando, desde 2012, à queda da demanda/velocidade de vendas na faixa de preço entre R$ 170 mil e R$ 650 mil. Alega também que o foco do banco este ano será o financiamento de imóveis novos, com destaque para a habitação popular — operações do Minha Casa Minha Vida e recursos do FGTS. O mercado, no entanto, acredita que a medida ocorre por falta de recursos. No primeiro trimestres deste ano, a retirada das poupanças superou em R$ 23,2 bilhões os depósitos. Apenas em março, foram R$ 11,4 bilhões em saques, o maior número da série histórica.

 

FONTE: Hora de Santa Catarina

São José – a 15ª cidade mais igualitária do Brasil

Altas da Desigualdade Social avaliou índices de todas as cidades do país.São José

Dos sete indicadores que compõem a essência do Altas de Exclusão Social — um panorama nacional da desigualdade social no país —, Santa Catarina está presente entre as melhores posições nos rankings. Essa situação privilegiada coloca o Estado entre as regiões mais igualitárias do país. De acordo com o levantamento, SC tem 59% de suas cidades em uma situação positiva. Focando-se na Grande Florianópolis, destaca-se São José, que ocupa a 15ª posição — sendo a maior das cidades posicionadas.

Com uma população de mais de 200 mil habitantes, São José enfrenta os problemas das cidades grandes, mas consegue manter números parecidos com os das primeiras colocadas — todas cidade de interior — e as ultrapassa no índice de escolaridade, com média 0,809, enquanto Pomerode, no Vale do Itajaí, o primeiro lugar, apresenta média 0,499. Quanto mais próximo de 1, melhor é a classificação.Formação continuada para os professores, projetos para corrigir distorções de série e Educação de Jovens e Adultos são algumas das ações que colaboraram para que o índices educacionais da cidade se destacassem. E a prefeita Adeliana Dal Pont diz que pretende fazer mais.— Os investimentos na formação dos professores, a Casa do Educador, a igualdades de salários para os ACTs são conquistas importantes. Isso atrai bons profissionais e consequentemente melhora a educação. Vamos continuar trabalhando para manter a longevidade dos projetos — explica.Desafio é manter a qualidade

Apesar dos bons resultados, a prefeita tem consciência das dificuldades de manter a cidade no topo do ranking das cidades mais igualitárias.
O maior desafio é saber como continuar crescendo. Como estamos na área metropolitana, muitas vezes acabamos absorvendo muitos problemas, mas a cidade merece esse destaque positivo. Estamos começando a fazer o Plano Diretor, para estarmos preparados para o crescimento. Em breve será feira a licitação do transporte coletivo pela primeira vez na cidade. Também queremos melhorar a segurança com ações paralelas, criando parques de lazer e esportivos, ações que já estão em andamento _ enumerou Adeliana.

Desafio de alfabetizar

Professores como Onésia Ana Botameli, 63 anos, fazem a diferença na alfabetização em São José e contribuem para o destaque educacional positivo do munícipio. Há 23 anos na rede municipal, ela se especializou em alfabetização, e hoje se dedica a ensinar crianças e adolescentes do Projeto Termos de Aprendizagem (TAS) com distorção de idade-série na Escola Municipal Jardim Solemar. Com brilho nos olhos, ela fala da paixão de ensinar e a felicidade de ver os resultados.

É um desafio grande, mas em dois anos queremos terminar com a distorção. É um trabalho de formiguinha, de sentar do lado e ajudar na dificuldade do aluno, mas ver os esforço e o aprendizado deles é gratificante. Esse projeto tem a dinâmica com uma sala de aula diferenciada, com um olhar especial para as dificuldades de cada um, além do trabalho ser interdisciplinar, com mais de um professor em sala de aula — explicou Onésia.

Sobre o estudo

— O Atlas considera indicadores de pobreza, emprego, desigualdade, escolaridade, juventude e violência, baseados em dados do Censo Demográfico do IBGE de 2010, lançado essa semana em Brasília. l Um dos autores responsáveis pelo estudo, Ricardo Amorim, cita que o histórico de ocupação de SC com níveis sociais mais iguais, deu a oportunidade para a construção de cidades mais igualitárias.
— A presença das cidades menores classificadas entre as melhores no ranking nacional é explicada por Amorim, pelo fato de que, diferente das grandes metrópoles, elas não sofrem com o fluxo de migração de pessoas gerando o crescimento desordenado e o surgimento de favelas. Nas cidades menores, as pessoas têm oportunidades mais semelhantes, explica o autor.
— Em 2000, das 100 cidades menos desiguais do Brasil, 14 delas eram de SC. Em 2010, o número subiu para 19.

