Facilidades no financiamento imobiliário

Sabemos que obter a casa própria é o sonho da maioria das pessoas. E pode ser o seu também. Por esse motivo, nós da Konkreta queremos ajudá-lo a realizar esse sonho.

Para isso, vamos instruí-lo com algumas informações que você pode não estar a par, e por consequência perdendo um tempo valioso para concretizar esse grande desejo.
Você já deve estar ciente que pode utilizar o FGTS para comprar o seu imóvel, certo? Mas se houver dúvidas acesse aqui . Além do FGTS há outros incentivos para auxiliá-lo na aquisição da casa própria.

Vamos entender um pouco sobre Consórcio de Imóveis.

O consórcio é uma ótima opção para quem deseja adquirir o seu imóvel, mas não tem o dinheiro disponível no momento. Ou ainda, que não tem a disciplina de poupar.

Ao optar por essa modalidade, você passa a participar de um grupo com outros interessados para adquirir uma carta de crédito no valor do bem. Todo mês são realizados sorteios entre os integrantes desse grupo e qualquer um pode ser contemplado com a carta de crédito e, assim, fazer a compra do imóvel.

Uma das grandes vantagens do consórcio é que não há cobrança de juros, mas sim taxas administrativas. Essas taxas são diluídas nas parcelas e por isso os custos são mais baratos que um financiamento tradicional.

Outro fator que vale ressaltar é que nessa modalidade a análise de crédito costuma ser mais flexível, o que facilita a vida de quem não consegue comprovar uma renda fixa, ou em certos casos, possui restrição no nome, mas mesmo assim pode ter a solicitação de entrada em um consórcio de imóveis aprovada.

Existe outra maneira de ser contemplado por meio da oferta de lances, que funcionam como adiantamentos do restante do valor a ser pago.

Os principais são:

❏ Lance fixo: a contribuição é feita mensalmente com uma porcentagem estabelecida pela administradora, além do valor da parcela acordada em contrato. Entre todos que se dispõem a ofertar lances fixos, aquele que tiver a cota mais próxima da última sorteada antecipa o recebimento da carta de crédito.

❏ Lance livre: o consorciado usa recursos próprios para oferecer o seu lance, assim como um leilão. A cada assembleia, o maior lance é contemplado.

❏ Lance embutido: neste caso, há possibilidade de oferecer uma porcentagem do valor da própria carta de crédito como lance, abatendo a quantia do valor final a ser recebido. Vence quem ofertar o maior lance.
Agora, para facilitar ainda mais este processo, saiba que é possível utilizar o FGTS em um consórcio. Você pode usar para dar os lances, quitar parcelas em aberto, ou ainda para complementar o valor da sua carta de crédito para adquirir um bem mais caro.

No entanto, é preciso que você esteja em conformidade com as normas de utilização do FGTS para que o recurso seja sacado. Além de o consórcio estar em seu nome.

As vantagens são bem atrativas e você ainda consegue contar com ajuda extra do valor disponível em seu fundo.

Linha de financiamento habitacional pró-cotista

Outro incentivo para ajudá-lo a realizar o sonho da casa própria é a linha de crédito pró-cotista, reaberta início de janeiro/2018 pela Caixa Econômica Federal. Essa é uma das linhas de crédito imobiliário mais baratas do país.
A linha pró-cotista usa os recursos do Fundo de Garantia, mas para utilizá-lo é preciso ter pelo menos três anos de vínculo com o FGTS e não pode ser proprietário de imóvel na mesma cidade ou região metropolitana.

Os juros variam de 7,85% a 8,85% ao ano. O valor do imóvel não pode passar de R$ 950 mil em São Paulo, Minas Gerais, Rio e Distrito Federal. E nos outros estados, o valor máximo é de R$ 800 mil.

