Como comprar seu primeiro imóvel usando o FGTS

Antes de tudo, você sabe o que é FGTS?

A sigla que significa Fundo de Garantia para Tempo de Serviço, foi um mecanismo criado pelo governo para atuar como uma reserva financeira para o trabalhador.

Quem trabalha com registro em carteira recebe um depósito mensal que corresponde a 8% do salário. A transição é efetuada pela empresa em que você trabalha, diretamente em uma conta criada automaticamente na Caixa Econômica Federal.

Quem pode usar o FGTS para comprar imóvel?

Apesar de todos os trabalhadores terem direito ao fundo, existem algumas normas que precisam ser consideradas:

❏ É preciso ter um mínimo de 3 anos de carteira assinada, mas não é necessário que o período seja contínuo. Por exemplo, você pode ter trabalhado um ano em 2009 e mais dois anos em 2016;
❏ Você não pode ter nenhum financiamento ativo no Sistema Financeiro de Habitação (SFH);
❏ Também não pode ser proprietário de nenhum imóvel residencial no município em que pretende comprar. Dessa forma, se você já tem um imóvel em Florianópolis, poderá comprar outro em Palhoça;
❏ É obrigatório trabalhar ou morar no município em que você pretende comprar o imóvel utilizando o FGTS.

Quais imóveis podem ser comprados com o FGTS?

Não são todos os imóveis que podem ser comprados com a ajuda do FGTS. Primeiro, é preciso verificar se a propriedade que você possui interesse está cadastrada no Sistema Financeiro de Habitação (SFH) dentro de um limite de valor que é definido de tempos em tempos.

Além disso, o imóvel precisa ser urbano residencial e destinado à moradia do trabalhador.
Então, se você pensa em comprar para investir, não poderá usar o FGTS.

 

Como é feito o saque do fundo?

Quando você utiliza o FGTS como parte do pagamento de um imóvel, você não lida diretamente com o dinheiro. É necessário solicitar o saque a um agente financeiro por meio de um documento e, assim que tudo estiver aprovado, o depósito é feito direto na conta do vendedor.

Os agentes financeiros podem ser desde bancos, consórcios ou companhias de crédito imobiliário. É fundamental estar alerta para ver se o agente financeiro escolhido trabalha com o FGTS, pois não são todos que atendem essa modalidade.

Para que você consiga usar o seu FGTS, é necessário que a aquisição do imóvel seja feita em seu nome. Agora, se quiser usar o saldo de outra pessoa, a compra deve ser efetuada no nome dos dois.

Outra informação bem importante é que além de utilizar o saldo da sua conta de FGTS para comprar o imóvel, você também pode amortizar o saldo devedor, ou ainda, usar para diminuir o valor das prestações do financiamento.

Entre em contato diretamente com CAIXA (48)3004-1105 para obter mais informações.

Ainda vale ressaltar, que nenhuma dívida do trabalhador o impede de usar o FGTS.

Documentação necessária

Ao solicitar o FGTS para comprar imóvel , você precisa comprovar que atende a todos os requisitos listados acima. Além disso, é necessário ter em mãos:

-> Carteira de trabalho;
-> Comprovante de residência;
-> Certidão de nascimento e de casamento (se for o caso);
-> Carteira de identidade;
-> CPF.

Você também precisa comprovar que o imóvel está em situação regular, por isso, separe a certidão de matrícula e a cópia do IPTU da casa ou apartamento para também levar junto com você.

Após a entrega da documentação, caso aprovada, seu saldo do Fundo de Garantia é investido na tão sonhada da casa própria.
Para saber quais opções de moradia nós da Konkreta temos para você clique aqui .
Para mais informações sobre o uso do FGTS acesse: https://goo.gl/cz1jGx

Quando posso usar o FGTS para abater a dívida do imóvel?

Dúvida do internauta: Possuo dois imóveis e gostaria de amortizar o saldo devedor utilizando meu FGTS. O funcionário da Caixa me informou que talvez eu não possa efetuar essa transação porque já tenho um imóvel. Afinal, quando posso e quando não posso usar o FGTS para amortizar o financiamento de um imóvel?