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FONTE: Hora de Santa Catarina

Caixa Econômica anuncia redução de teto para financiamento de imóveis usados

Financiamento CaixaA Caixa Econômica Federal vai reduzir a cota de financiamento para imóveis usados (LTV na sigla em inglês) a partir de maio e focar somente em moradias novas, conforme informou o banco. A medida é mais uma adotada para amenizar a escassez de recursos que enfrenta por conta da redução dos depósitos na poupança, principal fonte de funding para o crédito imobiliário.

Para operações com recursos da poupança (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), o limite vai passar de 80% para 50% no Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e de 70% para 40% para imóveis no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), pelo Sistema de Amortização Constante (SAC). As alterações começam a valer a partir do dia 4 de maio. As operações de habitação popular, porém, não tiveram alteração, segundo a Caixa.

— A redução do LTV (para imóveis usados) será um grande choque na demanda por imóveis usados, já que poucas famílias têm condições de dar entrada de 50% do valor do imóvel — avaliam Guilherme Vilazante e Daniel Gasparete, do Bank of America Merril Lynch (BofA), em relatório ao mercado.

Acrescentam ainda que há riscos de medidas mais restritivas para imóveis novos e, consequentemente, aumento dos distratos.

Recentemente, a Caixa já havia reduzido a cota de financiamento para os imóveis em geral, conforme antecipou o Broadcast em 16 de abril, de 90% para 80%. Para os créditos que seguem a tabela Price, a cota máxima de financiamento já havia sido reduzida de 70% para 50% nas operações do SFH – que financia imóveis de até R$ 750 mil em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal. Nos demais Estados, o teto é de R$ 650 mil.

Em entrevista ao Broadcast na última sexta-feira, o vice-presidente de Habitação da Caixa, Teotonio Costa Rezende, explicou que a Caixa vive um problema de funding com a redução dos depósitos na poupança e, por isso, está focada na habitação social e, em segundo lugar, nos financiamentos no âmbito do SFH. Apenas no primeiro trimestre, as retiradas líquidas da caderneta foram a R$ 23,230 bilhões, de acordo com dados do Banco Central.

— É inegável que o país vive um certo clima de pessimismo. No médio prazo, tende a afetar a confiança do consumidor. A Selic nos níveis atuais dá duas pancadas no crédito imobiliário: torna menos atrativo o principal funding, que é a poupança, e encarece fontes complementares, como a LCI (letra de crédito imobiliário) — avaliou Rezende, durante o 11º Feirão Caixa da Casa Própria, em São Paulo.

No primeiro trimestre, o volume de financiamento imobiliário contratado na Caixa ficou praticamente estacionado, com alta de apenas 0,3%, segundo ele, e o desafio do banco neste ano é repetir os R$ 129 bilhões desembolsados em 2014. Já a carteira de crédito deve crescer entre 12% e 15% neste ano, intervalo bem mais tímido do que a taxa de expansão de 25,7% vista no ano passado.

No feirão deste ano, o banco não conseguiu repetir o mesmo desempenho da edição anterior. Foram negociados cerca de R$ 3,02 bilhões no primeiro fim de semana do evento, cifra quase 14% menor do que os R$ 3,5 bilhões registrados em igual intervalo do feirão de 2014. A presidente da Caixa, Miriam Belchior, disse, questionada pelo Broadcast, que o banco espera, ao menos, repetir o resultado do ano passado. A 10ª edição do Feirão Caixa da Casa Própria totalizou R$ 15,6 bilhões em negócios.

FONTE: DC – Diário Catarinense

Palhoça comemora 121 anos nesta sexta-feira

Nesta sexta-feira (24), a Cidade de Palhoça comemora 121 anos, e esta data será comemorado em grande estilo.

Uma programação especial já está sendo seguida desde o começo do mês de Abril. São diversas atrações gratuitas à espera do público e a inauguração de novos prédios e serviços.

Confira a programação:

24/04/2015
Evento: Pedala Palhoça – 2ª edição (em parceria com a UniLar).
Horário: 9:00h
Trajeto: Praça 7 de Setembro – Centro até o Passeio Pedra Branca.


Evento: Torneio de Dominó (Fundação Municipal de Esporte e Cultura).