Programa Minha Casa Minha Vida

Além dos incentivos já mencionados, não podemos deixar de falar do Programa Minha Casa Minha Vida. Uma iniciativa do Governo Federal que oferece condições atrativas para o financiamento de moradias nas áreas urbanas para famílias de baixa renda.
Nessa modalidade existem 4 faixas de renda contempladas:

Famílias com renda de até R$ 1.800,00:

Faixa 1 – O financiamento é de até 120 meses, com prestações mensais que variam de R$ 80,00 a R$ 270,00, conforme a renda bruta familiar. A garantia para o financiamento é o imóvel que você vai adquirir.

Famílias com renda de até R$ 2.600,00:

Faixa 1,5: Você pode adquirir um imóvel novo com taxas de juros de apenas 5% ao ano e até 30 anos para pagar com subsídios de até 47,5 mil reais.

Nas FAIXAS 2 e 3 você tem até 30 anos para pagar e pode comprar um imóvel novo ou na planta, comprar terreno e construir sua casa do jeito que sempre quis ou ainda construir em um terreno que já é seu.

❏ Famílias com renda de até R$ 4.000,00:
FAIXA 2: Se sua família tem renda bruta de até R$ 4.000,00, você se encaixa nesta faixa e pode ter subsídios de até R$ 29.000,00.

❏ Famílias com renda de até R$ 7.000,00:

FAIXA 3: Para famílias com renda bruta de até R$ 7.000,00 , a faixa 3 oferece taxas de juros diferenciadas em relação ao mercado para você conquistar uma casa própria.

Para mais informações sobre o Programa Minha Casa Minha Vida acesse: https://goo.gl/bdweMc

Bem, depois de obter essas informações esperamos que tenha ficado mais claro que é possível realizar o seu sonho.
Confira algumas opções que temos para você! Acesse: https://goo.gl/etmevV

Venha nos fazer uma visita e conhecer os nossos projetos. Você vai se sentir em casa.

Compra de imóvel: confira pontos importantes para não ter dor de cabeça

Algumas dicas para evitar incômodos após a compra de imóvel

Na hora de realizar o sonho da casa própria , alguns detalhes importantes não podem passar despercebidos.

Lembre-se de avaliar o acesso ao transporte público, a segurança do local, visite-o durante o dia e durante à noite para ver a movimentação. Fique atento também se o número de dormitórios atende as necessidades da sua família. E se a posição solar do imóvel é a que você deseja.

Estar alerta a esses pontos contribuirá para um fechamento de contrato realizador.

Mas quando se trata de adquirir um bem tão precioso quanto o seu lar, um fator essencial que deve-se levar em consideração é a localização. Pensando nisso, nós da Konkreta, queremos ajudá-lo a encontrar um lugar que tenha atrativos a oferecer para você e sua família.

Vamos falar um pouco sobre Biguaçu e uma opção de moradia que pode ser o caminho para a realização de um sonho.

Localizado entre os dois maiores portos catarinenses, Itajaí e Imbituba, e próximo da capital Catarinense, Florianópolis, possui facilidade de acesso, já que a BR-101 duplicada corta o município, e a BR-282, que liga a capital ao interior do estado, fica à apenas 12 km de distância.

Ainda falando de acesso, um terminal de integração será implantado às margens da BR – 101. O objetivo será facilitar o deslocamento para quem circula na Grande Florianópolis, e aumentar o número de linhas dentro do próprio município.

Agora, tratando do mercado de trabalho, a indústria responde pela maior parte dos empregos gerados, junto com um comércio em expansão.

Além disso, Biguaçu também conta com uma boa rede de ensino fundamental/médio, expansão de cursos profissionalizantes, e ainda um campus universitário mantido pela UNIVALI.

Se não há dúvida sobre a localização do seu apartamento, temos uma ótima opção neste município. Apartamento na planta, com 50,56m², 2 dormitórios, sacada com churrasqueira e ampla área de lazer. E o melhor, você pode usar o FGTS no financiamento do imóvel, ou se enquadrar no programa Minha Casa Minha Vida.

Entre em contato para avaliarmos as melhores opções de moradia para você.

Encontrar a localização do seu primeiro imóvel acabou de ficar mais fácil

Seu primeiro imóvel acabou de ficar mais fácil

Quando um novo ano inicia, geralmente as pessoas traçam objetivos que desejam atingir. E um deles é a tão sonhada casa própria.

Mas existem fatores a considerar na hora da procura como: localização, segurança, número de dormitórios de acordo com sua necessidade, posição solar do imóvel, espaços de lazer, entre outros que variam de pessoa para pessoa.

Se você está pensando em qual local poderia adquirir o seu imóvel, vamos te ajudar a decidir.

 

Grande Florianópolis

pexels-photo-155249 (1)Florianópolis reúne comodidade e animação de centro urbano, mas também oferece oportunidades de contato com a natureza.

Praias lindíssimas, trilhas, dunas, lagoas… enfim, tudo isso e muito mais ressalta a natureza espetacular que conhecemos, mas que muitos nem imaginam que existe.

No entanto, além de Florianópolis, também existem municípios vizinhos, que unidos compõem um cenário deslumbrante.

 

E vamos começar falando de um deles. Palhoça​.

A cidade alia qualidade de vida com baixo custo, além de estar a apenas 18km de Florianópolis, possui estrutura de uma grande cidade com shopping, supermercados, universidades e comércio.

Entretanto, o município não é escolhido apenas pela qualidade de vida, mas pelo seu crescimento constante, e consequentemente, a geração de novos empregos. Sem contar as belezas naturais que são seu maior atrativo.

Mas você pode estar se perguntando, quais atrativos existem em Palhoça que contribuirão para a tomada de decisão de se estabelecer na cidade?

Bem, você vai encontrar praias, cachoeiras, ilhas, morros com vistas fantásticas. Além do acesso à área aberta à visitação do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, e os sítios arqueológicos da região.

Para quem gosta de trilha, há opções como subir o morro da Pedra Branca, um percurso de 500 metros, e para os que possuem um melhor preparo físico, o morro do Cambirela, uma caminhada pesada, cerca de 1000 metros de altitude, mas a vista vale o esforço.

Já para os amantes do Surfe, o destino é a praia da Guarda do Embaú, considerada uma das 10 melhores praias do mundo para essa prática.

Se gosta de relaxar na praia, confira as que estarão pertinho de você:

  • Praia da Guarda do Embaú: já mencionada acima, não é destino apenas de surfistas, mas também de famílias que queiram descansar nessa vila de pescadores com um belo visual.
  • Enseada de Brito​: preserva a cultura açoriana. A maricultura é um dos principais atrativos da região.
  • Balneário da Pinheira: é uma das poucas praias do município abrigadas do vento sul.
  • Ponta do Papagaio: o nome deve-se ao fato do local ter sido um viveiro natural de pássaros, entre eles vários papagaios. Com suas belezas naturais, possui águas tranquilas e é uma ótima opção para quem procura sossego.
  • Praia do Sonho: local ideal para quem busca contato mais próximo com a natureza. Com águas cristalinas e calmas, é uma praia ideal para pesca.
  • Pedras Altas: ​é a segunda praia reconhecida como reduto naturista em SC. Dividida em 2 pequenas praias, a cerca de 100 metros cada. Um lado é reservado para casais e famílias, o outro para solteiros. A praia é pública, mas de acordo com a legislação federal não é permitida a entrada de pessoas com roupa.
  • Praia do Cedro: ​de pequena extensão, possui mar calmo, muito verde ao seu redor e com uma natureza intocada.
  • Praia de Fora: é uma colônia de pescadores com mar calmo e uma longa faixa de areia grossa. Passeios de barco com os pescadores e algumas caminhadas por pequenas trilhas são uma boa alternativa de lazer.
  • Ponta do Tomé: praia com boa fartura de pescado e rica fauna. Possui águas calmas e é bem frequentada por famílias da região.

