Decoração: 5 Aplicativos que vão facilitar sua vida

Ninguém duvida que renovar a casa é uma delícia, mas convenhamos, não é uma tarefa muito fácil. A boa notícia é que existem muitos aplicativos no mercado que servem justamente para te ajudar na hora de decorar ou reformar a casa.

Os aplicativos de decoração fazem a diferença na hora de economizar tempo e dinheiro.

Veja aqui algumas opções bem interessantes de aplicativos de decoração que vão te ajudar a repaginar seus ambientes com o Smartphone na mão, poupar dinheiro e minutos preciosos do seu tempo.

1 – Photo Measures Lite:

Todo mundo que está decorando já se pegou na dúvida se o sofá novo vai ou não caber na sala, esse aplicativo vai ajudar a guardar as medidas de cada espaço. Você tira uma foto e anota as medidas, assim quando estiver em uma loja, comprando tapete, cortinas e outros objetos grandes, não vai ter dúvidas se o móvel encaixa ou não no seu ambiente. 

Photo Measures Lite
Baixe aqui o aplicativo pela App Store (dispositivos iOS), ou no Google Play, para dispositivos Android.

2- Coral Visualizer:

Dúvidas na hora de mudar a cor das paredes? Não precisa mais se preocupar! O Coral Visualizer é um aplicativo para Smartphones e Tablets que usa realidade aumentada para mostrar como ficará a pintura de ambientes em tempo real. O aplicativo consegue detectar a diferença entre parede, móveis e demais objetos para colorir apenas a área da parede. Para saber se o tom desejado vai combinar com seus móveis basta tirar uma foto e abrir a imagem neste aplicativo. Se o ambiente estiver bem iluminado vai ser possível escolher a melhor cor para seu quarto e não gastar comprando a tinta errada.

Coral Visualizer

Baixe aqui o aplicativo pela App Store (dispositivos iOS), ou no Google Play (dispositivos Android).

3- MagicPlan:

Esse aplicativo também é ótimo para quem está buscando novos móveis ou simplesmente quer mudar os que já tem de lugar. Já pensou em fazer uma planta baixa virtual de qualquer ambiente da sua casa sem precisar usar trena? Com o MagicPlan você poderá criar plantas de qualquer lugar usando apenas a câmera do seu gadget. Também é possível adicionar alguns itens a sua planta, como janelas e portas. A versão gratuita é um pouco limitada, mas já permite que você faça uma planta fiel o seu ambiente.

MagicPlan

Baixe aqui o aplicativo pela App Store (dispositivos iOS), ou pela Google Play (dispositivos Android).

4- iHandy Level:

Quem já tentou instalar uma prateleira ou pendurar um quadro na parede sabe que ter a mão um medidor de nível é imprescindível. Para facilitar esse trabalho basta baixar o aplicativo iHandy Level. Posicionando o seu Smartphone sobre a superfície que deseja nivelar e acompanhar a bolinha como um prumo real.

iHandy

Baixe aqui o aplicativo pela App Store (dispositivos iOS), ou pela Google Play (dispositivos Android).

5 – Viva Decora:

Na hora de decorar a casa inspiração nunca é demais, no aplicativo do Viva Decora é possível encontrar milhares de projetos para se inspirar, mas diferente do que acontece no Instagram e Pinterest, todas as fotos do Viva Decora são de decoração.

Viva Decora
Além disso, os projetos são feitos por profissionais brasileiros para casas brasileiras, o que deixa a inspiração ainda mais real e acessível. Pretende redecorar apenas um ambiente? O Viva Decora permite você navegue por categorias e veja apenas as imagens de um cômodo específico.

O aplicativo também deixa que o usuário salve as fotos favoritas, o que facilita compartilhar as inspirações e planejar a decoração ou a próxima reforma. Quem quiser ainda pode entrar em contato diretamente com o profissional de arquitetura ou design de interiores responsável pelo projeto e solicitar um orçamento.

Viva Decora2

Baixe aqui o aplicativo pela App Store (dispositivos iOS).

 

FONTE: Viva Decora

Concreto desenvolvido em universidade norte-americana tem durabilidade de 120 anos

Facul Wisconsin

A Universidade de Wisconsin – Milwaukee, nos Estados Unidos, desenvolveu recentemente um tipo de concreto que não acumula líquido tem durabilidade de 120 anos e pode ser usado na pavimentação de vias.

Ao ser usado na pavimentação, o material que é produzido com a utilização do Compósito Cimentício Super-hidrofóbico (SECC, na sigla em inglês) que contém fibras cobertas por uma emulsão que repele líquido, com isto, impede o acúmulo de poças d’água.

As pesquisas, iniciadas há duas décadas, resultaram na produção de uma fibra de álcool polivinílico que permite que o concreto seja flexionado sem se partir. A estrutura, que poderia ser utilizada na pavimentação de estacionamentos e vias, possui bolsões de ar internos menores e mais espaçados entre si, o que viabiliza que a água seja repelida do material.

Em formato piloto, o novo produto foi aplicado no estacionamento da própria universidade e submetido a testes de resistência com nano tubos de carbono e 100 eletrodos introduzidos na estrutura. Por causa de críticas relacionadas aos riscos de se pavimentar vias com concreto repelente e acumular água nos bueiros e esgotos, os pesquisadores da universidade apostam no uso do material em obras de pontes.

Novo revestimento mantém coberturas de edifícios a temperaturas inferiores

Investigadores da Universidade de Tecnologia de Sydney (UTS) desenvolveram um revolucionário material de revestimento para coberturas de edifícios que permite manter a superfície a uma temperatura inferior à temperatura ambiente, mesmo quando exposta diretamente aos raios solares durante os meses de Verão.

A inovadora tecnologia poderá ter implicações globais na redução dos gastos energéticos decorrentes do funcionamento dos ares-condicionados para arrefecimento dos compartimentos e também no combate ao efeito estufa em áreas urbanas.

O material de revestimento, fabricado por intermédio da sobreposição sucessiva de camadas de poliéster e prata, absorve apenas 3% da luz incidente e permite a dissipação do calor através de irradiação com comprimentos de onda infravermelhos, que não são absorvidos pela atmosfera.

Quando aplicado sobre uma cobertura inclinada de cor branca, o revestimento permitiu a redução da temperatura superficial em 11 graus centígrados.

Extensas campanhas de ensaios efetuadas com o novo material de revestimento permitiram concluir também que seu desempenho não se altera significativamente quando há acumulo de sujeira superficial, sendo por isso aplicável em zonas com elevada poluição atmosférica.

FONTE: Portal da Engenharia Civil

10 dicas para proteger sua casa enquanto você estiver viajando.

SEGURANÇANos meses de Dezembro/Janeiro e nas férias escolares de Junho/Julho, muitas pessoas viajam para descansar e se distrair com a família. Mas antes de fazer as malas e aproveitar o sossego, é importante tomar alguns cuidados para deixar a casa ou o apartamento em segurança.

Uma casa vazia se torna, fatalmente, mais vulnerável a esse tipo de crime. Por isso, para evitar essas ocorrências, existem algumas medidas básicas que deixam sua casa mais protegida enquanto você viaja:

1 – Caso não possua dispositivos de segurança, como câmeras e alarme, tente adquíri-los par desestimular os assaltantes. Procure os equipamentos nas lojas de matérias para construção ou no varejo especializado em segurança, os preços costumam ser mais acessíveis. Em geral, os assaltantes agem por impulso, e quando vêem uma casa com sistema de alarmes, geralmente eles desistem e procuram outro imóvel semelhante, mas sem equipamentos de segurança.

2 – Não comente sua viagem com pessoas estranhas.

3 – Comunique sua ausência a um vizinho de confiança. Telefone para ele de vez em quando, para saber se está tudo bem.

4 – Em ausências prolongadas, peça a um parente para visitar sua casa, para demonstrar a presença de pessoas – abrindo janelas, regando jardins, entrando com o carro na garagem. No caso de apartamento, deve-se deixar uma autorização por escrito, com anuência do síndico, para que a pessoa possa entrar no prédio.

5 – Evite colocar cadeado do lado externo do portão. Isso poderá denunciar a saída dos moradores.

6 – Desligue a campainha. Assim, você deixa em dúvida quem tocá-la apenas para verificar se há alguém em casa.

7 – Feche as portas com trincos e trancas. Reforce a porta da frente com fechaduras auxiliares.

8 – Não deixe joias ou dinheiro dentro de casa, mesmo dentro de cofres. Utilize cofres de bancos.

9 – Se sua casa possuir jardim, contrate ou peça para alguém mantê-lo limpo, evitando aspecto de abandono.

10 – Se a viagem for longa, deixe 2 jogos de chaves com pessoas de confiança para facilitar qualquer emergência.

NOS CONDOMÍNIOS – Além dos cuidados acima, os síndicos devem preparar um esquema especial para evitar surpresas durante as férias – quando muitos apartamentos ficam vazios.

É recomendado que os síndicos façam uma inspeção no sistema de segurança, verificando o funcionamento do circuito de alarmes e TV interna do condomínio. Em edifícios com grandes áreas externas, os funcionários devem fazer rondas periódicas, especialmente no período noturno. Caso os condomínios tenham contratos com empresas de segurança patrimonial, é fundamental solicitar a intensificação das rondas na porta do edifício.

Os funcionários devem estar sempre atentos ao que acontece nas imediações do condomínio. Carros parados por um longo período, pessoas estranhas observando o movimento ou qualquer outro fato estranho deve ser comunicado imediatamente ao zelador, à empresa responsável pela segurança ou mesmo à polícia. E antes de abrir o portão da garagem, o porteiro deve procurar identificar quem está dentro do veículo.

Essas dicas são válidas não só para os período de viagens. Qualquer feriado prolongado exige cuidados redobrados. Nunca é demais lembrar a mais básica das recomendações: verificar cuidadosamente as fechaduras de portas, janelas e sacadas.

9 Dicas para economizar energia no inverno e controlar gastos.

Economizar energiaA economia de energia elétrica é importante para todos. Não salva só nosso bolso mas também ajuda a manter o meio ambiente. Falta pouco para a chegada da estação mais gelada do ano, mas, porque a conta de luz costuma aumentar durante o inverno?

Muita gente já começou a tirar as mantas e os cobertores do baú para aquecer o lar, mas para outros, a melhor alternativa para espantar o frio é com o uso de aquecedores e lareiras elétricas e o tempo no banho quente também costuma ficar maior.

Economizar energia elétrica pode parecer difícil de conseguir no inverno, mas você não precisa se privar do conforto que a energia oferece, basta utilizá-la de uma maneira responsável e evitar o desperdício.

Para ajudar o consumidor a fugir do gasto descontrolado, basta adotar alguns hábitos de consumo. Veja algumas dicas abaixo:

1 – Desligue os equipamentos elétricos da tomada quando não estiverem sendo utilizados.
2 – Tente utilizar o aquecedor o menos possível. Só até amenizar a temperatura do ambiente, e desligue-o.
3 – Fique menos tempo no banho e opte por temperaturas não tão elevadas. Dê preferência a banhos mornos, ao invés de quentes.
4 – Substitua as lâmpadas incandescentes por fluorescentes. Segundo estudos feitos, elas duram 10x e chegam a economizar até 75% de energia.
5 – Durante o dia, utilize ao máximo a iluminação natural da casa.
6 – Utilize cores claras na pintura das paredes internas e do teto. Ambientes com cores claras precisam de menos energia elétrica para iluminá-los.
7 – Utiliza ar-condicionado com a função de aquecedor? É importante manter sempre o filtro do ar-condicionado limpo. A sujeira dificulta o funcionamento e a passagem de ar pelo aparelho, provocando um aumento no consumo.
8 – Mantenha o ar-condicionado desligado quando o ambiente estiver vazio, e mantenha as portas e janelas fechadas durante a utilização do mesmo.
9 – Utilize sempre roupas quentes quando estiver em casa.

Saiba como afastar os vilões da saúde de sua casa

A saúde vai bem? Se a resposta para essa pergunta for negativa, saiba que alguns causadores de doenças, como alergias, rinites e inflamações, podem estar escondidos dentro da sua casa.

Para o arquiteto Anderson Schmidt, os vilões mais conhecidos são o mofo e a poeira. “O mofo surge de infiltrações causadas pela falta de impermeabilização ou por impermeabilização mal feita, mas pode ser também algum pequeno e contínuo vazamento que existe há muito tempo e gera bolor e mofo nas paredes, piso e teto”, explica.

Também há a possibilidade de existir má ventilação e iluminação ou os próprios moradores podem não ter o hábito de abrir as janelas e cortinas para que a luz entre e o ambiente seja arejado naturalmente.

“Normalmente, as pessoas que têm alergia a poeira evitam ter almofadas, cortinas, persianas e tapetes”, comenta Schmidt.  Mas ele lembra que hoje há materiais no mercado que são antialérgicos, como os tapetes e tecidos. São materiais sintéticos, mas com a mesma textura dos naturais (algodão, seda e outros). Eles permitem que a decoração fique mais próxima do que o morador deseja, mas sem o medo de a alergia atacar.

Outros pontos podem acumular poeira, como cantos de móveis muito difíceis de limpar e mobiliário com muitas dobras e entalhes. “Manter a limpeza constante e bem feita e utilizar materiais antialérgicos ajudam a evitar as doenças e alergias”, avisa.

Alergias que surgem em casa

Ligia Pierrot, infectologista do Delboni Medicina Diagnóstica, reforça que alguns itens de casa acumulam muito facilmente importantes alérgenos de poeira domiciliar, como tapetes, cortinas, almofadas, travesseiros e estofados em geral. Também acumulam poeira os livros, revistas, brinquedos de pelúcia, enfeites e quadros.

Outras fontes de alergias são os ácaros, baratas, fumaça de cigarro, poluentes, cheiro de tinta e fungos. A presença de animais dentro de casa, como cães e gatos, pode piorar a situação.

“Quando indivíduos alérgicos entram em contato com esses agentes a alergia se manifesta. As mais comuns são as respiratórias, como a asma, rinite, bronquite e sinusite. Também podem ocorrer as alergias com manifestações dermatológicas, como urticária e exantema.”

Prevenção

Ambientes limpos e bem ventilados ajudam muito a reduzir a exposição a esses alérgenos ambientais. Deixar o ambiente arejado e garantir a umidade relativa do ar acima de 50% é importante para manter longe os poluentes, vírus e bactérias.

A manutenção da casa ensolarada, bem como do chão e mobília sempre limpos, é fundamental. Além disso, é importante evitar o uso de tapetes e cortinas (podem ser substituídas por persianas) quando há pessoas alérgicas na casa. Evite também fumar dentro de casa e usar estofados cobertos com tecido.

O cuidado com o ambiente para reduzir a exposição aos alérgenos domiciliares é importante para a prevenção e controle da asma, por exemplo. Estudos demonstram que a exposição a níveis elevados de alérgenos domiciliares no primeiro ano de vida aumenta o risco de asma na infância.

“Crianças com histórico de alergia precisam de cuidado redobrado. Basta uma exposição aos alérgenos ambientais para que elas desenvolvam ou piorem os sintomas de alergia. Portanto, se houver uma criança alérgica em casa, é recomendado diminuir a exposição alergênica do ambiente”, enfatiza.

 

FONTE: Revista ZAP Imóveis.

Guia de economia de água para condomínios: Como evitar o desperdício.

economia de águaEm condomínios e prédios, muita água é desperdiçada. E isso é causado por diversos fatores que podem ser revertidos com algumas medidas simples. Vamos a elas:

1. O primeiro passo é a aplicação de uma campanha de conscientização. Distribua cartazes pelos murais, elevadores e envie cartas a cada apartamento. A ideia é diminuir o consumo e, para isso, é necessário que as pessoas entendam o sentido da campanha;

2. Proponha, dentro das reuniões de condomínio, a troca da conta de água de consumo coletivo pela de consumo individual. Essa é uma das causas que levam os moradores a serem pouco conscientes, já que não têm noção de quanto gastam mensalmente (pois a conta está inclusa nas despesas de condomínio). Sendo assim, o orçamento do prédio, caso hajam multas, não sairá do bolso de todos e a administração pode advertir quem estiver gastando muito.

Dentro das casas ou apartamentos: Após as medidas tomadas em conjunto, é necessário também estar atento ao gasto de água individual:

Se você tem o costume de utilizar máquina de Lava-louças e lava-roupas, é recomendado que o faça somente quando estiverem cheios, pois isso evita o desperdício. Águas de máquinas de lavar e do banho também podem ser reaproveitadas para limpar os terraços ou outras áreas externas do prédio. O uso do lava-louças no lugar da maneira tradicional de limpeza chega a economizar cerca de seis vezes a quantidade de água normalmente gasta.

Ao escovar os dentes, fazer a barba ou quando for ensaboar a louça, mantenha a torneira fechada. Ao escovar os dentes com ela aberta, você gasta cerca de 13,5 litros de água em apenas dois minutos. A forma de lavar a louça com materiais biodegradáveis e a organização da louça antes da limpeza também ajudam na economia. O banho pode ser tomado em cinco minutos e o registro deve ser fechado na hora de se ensaboar. Isso gera uma economia de até 30 mil litros no ano.

Adote dispositivos que ajudam na redução do consumo de água, como o arejador de torneiras, o restritor de vazão, bacias sanitárias VDR e válvulas automáticas para mictórios. Caso haja banheiros coletivos em áreas comuns do prédio ou codomínio, dê a ideia de utilizar esse tipo de equipamento.

Fora das casas ou apartamentos / área comuns:

Se no seu condomínio tem piscina, saiba que se perde 90% de sua água ao mês pela evaporação. Por isso, cubra-a com uma capa quando não estiver usando. Isso também evita o depósito de folhas e outros resíduos. Uma piscina limpa precisa de menos trocas de água. Revise sempre a bomba e o filtro, já que o mau funcionamento desses equipamentos aumenta o gasto d’água.

Continue realizando a limpeza da superfície por meio de peneiras próprias para isso. Aspire sujeiras do fundo da piscina, filtre a água por seis horas todos os dias e ajuste o pH, o cloro e a alcalinidade sempre que se tiver necessidade.

O gasto de muita água com as plantas é algo muito fácil de evitar. No inverno, por exemplo, é possível regá-las dia sim, dia não. Regar o gramado ou o jardim antes das 10 horas da manhã e depois das 7 horas da noite evita o excesso de evaporação. E sempre evite a mangueira. Com essas medidas, você pode economizar cerca de 96 litros de água diariamente só com as plantas.

Na hora de limpar quintal e carro, adote a vassoura como a melhor amiga da água. Para limpar a calçada, quintal, ou áreas comuns de prédios, não use a mangueira – ligada por 15 minutos, ela gasta 280 litros de água. O carro pode ser lavável por meio de um balde e um pano em vez da mangueira.

Por fim, se alguém disser que a água é barata, tenha em mente que o valor dela não pode ser precificado e que é um bem inestimável que está em risco.

FONTE: eCycle

5 perguntas mais comuns de quem quer comprar um imóvel em tempos de crise

Duvida02Adquirir um imóvel é um passo grande, especialmente em tempos de crise. Uma vez que demanda de uma grande quantia de dinheiro e é uma decisão que deve ser muito bem pensada. Por outro lado, é exatamente em épocas como essa que se pode conseguir as melhores negociações e encontrar oportunidades inimagináveis.

O Especialista em negociações Imobiliárias, Rogério Santos, responde as dúvidas mais recorrentes que assombram quem quer ou tomou a decisão de
comprar uma casa nova. Confira:

1 – É um bom negócio comprar um imóvel de estoque?
Durante muito tempo, comprar um imóvel na planta foi considerado melhor, por permitir o acompanhamento da obra. Mas hoje, sabe-se que um bom negócio é feito unindo vários pontos a serem observados, de preço a qualidade de materiais. “A vantagem do imóvel novo, mas pronto, é que
torna possível avaliar a qualidade real do empreendimento antes de realizar a compra”, afirma Santos. A desvantagem sempre existe, como não conseguir exatamente o andar desejado no edifício. Mas as vantagens podem ser muito maiores.

2 – Preciso de ajuda? Ou posso me aventurar sozinho na negociação?
Se você não tem desenvoltura para realizar uma boa negociação ou tem dificuldade de escolher as melhores opções, procure um especialista. Não faltam consultores na área que podem encontrar o imóvel certo e conseguir os melhores preços e condições. Procure sempre profissionais credenciados, para evitar maiores transtornos.

3 – Devo desconfiar de um imóvel muito barato?
A compra de um imóvel jamais deve ser feita se resta alguma dúvida sobre qualidade, procedência e documentação. Principalmente quando o assunto é imóvel em estoque, que normalmente já está com preço promocional, é difícil diminuir ainda mais os valores. Há um ponto de equilíbrio que precisa ser respeitado. Por isso, desconfie sim de um imóvel com preço muito abaixo do mercado e peça ajuda a quem entende.

4 – É melhor esperar o mercado “melhorar”?
A tendência é que haja uma equalização, um equilíbrio entre oferta e procura e, aí, os preços devem subir. “É um bom momento para comprar, desde que se tenha condições reais e que seja possível escolher o imóvel mais correto para a necessidade de cada um”, ressalta.

5 – Como ter certeza de que estou realizando um bom negócio?
O que chamamos de um bom negócio pode ser visto tanto pelo lado mercadológico, quanto pessoal, e há muitas variáveis envolvidas. “O importante é estar satisfeito com o resultado final, com a certeza de que escolheu certo, teve a ajuda necessária e garantiu um negócio dentro do esperado”, explica Rogério. “Tempos considerados difíceis podem ser os melhores, para quem tem visão e consegue encontrar as melhores oportunidades”.

No caso de precisar vender seu imóvel, mesmo depreciado, negocie um prazo para dar uma parcela maior no imóvel novo e, assim, ter tempo de se desfazer do atual sem perder muito. No geral, os incorporadores são maleáveis a este tipo de negociação.

FONTE: InfoMoney

Confira as mudanças das novas regras de financiamento da Caixa Econômica Federal

Financiamento Caixa2A Caixa Econômica Federal aumentou duas vezes neste ano os juros do financiamento imobiliário e reduziu o percentual de recursos da poupança que podem ser utilizados para comprar apartamentos usados (de uma máximo de 80% para um mínimo de 40%) e já tinha reduzido para novos (de 90% para 80%). Tais mudanças passaram a valer no dia 4 de Maio.

Entenda abaixo o que permanece e o que muda no banco que é o responsável pela maior parte dos financiamentos imobiliários do país.

- Muda alguma coisa no financiamento que eu já pago?

Não. Não muda muda. O que assinado foi, assinado está. É ruim quando os juros caem (e você está pagando mais do que os novos contratos). Mas é bom nesses momentos em que o custo do crédito está em alta. Não vai mudar quanto você paga de juros dentro do contrato que já está feito.

- O que muda então?

Os imóveis na faixa entre R$ 170 mil até R$ 650 mil em Florianópolis, no Rio Grande do Sul e na maior parte dos Estados, tiveram o total que pode ser financiado pela Caixa Econômica alterado. Nos municípios com população igual ou superior a 50 mil habitantes, o valor inicial é de R$ 115 mil até R$ 650 mil. Já para municípios com população igual ou superior a 250 mil habitantes, a faixa é de R$ 145 mil até R$ 650 mil. Em apartamentos novos, por exemplo, o percentual caiu de 90% para 80% — ou seja, quem quiser comprar vai ser obrigado a desembolsar mais para comprar. Mas a maior mudança foi em imóveis usados, que caíram de 80% e 70%, dependendo da linha de financiamento, para 50% e 40%. Na hora da compra, agora vai ter que já pagar a metade ou mais do valor total da casa ou do apartamento. Quem escolher comprar pelo programa Minha Casa Minha Vida ou com recursos do FGTS, não terá nenhuma alteração.

- Quem é afetado?

Duas “categorias” são os mais afetados pela mudança. Primeiro, quem comprou apartamentos na planta como investimento. Mesmo sem nunca ter usado o imóvel, assim que receber a chave da construtora ele será considerado usado. E deve ficar mais complicado vender com essas novas regras. A expectativa do mercado é que haja uma redução da procura, e uma queda nos preços para tentar compensar a demanda.
O segundo grupo de pessoas que será prejudicado é aquele formado por quem já firmou neste mês contratos de compra e venda em imobiliárias, mas ainda não conseguiu fazer o contrato de financiamento com a Caixa. Assinaram a promessa de que comprariam um apartamento, por exemplo, em uma situação e agora ela é outra.

É possível que ocorram cancelamentos de contratos com construtoras, por parte de quem comprou na planta o imóvel. Também é provável que algumas pessoas tenham que desistir do sonho da casa própria que já estava encaminhado, e desistir do contrato de compra porque não ia ter recursos para arcar com uma entrada maior — pagando uma multa que normalmente é de 10% do valor da venda.

- Alguém ganha com isso?

No médio e longo prazo, as construtoras devem ganhar com a mudança. As alterações tornam bem mais conveniente comprar uma casa ou apartamento novos do que uma usada, pela diferença no valor que pode ser financiado. Em um imóvel de R$ 250 mil, por exemplo, é possível pegar emprestado R$ 200 mil no caso de um novo e apenas R$ 125 mil, no caso de um já construído.

- O que eu posso fazer para contornar?

Uma opção é negociar o preço. A necessidade de uma entrada maior dá mais margem para tentativas de baixar o preço final — já que a demanda pela compra deve cair.

- Não tenho dinheiro agora. Existe alguma alternativa?

Outra opção é buscar esses financiamentos em bancos que não a Caixa Econômica, sejam eles públicos ou privados. Cada um tem suas regras para financiamento imobiliário e podem permitir um percentual maior, mas também a juros maiores. Uma possibilidade que deve crescer com esse novo cenário é a dos consórcios imobiliários. Um grupo de pessoas poupa em grupo e vai sendo beneficiada pela compra dos imóveis a cada novo pagamento, em que normalmente o agraciado é escolhido por sorteio. A vantagem é eliminar os juros do processo, mas a desvantagem é que existe a possibilidade de você ser o último a receber seu apartamento.

- Por que a Caixa Econômica fez isso?

A Caixa Econômica argumenta que o mercado já vem se ajustando, desde 2012, à queda da demanda/velocidade de vendas na faixa de preço entre R$ 170 mil e R$ 650 mil. Alega também que o foco do banco este ano será o financiamento de imóveis novos, com destaque para a habitação popular — operações do Minha Casa Minha Vida e recursos do FGTS. O mercado, no entanto, acredita que a medida ocorre por falta de recursos. No primeiro trimestres deste ano, a retirada das poupanças superou em R$ 23,2 bilhões os depósitos. Apenas em março, foram R$ 11,4 bilhões em saques, o maior número da série histórica.

 

FONTE: Hora de Santa Catarina

São José – a 15ª cidade mais igualitária do Brasil

Altas da Desigualdade Social avaliou índices de todas as cidades do país.São José

Dos sete indicadores que compõem a essência do Altas de Exclusão Social — um panorama nacional da desigualdade social no país —, Santa Catarina está presente entre as melhores posições nos rankings. Essa situação privilegiada coloca o Estado entre as regiões mais igualitárias do país. De acordo com o levantamento, SC tem 59% de suas cidades em uma situação positiva. Focando-se na Grande Florianópolis, destaca-se São José, que ocupa a 15ª posição — sendo a maior das cidades posicionadas.

Com uma população de mais de 200 mil habitantes, São José enfrenta os problemas das cidades grandes, mas consegue manter números parecidos com os das primeiras colocadas — todas cidade de interior — e as ultrapassa no índice de escolaridade, com média 0,809, enquanto Pomerode, no Vale do Itajaí, o primeiro lugar, apresenta média 0,499. Quanto mais próximo de 1, melhor é a classificação.Formação continuada para os professores, projetos para corrigir distorções de série e Educação de Jovens e Adultos são algumas das ações que colaboraram para que o índices educacionais da cidade se destacassem. E a prefeita Adeliana Dal Pont diz que pretende fazer mais.— Os investimentos na formação dos professores, a Casa do Educador, a igualdades de salários para os ACTs são conquistas importantes. Isso atrai bons profissionais e consequentemente melhora a educação. Vamos continuar trabalhando para manter a longevidade dos projetos — explica.Desafio é manter a qualidade

Apesar dos bons resultados, a prefeita tem consciência das dificuldades de manter a cidade no topo do ranking das cidades mais igualitárias.
O maior desafio é saber como continuar crescendo. Como estamos na área metropolitana, muitas vezes acabamos absorvendo muitos problemas, mas a cidade merece esse destaque positivo. Estamos começando a fazer o Plano Diretor, para estarmos preparados para o crescimento. Em breve será feira a licitação do transporte coletivo pela primeira vez na cidade. Também queremos melhorar a segurança com ações paralelas, criando parques de lazer e esportivos, ações que já estão em andamento _ enumerou Adeliana.

Desafio de alfabetizar

Professores como Onésia Ana Botameli, 63 anos, fazem a diferença na alfabetização em São José e contribuem para o destaque educacional positivo do munícipio. Há 23 anos na rede municipal, ela se especializou em alfabetização, e hoje se dedica a ensinar crianças e adolescentes do Projeto Termos de Aprendizagem (TAS) com distorção de idade-série na Escola Municipal Jardim Solemar. Com brilho nos olhos, ela fala da paixão de ensinar e a felicidade de ver os resultados.

É um desafio grande, mas em dois anos queremos terminar com a distorção. É um trabalho de formiguinha, de sentar do lado e ajudar na dificuldade do aluno, mas ver os esforço e o aprendizado deles é gratificante. Esse projeto tem a dinâmica com uma sala de aula diferenciada, com um olhar especial para as dificuldades de cada um, além do trabalho ser interdisciplinar, com mais de um professor em sala de aula — explicou Onésia.

Sobre o estudo

— O Atlas considera indicadores de pobreza, emprego, desigualdade, escolaridade, juventude e violência, baseados em dados do Censo Demográfico do IBGE de 2010, lançado essa semana em Brasília. l Um dos autores responsáveis pelo estudo, Ricardo Amorim, cita que o histórico de ocupação de SC com níveis sociais mais iguais, deu a oportunidade para a construção de cidades mais igualitárias.
— A presença das cidades menores classificadas entre as melhores no ranking nacional é explicada por Amorim, pelo fato de que, diferente das grandes metrópoles, elas não sofrem com o fluxo de migração de pessoas gerando o crescimento desordenado e o surgimento de favelas. Nas cidades menores, as pessoas têm oportunidades mais semelhantes, explica o autor.
— Em 2000, das 100 cidades menos desiguais do Brasil, 14 delas eram de SC. Em 2010, o número subiu para 19.

Já pensou morar em São José? Conheça o Residencial Ana Beatriz
FONTE: Hora de Santa Catarina