Resposta de Marcelo Prata*:

Realmente o funcionário da Caixa está correto. A utilização do FGTS para a compra do imóvel, amortização ou quitação do financiamento imobiliário ou carta de consórcio deve seguir as regras abaixo:

– Não pode ser proprietária(o), possuidora(o), promitente comprador(a), udufrutuária(o) ou cessionária(o) de outro imóvel residencial, concluído ou em construção, localizado:

> o no mesmo município onde trabalha, incluindo as cidades que fazem divisa ou na mesma região metropolitana;
> o no mesmo município onde reside, incluindo as cidades que fazem divisa ou na mesma região metropolitana;

Agora, caso o segundo imóvel que você possua esteja localizado em outra localidade, fora do municipio, da divisa ou da região metropolitana onde você trabalha ou reside, então, sim, poderá utilizar o FGTS para amortizar o financiamento imobiliário.

Para isso, será preciso que você apresente a matricula atualizada desse segundo imóvel e anexe juntamente uma declaração onde informe que tem ciência das regras do FGTS e que esse imóvel está fora das condições restritivas para sua utilização.

Apesar de não ser uma exigência formal, tenho visto na prática que esse tipo de declaração ajuda os analistas do banco na análise da sua solicitação.

*Marcelo Prata é especialista em crédito imobiliário e fundador dos sites Canal do Crédito e Resale.com.br

Caixa Econômica aumenta para 70% financiamento de imóveis usados

Já para quem trabalha no setor público, valor pode chegar a 80%

A Caixa Econômica Federal anunciou na última segunda-feira (7), que vai financiar até 70% de imóveis usados através do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), para funcionários do setor privado. Já para quem trabalha no setor público a cota mudou de 60% para 80%. A medida foi divulgada pelo vice-presidente de Habitação da Caixa, Nelson Antonio de Souza.

Vale lembrar que em maio de 2015, o limite de financiamento para imóveis usados tinha sido reduzido pela instituição financeira, quando caiu de 80% para 50%. Na época, a Caixa divulgou que a medida era para estimular o crédito habitacional para moradias novas.

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Além disso, Miriam Belchior, presidente da Caixa, anunciou a reabertura do financiamento do segundo imóvel, que vai funcionar com as mesmas condições de financiamento de um primeiro imóvel. Para quem não se lembra, essa linha de crédito estava fechada, e com essa alteração o cliente vai poder ter dois imóveis financiados ao mesmo tempo, ou até mesmo conseguir ganhar tempo para vender a primeira aquisição.

As mudanças no financiamento de imóveis tem como objetivo reaquecer a demanda e também retomar o crescimento imobiliário. Além dessas medidas, o banco anunciou o também aumento dos recursos para contratação do financiamento imobiliário.

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Conheça as diferenças entre a hipoteca e a alienação fiduciária de imóveis

A hipoteca e a alienação fiduciária de imóveis são utilizadas para garantia do cumprimento de contratos de aquisição de imóveis, de empréstimos ou dívidas. A utilização de uma ou outra garantia é uma opção das partes ou, normalmente, do agente financeiro que empresta o dinheiro para a aquisição do imóvel.

O advogado Sérgio Eduardo Martinez, especialista em Direito Imobiliário e autor do livro Alienação Fiduciária de Imóveisexplica que, até pouco mais de dez anos atrás, a hipoteca era a forma de garantia mais utilizada pelos bancos e agentes financiadores de imóveis, sobretudo porque não havia previsão legal que permitisse a contratação da alienação fiduciária de imóveis.

hipoteca

A principal diferença entre as duas formas está no cumprimento do contrato de financiamento (Foto: shutterstock)

Para ele, o defeito dessa forma de garantia é a enorme dificuldade do procedimento de cobrança da dívida, que exige o ajuizamento de ação judicial de execução, sujeitando o credor ao congestionado Poder Judiciário Brasileiro, o que torna a recuperação do valor emprestado lenta e dificultosa.