Depois de conhecer as praias, poderá fazer um passeio maravilhoso na Ilha do papagaio, inserida na área de proteção ambiental da baleia-franca, que dispõem de uma pousada que alia o conforto à preservação da natureza. Ideal para um encontro a dois.

Mas se preferir conhecer um pouco de história, o destino será a Ilha da Fortaleza Nossa Senhora da Conceição de Araçatuba, onde preserva o canhão usado para defender a entrada da Baía Sul na época do Império.

Aproveite o verão para apreciar cada cantinho de Palhoça e conferir suas belezas e os benefícios que a cidade tem a oferecer.

Se você não tem dúvida sobre a localização do seu apartamento, seja ele o primeiro imóvel ou para investimento, temos uma ótima opção no centro de Palhoça. Apartamento na planta, de 2 ou 3 dormitórios, com e sem suíte. E o melhor, você pode usar o FGTS no financiamento do imóvel, ou se enquadrar no programa Minha Casa Minha Vida.

Entre em contato para avaliarmos as melhores opções de moradia para você. 

Quando posso usar o FGTS para abater a dívida do imóvel?

Dúvida do internauta: Possuo dois imóveis e gostaria de amortizar o saldo devedor utilizando meu FGTS. O funcionário da Caixa me informou que talvez eu não possa efetuar essa transação porque já tenho um imóvel. Afinal, quando posso e quando não posso usar o FGTS para amortizar o financiamento de um imóvel?

Resposta de Marcelo Prata*:

Realmente o funcionário da Caixa está correto. A utilização do FGTS para a compra do imóvel, amortização ou quitação do financiamento imobiliário ou carta de consórcio deve seguir as regras abaixo:

– Não pode ser proprietária(o), possuidora(o), promitente comprador(a), udufrutuária(o) ou cessionária(o) de outro imóvel residencial, concluído ou em construção, localizado:

> o no mesmo município onde trabalha, incluindo as cidades que fazem divisa ou na mesma região metropolitana;
> o no mesmo município onde reside, incluindo as cidades que fazem divisa ou na mesma região metropolitana;

Agora, caso o segundo imóvel que você possua esteja localizado em outra localidade, fora do municipio, da divisa ou da região metropolitana onde você trabalha ou reside, então, sim, poderá utilizar o FGTS para amortizar o financiamento imobiliário.

Para isso, será preciso que você apresente a matricula atualizada desse segundo imóvel e anexe juntamente uma declaração onde informe que tem ciência das regras do FGTS e que esse imóvel está fora das condições restritivas para sua utilização.

Apesar de não ser uma exigência formal, tenho visto na prática que esse tipo de declaração ajuda os analistas do banco na análise da sua solicitação.

*Marcelo Prata é especialista em crédito imobiliário e fundador dos sites Canal do Crédito e Resale.com.br

Caixa Econômica aumenta para 70% financiamento de imóveis usados

Já para quem trabalha no setor público, valor pode chegar a 80%

A Caixa Econômica Federal anunciou na última segunda-feira (7), que vai financiar até 70% de imóveis usados através do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), para funcionários do setor privado. Já para quem trabalha no setor público a cota mudou de 60% para 80%. A medida foi divulgada pelo vice-presidente de Habitação da Caixa, Nelson Antonio de Souza.

Vale lembrar que em maio de 2015, o limite de financiamento para imóveis usados tinha sido reduzido pela instituição financeira, quando caiu de 80% para 50%. Na época, a Caixa divulgou que a medida era para estimular o crédito habitacional para moradias novas.

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Além disso, Miriam Belchior, presidente da Caixa, anunciou a reabertura do financiamento do segundo imóvel, que vai funcionar com as mesmas condições de financiamento de um primeiro imóvel. Para quem não se lembra, essa linha de crédito estava fechada, e com essa alteração o cliente vai poder ter dois imóveis financiados ao mesmo tempo, ou até mesmo conseguir ganhar tempo para vender a primeira aquisição.