Horário: 09:00h
Local: Boliche Bola de Ouro – Pagani

Evento: Amistoso Guarani X Prefeitura (Prefeito e Fundação de Esporte e Cultura).
Horário: 10:00h
Local: Estádio Renato Silveira – Centro

Evento: Homenagem aos destaques Esportivos de Palhoça (Fundação de Esporte e Cultura).
Horário: 20:00h
Local: Clube 7 de setembro – Centro

Evento: Ação Social.
Horário: das 13:00h às 17:00h
Local: Barra do Aririú (aterro da praia)

25/04/2015
Evento: Etapa Catarinense Velocross (treino).
Horário: das 09:00h às 16:00h
Local: Loteamento Nova Palhoça

Evento: 2ª Travessia da Pinheira.
Horário: das 08:00h às 11:00h
Local: Pinheira

Evento: Chefs de Rua (Núcleo de gastronomia – Pedra Branca).
Horário: das 12:00h às 18:00h
Local: Pedra Branca

Evento: 1º Concurso de Música Raiz e de Viola.
Horário: das 12:00h às 18:00h
Local: Centro de Eventos Stefany – Aririú

Evento: Corrida de Rua (Fundação de Esporte e Cultura).
Horário: 15:00h crianças/ 16:00h adulto
Local: Av. Hilza Terezinha Pagani  –  Pagani

26/04/2015
Evento: 3° Desafio Multidistância de Natação.
Horário: das 08:00h às 14:00h
Local: Guarda do Embaú

Evento: Stammtisch Fest
Horário: das 08:00h às 17:00h
Local: Calçadão Praça 7 de setembro – Centro

Evento: Grande Show de Aniversário com Teodoro & Sampaio; Bateria da Nação Guarani; Sorteio do IPTU
Horário: das 15:00h às 22:00h
Local: Loteamento Nova Palhoça

27/04/2015
Evento: Inauguração da nova base do SAMU (Sec. Saúde).
Horário: 19:30h
Local: Loteamento Nova Palhoça

30/04/2015
Evento: Inauguração da UBS do médio Aririú.
Horário: 19:30h
Local: Médio Aririú

Veja a lista completa de eventos no Site do Portal do Cidadão de Palhoça.

Parabéns a todos os palhocenses e à cidade de Palhoça pelos seus 121 anos de história e desenvolvimento.

O Investimento em imóveis e sua rentabilidade

Aplicar em imóveis é uma forma segura de preservar seu dinheiro. O investimento sob a forma de tijolo e cimento é a alternativa mais clássica para proteger seu dinheiro da inflação e das turbulências econômicas. Somando segurança e rentabilidade, a parcela do seu patrimônio destinada a ativos imobiliários não pode representar a maior parte. Pelo fato da rentabilidade ser baixa, os imóveis não devem passar dos 40% de suas economias.

Existem duas fontes de renda para o proprietário de um imóvel. A primeira dela é o ganho com os aluguéis. Nas principais cidades brasileiras, como São Paulo, o valor do aluguel em relação ao preço do imóvel dificilmente passa de 0,7%. O normal é encontrar valores entre 0,5% e 0,6%. Claro que os
imóveis menores, bem localizados e em bom estado de conservação podem render aluguéis maiores no final do mês. Alguns deles podem chegar a quase 1%. Mas são raros os casos.

Por sua vez, a segunda fonte de ganhos no mercado imobiliário é a valorização das propriedades. Mas ganhar dinheiro com isso é assunto para profissionais. Além de exigir um horizonte de investimento muito grande, para ter sucesso no futuro a partir de especulações é preciso ter um bom conhecimento do mercado. Mesmo com toda a dificuldade, é possível identificar boas oportunidades e fazer bons investimentos.

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De acordo com especialistas da área, a performance do mercado imobiliário deve melhorar nos próximos anos. Com a queda dos juros, promessa feita na campanha do atual governo, a tendência é que a economia volte a crescer e mais pessoas tenham a possibilidade de adquirir a casa própria.
Nesse sentido, o que aumenta é o preço das propriedades.

Os proprietários ganham com a valorização de suas propriedades. Outro efeito da redução dos juros é que o dinheiro fica mais barato. As famílias passam a pagar taxas menores nos financiamentos imobiliários, o que ajuda a aumentar o volume de crédito concedido pelos bancos. Mais gente comprando no mercado significa aumento de preços das
unidades imobiliárias.

 

FONTE: InfoMoney

Dicas para organizar uma Open House para ninguém botar defeito

doces-open-houseFinalmente a mudança foi concluída, e tudo está devidamente em seu lugar. Está na hora de convidar as pessoas mais próximas para apresentar seu novo endereço! Open house (casa aberta, em inglês) é o nome que se dá à estreia da casa nova. O evento pede capricho, mas nada de estresse. A ordem é abrir as portas, deixando a formalidade do lado de fora. Petiscos graciosos e fáceis de fazer que dispensam pratos e talheres, e bebidas também self-service. Assim, todo mundo curte muito mais.Um boa pedida é bolar um cardápio de petiscos para pegar com os dedos (a chamada finger food), que reduz a trabalheira de lavar pratos no pós festa.
DICA: adote o sistema self-service. Arrume todos os petiscos e bebidas de uma forma que permita a todos os convidados se servirem à vontade, sem cerimônia.