Segundo Martinez, atualmente a alienação fiduciária é a forma de garantia utilizada pela maior parte dos contratos de financiamento de imóveis por agentes financeiros, bancos e administradoras de consórcios. Embora criada pela Lei Federal nº 9.514 em 1997, foi sendo parcialmente modificada e aperfeiçoada nos últimos anos e tornou-se uma forma segura e rápida de recuperação do valor financiado.

“A principal diferença entre as duas formas está na maneira de se exigir o cumprimento do contrato de financiamento. Enquanto na hipoteca isso deve passar pelo Poder Judiciário com imprevisíveis estimativas de duração, na alienação fiduciária de imóveis esse procedimento é realizado de forma extrajudicial, perante o Cartório de Registro de Imóveis, sendo necessário apenas ajuizar uma ação ao final do procedimento para a retomada da posse do imóvel”, explica.

Martinez conta que, embora os contratos sejam elaborados para serem espontaneamente cumpridos, existem casos, felizmente a minoria, que resultam em situações de exigência forçada. “Nesses casos, a celeridade do procedimento de retomada do bem estabelecida na alienação fiduciária de imóveis tem sido muito mais vantajosa e o procedimento extrajudicial de cobrança já foi questionado de diversas formas no Poder Judiciário não encontrando, em regra, qualquer oposição ou embaraços”, salienta.

Mas as vantagens da contratação da alienação fiduciária de imóveis não se limitam à celeridade do procedimento de cobrança. Na hipoteca, durante a longa e lenta ação judicial, o devedor usufrui normalmente do bem, não havendo previsão legal de valor compensatório para o prazo de ocupação após a falta de pagamento do financiamento.

“Na alienação fiduciária de imóveis, por sua vez, a legislação prevê que o devedor deverá pagar ao credor o equivalente a 1% da avaliação contratual do imóvel até a desocupação, além das despesas incidentes sobre o próprio imóvel, como condomínio, taxas e impostos”, ressalta.

Embora não se possam negar vantagens e desvantagens em ambos os casos e até, eventualmente, a conveniência da escolha da hipoteca em situações pontuais, Martinez enfatiza que a alienação fiduciária de imóveis teve grande influência na oferta de crédito para financiamentos de aquisição de imóveis nos últimos anos. “Isso certamente ocorreu porque trouxe aos financiadores a certeza e segurança necessárias e até então inexistentes”, conclui.

Fonte:// zappro

PALHOÇA: Prefeitura vai investir mais de R$ 20 milhões em obras de infraestrutura

Com foco nas obras de infraestrutura que fazem parte do ”Plano de Mobilidade Urbana” em Palhoça, especialmente corredores de ônibus, a Prefeitura de Palhoça e o Governo do Estado – presença do governador Raimundo Colombo – firmaram na quinta-feira do dia 10 de Setembro, um convênio no valor de R$ 20 milhões.

- “São investimentos que contribuem, principalmente, para a mobilidade urbana. Além de trazer mais dinamismo ao nosso município e possibilitar a pavimentação em importantes ruas”, destacou o prefeito Camilo Martins.

O recurso, proveniente do Financiamento firmado com a Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina, por meio do programa Badesc Cidades, viabiliza a revitalização de mais de 20 ruas e asfalto em cerca de dez corredores de ônibus. As obras nas ruas beneficiadas já estão em processo de licitação. “Os editais estão sendo publicados gradativamente, logo após a aprovação de cada projeto. Vamos realizar serviços de drenagem, pavimentação asfáltica e em paver. Os trabalhos devem terminar em até um ano após licitadas”, afirmou o secretário municipal de Infraestrutura, Eduardo Freccia.

- “Em um levantamento que realizamos em 2013 registramos mais de mil ruas sem pavimentação. Hoje já revitalizamos mais de 130 ruas em Palhoça e isso mostra o nosso comprometimento em fomentar a economia também nas comunidades, por meio de obras de infraestrutura. Buscamos recursos e programas que contribuem para a qualidade de vida das pessoas”, afirmou o prefeito Camilo Martins.

Obras palhocaMÃOS À OBRA

Uma iniciativa que tem contribuído para minimizar o déficit de pavimentação no município é o programa “Mãos dadas, mãos à obra!”. A parceria firmada entre a Prefeitura e a comunidade contribui para reduzir o tempo de conclusão e os gastos com a obra. Por meio do programa, a Prefeitura fornece suporte de Engenharia, projeto para drenagem e calçamento e o material necessário para a realização das obras. Em contrapartida, os moradores executam os serviços, normalmente com mutirões comunitários.

A operação ”Tapete Preto”, outra iniciativa apresentada pela Administração municipal, compreende um conjunto de projetos desenvolvidos pela Secretaria de Infraestrutura. Esta ação compreende a realização de melhorias em pontos estratégicos do sistema viário municipal e onde se concentram as principais linhas do transporte coletivo, como as localizadas nos bairros Aririú, Pacheco, Vila Nova, Barra e Rio Grande.

FONTE: Correio de Santa Catarina

“Hora de comprar imóveis é boa e ainda vai melhorar”, diz especialista

comprar-apartamento-em-camboriuO cenário atual não é nada bom para a economia do país. PIB negativo, inflação acima do teto da meta e cortes de gastos do governo se tornaram manchetes comuns no noticiário. Nesse cenário, chama a atenção ainda o preço dos imóveis, que vem recuando seu ritmo de crescimento e já não apresentam mais valorização real, quando é descontada a inflação.

Com tudo isso, onde encontrar as melhores oportunidades de investimento? Antonio Brown sócio da consultoria de investimentos XCare Investimentos, afirma sobre imóveis que “a hora de comprar é boa e ainda vai melhorar”, e ainda destaca momento positivo dos investimentos de renda fixa.

Para o especialista, quem tem um bom capital guardado pode considerar comprar um imóvel como uma boa alternativa de investimento. “Existem várias construtoras fazendo promoções, acho essa uma escolha bem interessante”, relata o especialista.

Sobre os cuidados para investir em um imóvel, Antonio destaca escolher um bom corretor de imóveis para identificar as melhores oportunidades e também escolher construtoras sólidas, para o caso de quem for comprar o imóvel na planta. O especialista ainda alerta que esse é um investimento de médio e longo prazo. “O ideal é comprar bem no momento de baixa e fazer uma locação até uma venda mais futura”, relata.

Em relação à renda fixa, Antonio também afirma que o momento é favorável para aplicações em títulos públicos e privados. Nesse caso, as melhores opções, para o especialista, são os títulos públicos, os CDB (Certificados de Depósito Bancário) e LCI (Letras de Crédito Imobiliário).

Na hora de escolher entre eles, o especialista afirma que, para quem precisa de mais liquidez, os títulos públicos são a melhor opção, mas sempre tomando cuidado com a escolha do título. Já as LCI e os CDB são melhores para quem não precisa do dinheiro por alguns anos. Como esses títulos são garantidos pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito) até R$ 250 mil, a recomendação do especialista é por diversificação para investimentos acima desse teto.

A estratégia mais interessante, no momento atual, dentro da renda fixa é a de títulos prefixados, na opinião de Antonio. “A taxa prefixada pode ser bem interessante agora, caso seja necessário escolher apenas uma estratégia”, relata. Além disso, vale lembrar que a estratégia prefixada é mais arriscada para o investidor que queira sair do título antes do vencimento, uma vez que pode sofrer a marcação a mercado e, eventualmente, embolsar prejuízos.

FONTE: InfoMoney

Konkreta inicia processo de entrega de chaves

ChaveAo todo foram 16 meses de obra, e muito empenho de toda a Equipe Konkreta. Trabalhamos duro e cuidamos de cada detalhe, sempre visando a satisfação de nossos Clientes e prezando pela qualidade de nosso serviço.

Com muita alegria, hoje damos início ao processo de entrega das chaves aos proprietários do Residencial Torres da Bella Vista. Entendemos que para muitos, este momento significa a Realização de um sonho. Em fim, o apartamento próprio!

O Residencial Torres da Bella vista fica localizado no bairro Bela vista, em Palhoça, próximo à UniLar. De fácil acesso pela BR-282, possui 6 tipos de planta, todos com opção de apartamentos com adaptação para Portadores de Necessidades Especiais, sacada com churrasqueira, medições de água, gás e luz individuais. Dispõe ainda de salão de festas equipado e decorado com espaço gourmet, sala de jogos com mesa de sinuca, pebolim e Xbox 360, espaço kids, piscina, quadra poliesportiva, portão eletrônico, zeladoria, portaria com guarita, e paisagismo.

Parabéns aos mais de 140 proprietários pela conquista, e a todos da Equipe konkreta que contribuíram para a realização deste projeto. Mais um sucesso de vendas Konkreta, atualmente o empreendimento conta com 97% de suas unidades vendidas.

Conheça o empreendimento:

* algumas das fotos foram tiradas e divulgadas por proprietários / futuros moradores.

O público Jovem como foco principal de Construtoras

get_imgCompradores procuram apartamentos pequenos que facilitam a organização e a limpeza.

As construtoras têm hoje nos jovens seu principal foco. De acordo com publicação do Diário Digital, os compradores com idade entre 25 e 35 anos representam atualmente até 30% dos clientes de imóveis na planta e até 80% dos que procuram imobiliárias.

É um público considerado exigente e que está mudando a rota de investimentos das empresas. Pensando nele, o mercado tem investido em produtos e preços atrativos. “Hoje os jovens estão com renda própria e querem mais independência”, constata Valéria Gabas, gerente regional da incorporadora Vanguard. Além disso, procuram apartamentos pequenos que facilitam a organização e limpeza. Muitos, ainda, prezam por empreendimentos com área de lazer e que estejam em boa localização, próximos a supermercados, por exemplo.

“Antes era difícil comprar um imóvel, tinha que poupar bastante para dar uma entrada porque as taxas eram altas. Hoje, com a redução dos riscos para os bancos, é possível financiar com uma pequena reserva”, compara a profissional da Vanguard, salientando como melhora da renda e a facilitação do acesso ao crédito imobiliário refletiram no aumento desses jovens compradores.

Os consumidores com idade até 35 anos já são mais da metade dos mutuários da Caixa Econômica Federal que compram imóvel financiado no País. Conforme o banco, eles representaram no ano passado 57% de toda a carteira de habitação.

O presidente do Sindicato de Corretores de imóveis, James Antonio Gomes, ressalta que 80% dos clientes que procuram imóveis para comprar têm entre 20 e 35 anos. Dos 21 imóveis vendidos por James em um empreendimento recente na capital paulista, 17 são de compradores jovens. Segundo ele, as construtoras devem estar cada vez mais atentas, já que clientes mais jovens costumam ser mais exigentes. “É bom prestar atenção porque esse público procura mais além do preço – quer, principalmente, qualidade”.

 

FONTE: Revista Pense Imóveis

Tintas funcionais são usadas como isolantes térmico e acústico.

É comum encontrar hoje em dia no mercado opções de produtos que, além da estética, dão uma nova função à superfície pintada.  As Tintas com isolamento acústico e térmico são as últimas novidades do mercado de casa e construção.

Originalmente, as tintas são usadas para proteger e dar cor às paredes, eventualmente criando um efeito artístico no ambiente. Porém, hoje o mercado oferece mais opções de produtos, que além da estética, dão uma nova função à superfície pintada.

A tinta lousa, por exemplo, passou a ser bastante explorada em diversos cômodos. Com esse produto é possível transformar facilmente qualquer superfície em quadro-negro. A cozinha, por exemplo, pode ganhar uma lista de compras e receitas; o quarto das crianças e adolescentes passa a ter um espaço destinado aos rabiscos e o que a imaginação permitir.

 

Mas as tintas podem ainda ter outras funções, como auxiliar no isolamento térmico e acústico. Este é um revestimento que atua por reflexão à radiação solar e é recomendado para aplicações em áreas externas expostas ao sol, com a finalidade de reduzir a temperatura do ambiente.

Depois de seco, o produto forma uma película protetora que transforma a parede ou telhado em uma superfície termicamente refletora, de modo que 90% dos raios solares serão refletidos, reduzindo em até 35% a temperatura interna, segundo o fabricante.

Já o revestimento fonoabsorvedor que utiliza a nanotecnologia para o tratamento acústico em ambientes onde se queira eliminar as reverberações provenientes de sons internos. É indicado para casas noturnas, auditórios, teatros, cinemas e igrejas.

O produto pode ser aplicado com 1 mm de espessura e seu acabamento fica como de uma parede comum, com a textura igual a um acabamento em gesso, possuindo diversas opções de cores.

Segundo a fabricante, o produto pode ser usado como acabamento final e pode ser aplicado em paredes de alvenaria convencional, em drywall, portas e divisórias de madeira (submetidos a seladora), forros de gesso e de isopor.

Há também as tintas específicas para madeira que servem para colorir, laquear ou restaurar, alguns fabricantes tem como diferencial as tintas metalizadas para marcenaria, que podem ser uma opção para destacar, requintar e inovar o mobiliário. Segundo o fabricante, a tinta garante acabamento impecável, inclusive em detalhes como bordas  e rebaixos.

 

FONTE: Portal ZAP Imóveis.

Preço dos imóveis ficará estável em 2015

fundo_imobiliario2Na opinião de corretores, construtoras e investidores de imóveis os preços no mercado imobiliário devem permanecer estáveis em 2015.

A informação faz parte de uma pesquisa realizada pelo classificado online de imóveis VivaReal para sondar as expectativas sobre o mercado imobiliário em 2015 diante do resultado das eleições presidenciais.

Foram consultadas 1.149 pessoas, sendo 93% anunciantes do site (corretores e construtoras) e 7% investidores. O objetivo do levantamento foi mostrar as perspectivas de profissionais, empresas e participantes ativos do mercado imobiliário, já que eles acompanham de perto as mudanças do setor.

De acordo com o estudo, 56% dos entrevistados acreditam que o valor dos imóveis ficará estável em 2015, enquanto 25% acreditam que os preços devem diminuir e 15% consideram que o preço deve aumentar.

Questionados sobre o número de transações de vendas e aluguéis no ano que vem, 38% disseram que o número deve diminuir, 26% acreditam que deve aumentar e 33% acham que as negociações devem permanecer estáveis.

Em relação ao apetite dos compradores, 39% acham que o número de pessoas interessadas em comprar ou alugar imóveis deve diminuir. Para 30% dos entrevistados, o número deve aumentar e 28% acham que o dado deve ficar estável.

“O sentimento é muito negativo em consequência do que aconteceu no último trimestre. Nesse período, os preços se mantiveram estáveis e a quantidade de vendas diminuiu. Os corretores sentem que o ritmo está mais devagar”, diz Lucas Vargas, diretor comercial do VivaReal.

Medidas do governo

A pesquisa também abordou a visão dos entrevistados sobre as polítivcas governamentais.

Questionados se, de forma geral, o mercado imobiliário deve melhorar, piorar ou permanecer estável no novo governo da presidente Dilma Rousseff, a maioria (46%) respondeu que deve piorar, 29% disseram que devem continuar igual e 22% acham que deve melhorar.

Em relação às expectativas sobre as políticas de financiamento imobiliário promovidas pelo governo: 44% acham que essas políticas devem ficar estáveis, 27% acreditam que devem aumentar e 26% consideram que devem diminuir.

Sobre as políticas públicas para habitação, 41% acreditam devem permanecer estáveis, 34% acham que deve aumentar e 21% acreditam que devem diminuir.

Os incentivos do governo a novos empreendimentos devem ficar estáveis para 37% dos entrevistados. Outros 31% acreditam que devem diminuir e 29% esperam que o incentivo aumente.

Apesar das expectativas negativas dos participantes do mercado, o diretor comercial do VivaReal não acredita que as condições do mercado irão piorar em 2015.

“Eu pessoalmente acredito que o mercado não vai cair. Por causa das eleições, as respostas ficam um pouco enviesadas e acabam sendo mais passionais do que racionais, mas no primeiro mandato a presidente fez uma série de políticas de incentivo ao mercado imobiliário e eu acredito que isso deve permanecer”, avalia Lucas Vargas.

Fonte: Exame