As mudanças no financiamento de imóveis tem como objetivo reaquecer a demanda e também retomar o crescimento imobiliário. Além dessas medidas, o banco anunciou o também aumento dos recursos para contratação do financiamento imobiliário.

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Conheça as diferenças entre a hipoteca e a alienação fiduciária de imóveis

A hipoteca e a alienação fiduciária de imóveis são utilizadas para garantia do cumprimento de contratos de aquisição de imóveis, de empréstimos ou dívidas. A utilização de uma ou outra garantia é uma opção das partes ou, normalmente, do agente financeiro que empresta o dinheiro para a aquisição do imóvel.

O advogado Sérgio Eduardo Martinez, especialista em Direito Imobiliário e autor do livro Alienação Fiduciária de Imóveisexplica que, até pouco mais de dez anos atrás, a hipoteca era a forma de garantia mais utilizada pelos bancos e agentes financiadores de imóveis, sobretudo porque não havia previsão legal que permitisse a contratação da alienação fiduciária de imóveis.

hipoteca

A principal diferença entre as duas formas está no cumprimento do contrato de financiamento (Foto: shutterstock)

Para ele, o defeito dessa forma de garantia é a enorme dificuldade do procedimento de cobrança da dívida, que exige o ajuizamento de ação judicial de execução, sujeitando o credor ao congestionado Poder Judiciário Brasileiro, o que torna a recuperação do valor emprestado lenta e dificultosa.

Segundo Martinez, atualmente a alienação fiduciária é a forma de garantia utilizada pela maior parte dos contratos de financiamento de imóveis por agentes financeiros, bancos e administradoras de consórcios. Embora criada pela Lei Federal nº 9.514 em 1997, foi sendo parcialmente modificada e aperfeiçoada nos últimos anos e tornou-se uma forma segura e rápida de recuperação do valor financiado.

“A principal diferença entre as duas formas está na maneira de se exigir o cumprimento do contrato de financiamento. Enquanto na hipoteca isso deve passar pelo Poder Judiciário com imprevisíveis estimativas de duração, na alienação fiduciária de imóveis esse procedimento é realizado de forma extrajudicial, perante o Cartório de Registro de Imóveis, sendo necessário apenas ajuizar uma ação ao final do procedimento para a retomada da posse do imóvel”, explica.

Martinez conta que, embora os contratos sejam elaborados para serem espontaneamente cumpridos, existem casos, felizmente a minoria, que resultam em situações de exigência forçada. “Nesses casos, a celeridade do procedimento de retomada do bem estabelecida na alienação fiduciária de imóveis tem sido muito mais vantajosa e o procedimento extrajudicial de cobrança já foi questionado de diversas formas no Poder Judiciário não encontrando, em regra, qualquer oposição ou embaraços”, salienta.

Mas as vantagens da contratação da alienação fiduciária de imóveis não se limitam à celeridade do procedimento de cobrança. Na hipoteca, durante a longa e lenta ação judicial, o devedor usufrui normalmente do bem, não havendo previsão legal de valor compensatório para o prazo de ocupação após a falta de pagamento do financiamento.

“Na alienação fiduciária de imóveis, por sua vez, a legislação prevê que o devedor deverá pagar ao credor o equivalente a 1% da avaliação contratual do imóvel até a desocupação, além das despesas incidentes sobre o próprio imóvel, como condomínio, taxas e impostos”, ressalta.

Embora não se possam negar vantagens e desvantagens em ambos os casos e até, eventualmente, a conveniência da escolha da hipoteca em situações pontuais, Martinez enfatiza que a alienação fiduciária de imóveis teve grande influência na oferta de crédito para financiamentos de aquisição de imóveis nos últimos anos. “Isso certamente ocorreu porque trouxe aos financiadores a certeza e segurança necessárias e até então inexistentes”, conclui.

Fonte:// zappro

Construtoras financiam até 80% do valor do imóvel

São Paulo – Os bancos vêm pisando no freio na hora de financiar imóveis no Brasil. Para conter os cancelamentos de contratos de clientes que não conseguem crédito na praça na hora da entrega das chaves, construtoras voltaram a financiar imóveis de forma direta. Algumas, mais agressivas, chegam a conceder crédito em valor equivalente a até 80% do valor do imóvel.

É o caso da Cyrela. Além do porcentual mais alto do financiamento, a construtora também consegue financiar imóveis por um prazo mais longo do que o da concorrência: 240 meses (20 anos).

De acordo com o diretor financeiro da construtora, Eric Alencar, essas condições são as melhores já oferecidas na história da empresa. “Antes, havíamos chegado a financiar, no máximo, 75% do valor do imóvel, e em até 180 meses”.

O financiamento direto oferecido pelas construtoras costuma oscilar conforme as condições do mercado. Quando há muito crédito no mercado, as empresas costumam interromper os financiamentos, já que a demanda é menor. Como a concessão do crédito não é o principal negócio das construtoras, e acabam gerando custos e riscos para essas empresas, dificilmente elas conseguem oferecer condições melhores do que as concedidas pelos bancos em um cenário mais favorável.

Alencar aponta que a Cyrela nunca parou totalmente de financiar de forma direta, mas voltou a conceder agora esse tipo de crédito de forma mais estruturada e com condições mais atrativas por conta da crise. “Buscamos ao máximo oferecer condições semelhantes às dos bancos”.

Outra construtora que voltou a oferecer o financiamento direto em um cenário de aumento dos contratos cancelados foi a M. Bigucci. Assim como a Cyrela, a construtora cobra juros de 12% ao ano e as prestações são corrigidas pela inflação. Já o tempo máximo de financiamento e o porcentual financiado são mais restritos: o crédito é concedido por até 150 meses e equivale a, no máximo, 70% do valor do imóvel.

A Eztec também oferece financiamento direto aos clientes em até 150 meses e correspondente a até 75% do valor do imóvel, com taxa de juros de 12% ao ano corrigida pelo IGP-M.

Mais flexibilidade

Assim como no banco, somente quem tem um bom histórico de crédito tem acesso ao financiamento oferecido pela construtora. Mas a possibilidade de a empresa avaliar esse histórico durante o período da construção do empreendimento, no caso de quem comprou o imóvel na planta, pode tornar essa análise de crédito mais flexível.

Isso significa permitir que o cliente possa comprometer uma fatia maior da renda em alguns casos, diz o diretor da construtora M. Bigucci, Marcos Bigucci. “Podemos conceder o crédito mesmo que ele seja equivalente a 40% da renda do cliente, por exemplo”. Nos bancos, os financiamentos só são concedidos se não comprometerem mais de 30% da renda do tomador.

Além de buscar oferecer uma opção de crédito para o cliente que tem o financiamento negado pelo banco, o foco do financiamento direto é atender compradores que tenham dificuldade de comprovar renda em instituições financeiras, como microempresários e trabalhadores sem carteira assinada.

O financiamento direto também é utilizado pelas empresas para oferecer maior segurança para novos clientes que queiram comprar um imóvel na planta, mas não têm a certeza de que o financiamento será aprovado pelo banco quando a obra acabar. “Nesse caso, já asseguramos o financiamento direto na hora de entrega das chaves”, diz Bigucci.

A construtora também pode personalizar a periodicidade de pagamento das parcelas, que pode ser semestral ou ter valores maiores no final do ano, quando o cliente recebe o 13º salário, por exemplo, conta o diretor. “Temos clientes que venderam um imóvel, mas irão receber os valores a cada seis meses. Buscamos então uma solução para adequar o financiamento às suas necessidades”.

Crédito exige cuidado

Geralmente, as taxas cobradas pelas construtoras no financiamento são maiores do que as oferecidas pelos bancos, o que aumenta o saldo devedor final.

Além disso, as parcelas são reajustadas por índices de inflação, que costumam ter variações maiores do que a Taxa Referencial (TR), mais comum nos financiamentos bancários. A título de comparação, o IGP-M fechou 2015 em 10,54%. Já a TR em 1,70%.

Além disso, as construtoras não costumam oferecer, como os bancos, financiamento com parcelas que diminuem ao longo do tempo. O mais comum é que o sistema de amortização da dívida no crédito dado pelas construtoras seja pelo sistema Price, no qual o valor das parcelas é fixo durante todo o tempo do financiamento. Ou seja, as parcelas podem pesar no orçamento durante um longo período, a não ser que ocorra uma amortização do saldo devedor no meio do caminho (veja como antecipar as parcelas do financiamento imobiliário).

O prazo do financiamento, ainda bem inferior ao que os bancos costumam oferecer, também faz com que as parcelas fiquem mais pesadas e exige atenção redobrada do comprador para evitar um descontrole financeiro.

Vale destacar ainda que, se por um lado as construtoras são mais flexíveis na concessão dos financiamentos, por outro os tomadores correm mais riscos de se comprometer com parcelas maiores do que seu orçamento pode arcar.

É o caso da aposentada Nazaré de Araújo de Sousa, 64 anos. Ela teve o crédito negado pelo banco por ter renda insuficiente para arcar com as parcelas e comemora o fato de ter obtido o financiamento oferecido pela construtora, que evitou que tivesse de cancelar o contrato de seu apartamento de 56 metros quadrados em São Paulo.

Contudo, Nazaré terá de pagar prestações de 2,6 mil reais por mês, valor que corresponde a cerca de 80% do valor da sua aposentadoria. Com parcelas reajustadas pela inflação, ela vem sentindo um aumento no valor das parcelas a cada mês, mas confia que irá aliviar o peso das prestações nos próximos meses. “Estou iniciando um negócio próprio e pretendo aumentar minha renda em breve”.

Fonte: Revista Exame

Posso usar o FGTS para pagar prestações do imóvel em atraso?

Duvida do internauta: Tenho um imóvel financiado pela construtora. Estou com o pagamento de algumas parcelas atrasado, mas ainda não recebi nenhuma notificação. Trabalho há três anos em uma mesma empresa e gostaria de saber se posso usar o meu FGTS para quitar essas prestações em atraso. 

Resposta de Marcelo Prata*

A utilização do FGTS para quitar parcelas atrasadas do imóvel somente é possível quando o financiamento foi concedido dentro do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) por uma instituição financeira ou por meio de consórcios.

 No caso do financiamento direto com a construtora não é possível utilizar o FGTS para amortização ou pagamento de prestações em atraso. A exceção a essa regra é se o imóvel ainda estiver em nome da construtora, ou seja, se existir somente um Compromisso de Compra e Venda, mas a escritura definitiva de compra do imóvel ainda não foi lavrada. Nesse caso, o FGTS poderia ser utilizado como parte do pagamento e o restante pago por meio de financiamento imobiliário com um banco, como acontece em uma compra de imóvel tradicional.

*Marcelo Prata é fundador do site de comparação de financiamento imobiliário, Canal do Crédito.

Fonte: revista Exame

Ministro Gilberto Kassab diz que ” Minha Casa Minha Vida 3 não terá mesma velocidade”.

Gilberto Kassab - Ministro das CidadesO Ministro das Cidades, Gilberto Kassab, disse na Câmara dos Deputados que a fase três do programa Minha Casa, Minha Vida “não terá a mesma velocidade” que as fases anteriores, devido à crise econômica pela qual passa o país. Kassab apresentou aos deputados as mudanças previstas para a terceira etapa, e disse que a prioridade agora é honrar compromissos da segunda etapa.

A ideia inicial do governo era lançar a terceira fase do Minha Casa, Minha Vida no dia 10 de setembro, no entanto, avaliações internas do Planalto indicaram que a nova fase não poderia ser oficialmente lançada antes da aprovação do Orçamento de 2016, que ainda não foi votado pelo Congresso Nacional.

Nós vamos nos esforçar para que possamos ter algumas contratações ainda no presente ano. Não é compromisso, é um esforço, todos sabem as dificuldades financeiras pelas quais passa o governo. A prioridade, agora, é honrar os compromissos das obras que estão sendo executadas”, disse Kassab. De acordo com o Ministro, existem recursos assegurados para a conclusão de 1,5 milhões de casas da segunda fase do programa.

As alterações anunciadas pelo governo foram apresentadas no dia 22/09 pelo Ministro das Cidades na Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados. Entre elas, o governo adiantou que o valor limite da renda da primeira faixa do programa, que não tem juros e conta com maior subsídio, vai aumentar de R$ 1,6 mil para R$ 1,8 mil por família. O governo também vai criar um grupo intermediário de renda, chamado de Faixa 1,5, que vai atender a famílias com renda de até R$ 2.350 mensais, que terão subsídio até R$ 45 mil.

Os juros cobrados dos beneficiários do programa também serão alterados: nas faixas 2 e 3, que variavam de 5% a 7,16% ao ano, dependendo da renda familiar bruta, subiram para entre 6% e 8%. Já a nova faixa criada pelo governo terá juros de 5% ao ano. Na faixa 1, os beneficiários continuam isentos de juros

Por Aline Leal – Repórter da Agência Brasil | Edição: Maria Claudia
Fonte:Agência Brasil

“Hora de comprar imóveis é boa e ainda vai melhorar”, diz especialista

comprar-apartamento-em-camboriuO cenário atual não é nada bom para a economia do país. PIB negativo, inflação acima do teto da meta e cortes de gastos do governo se tornaram manchetes comuns no noticiário. Nesse cenário, chama a atenção ainda o preço dos imóveis, que vem recuando seu ritmo de crescimento e já não apresentam mais valorização real, quando é descontada a inflação.

Com tudo isso, onde encontrar as melhores oportunidades de investimento? Antonio Brown sócio da consultoria de investimentos XCare Investimentos, afirma sobre imóveis que “a hora de comprar é boa e ainda vai melhorar”, e ainda destaca momento positivo dos investimentos de renda fixa.

Para o especialista, quem tem um bom capital guardado pode considerar comprar um imóvel como uma boa alternativa de investimento. “Existem várias construtoras fazendo promoções, acho essa uma escolha bem interessante”, relata o especialista.

Sobre os cuidados para investir em um imóvel, Antonio destaca escolher um bom corretor de imóveis para identificar as melhores oportunidades e também escolher construtoras sólidas, para o caso de quem for comprar o imóvel na planta. O especialista ainda alerta que esse é um investimento de médio e longo prazo. “O ideal é comprar bem no momento de baixa e fazer uma locação até uma venda mais futura”, relata.

Em relação à renda fixa, Antonio também afirma que o momento é favorável para aplicações em títulos públicos e privados. Nesse caso, as melhores opções, para o especialista, são os títulos públicos, os CDB (Certificados de Depósito Bancário) e LCI (Letras de Crédito Imobiliário).

Na hora de escolher entre eles, o especialista afirma que, para quem precisa de mais liquidez, os títulos públicos são a melhor opção, mas sempre tomando cuidado com a escolha do título. Já as LCI e os CDB são melhores para quem não precisa do dinheiro por alguns anos. Como esses títulos são garantidos pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito) até R$ 250 mil, a recomendação do especialista é por diversificação para investimentos acima desse teto.

A estratégia mais interessante, no momento atual, dentro da renda fixa é a de títulos prefixados, na opinião de Antonio. “A taxa prefixada pode ser bem interessante agora, caso seja necessário escolher apenas uma estratégia”, relata. Além disso, vale lembrar que a estratégia prefixada é mais arriscada para o investidor que queira sair do título antes do vencimento, uma vez que pode sofrer a marcação a mercado e, eventualmente, embolsar prejuízos.

FONTE: InfoMoney