Programar uma festinha hoje em dia, mesmo em casa, ficou muito mais simples, descontraído e gostoso – principalmente para quem recebe. O anfitrião precisa aproveitar a festa junto com os convidados e evitar ficar preocupado o tempo todo. Eventos para grupos pequenos, mais descontraídos, não exigem tanto planejamento. Os famosos salgadinhos (empanados, fritos ou assados) deram lugar a petiscos bem mais leves, sem tanta massa e que não pesam no estômago dos convidados, pois como quase sempre eram adquiridos prontos, acabavam esfriando até a hora da festa.
DICA: escolha receitas de petiscos que possam ser preparadas com antecedência, para que tenha tempo de sobra para se arrumar.

Sobre os utensílios, vale usar copos e pratos do dia a dia, mesclar jogos descoordenados, inventar novas utilidades para as peças. Uma boa opção para quem não tem itens em número suficiente ( ou não dispõe de espaço para guardá-los), é recorrer à locação: custa pouco, e você ainda pode variar cores e estilos a cada festa.
DICA: se optar por servir uma receita mais substanciosa, como saladas, sopas e pratos quentes, evite grandes travessas e pilha de pratos. Sirva pequenas porções individuais, cada qual com sua colher. Vale usar copinhos, canequinhas esmaltadas e até taças de sobremesa.

Convite expresso

Quer convidar os amigos para sua festa de maneira fácil e rápida? Procure ajuda na internet. Há sites que certamente podem ajudar. Duas dicas antenadas são:
WebVites: você escolhe um tema para personalizar seus convites, adiciona os dados da festa, seleciona os convidados (usando os contatos de sua caixa postal e redes sociais) e ainda verifica quem confirmou presença. O site é prático, grátis e dispõe de passo a passo.

Pingg: oferece modelos muito bacanas de convites e cartões para as mais diversas ocasiões. Um contra é que o conteúdo é todo em inglês. A navegação também é mais complicada e exige um pouco mais prática do usuário.

Eventos no Facebook: crie eventos privados, e convide seus amigos através da Rede social. Super prático, grátis, prático, e é possível verificar quem confirmou presença e quem infelizmente não poderá comparecer.

Caprichar na trilha sonora é o primeiro passo para garantir o sucesso da festa. Mas ATENÇÃO, quem opta por viver em um apartamento deve evitar atitudes e comportamentos que dificultem o bom convívio social entre os moradores. Quando o assunto é “Festa no apartamento” é preciso ficar atento ( e respeitar ) os horários e regras previamente estabelecidas.

Por isto, seguem algumas dicas para você evitar reclamações com excesso de barulho ou problemas com vagas de estacionamento, quando amigos e convidados chegarem para o seu Open House:

  1. Comunique ao Síndico a respeito da festa e conte detalhes como: dia, horário, duração e número de convidados;
  2. Deixe uma lista com os nomes dos convidados na portaria para facilitar a entrada na festa e evitar problemas de segurança;
  3. Respeite os horários de silêncio do condomínio, som alto só até as 22h00. Procure não arrastar móveis ou usar sapatos com salto, o barulho pode incomodar o vizinho do andar debaixo;
  4. A utilização de vagas pelos convidados, muitas vezes, não é permitida nos condomínios. Por isso, mesmo se você tiver uma vaga sobrando, peça para que seus amigos e convidados estacionem os carros na rua ou em um estacionamento.
  5. Não atire comida, lixo ou objetos pela janela. O ato mostra desrespeito, pode machucar alguém, e em alguns condomínios pode ser sujeito a multa;
  6. Avise os seus vizinhos mais próximos que você irá realizar uma festa. E porque não convidá-los?
  7. Tente começar a festa mais cedo. Assim, você e os seus convidados aproveitarão mais e não ouvirão possíveis reclamações de barulho após um certo horário;
  8. Se a festa for realizada nas áreas comuns do prédio, certifique-se que tudo foi devidamente limpo. É importante devolver do jeito que você encontrou;
  9. Áreas gourmet, por exemplo, são um ótimo espaço para realizar uma reunião íntima entre amigos. Em caso de acidentes, providencie a reposição das peças que sofrerem algum tipo de dano;
  10. Se não for permitido o consumo de cigarro e de bebidas alcoólicas nas áreas de lazer do condomínio, avise seus convidados com antecedência, para não gerar desconfortos durante a festa;

Algumas imagens para se inspirar, na hora de organizar o seu Open House: