10 Dicas de Decoração para quartos pequenos.

Quartos pequenos estão mais do que presentes nos projetos de casas e apartamentos. Aos desiludidos com a falta de espaço, a boa notícia é que dicas simples de decoração podem colaborar para tornar os dormitórios mais práticos e com aparência maior. Ficou interessado? Então, confira as sugestões dos arquitetos Sergio Astrauskiene e Gleice Cantero. Depois, basta liberar a criatividade, sempre de olho na harmonia.

1 – Cores Claras: Cores escuras podem dar a aparência de que o quarto é ainda menor. Portanto, invista em tons claros, que conferem sensação de amplitude. Alguns detalhes também são bem-vindos. A arquiteta Gleice explicou que uma das paredes pode contar com painéis, papel de parede, adesivos. “É interessante optar por tons mais claros. Se quiser um papel de parede com listras rosa, que o fundo seja bege, claro. Um papel todo colorido diminui o quarto”, completou Astrauskiene.

 2 – Invista em espelhos: Espelhos não servem apenas para conferir a aparência. Na decoração, têm a função de proporcionar aspecto maior aos ambientes. Uma sugestão é anexá-los à porta de correr do armário. Assim, não ocupam espaço na parede.

 3 – Cama: Gavetas na cama são uma boa opção para ambientes pequenos. Alguns modelos box já vêm com elas. Se não os encontrar, vale até apostar em um colchão box em uma cama convencional. A cabeceira é um importante item de decoração, que deve harmonizar com o estilo do restante do projeto.

4 – Abuse das paredes: As paredes de quartos pequenos são grandes aliadas. Abuse delas com detalhes suspensos. Prateleiras e nichos colaboram com a organização.

5 – Objetos e roupa de cama: O ambiente claro pode ganhar cores e detalhes por meio de tapetes, roupa de cama, almofadas, cadeira colorida, pufe, quadros. Tudo isso sem exagero, é claro, e com tonalidades complementares. Se enjoar do visual, basta trocar os objetos e tecidos. O aspecto muda sem que se gaste muito e as almofadas dão um charme a mais.

 6 – TV: Colocar a televisão na parede, é uma opção para ocupar menos espaço nos móveis. “Mas tem de tomar cuidado com o que vai ligar nela. É importante que se pense onde colocar o DVD, o videogame, o aparelho da TV a cabo”, afirma a arquiteta Gleice Cantero.

7 – Porta-retratos: Porta-retratos podem incrementar a decoração e reavivar memórias. É permitido investir em molduras de modelos e tamanhos diferentes, dependendo do estilo do dono do quarto. Pequenas prateleiras servem de apoio para as fotos.

8 – Facilite a circulação: Encher o quarto de móveis pode atrapalhar a circulação, principalmente em quartos pequenos. A arquiteta Gleice recomenda deixar corredores de pelo menos 60 cm nas laterais das camas e em frente aos armários. “Em quartos de solteiro, vale encostar a cama na parede, porque se acaba ganhando espaço para circulação. Fazer isso com cama de casal não fica bom, já que quem dorme ao lado da parede tem dificuldade para se levantar.”

9 – Organização: Quanto menor o ambiente, mais organizado ele deve ser. Objetos jogados, sem espaço para serem guardados, poluem o quarto. Por isso, os móveis precisam de um bom planejamento.

 10 – Móveis: Os móveis do quarto podem ser de materiais variados, como madeira e laca. Astrauskiene recomenda a fórmica pela facilidade de limpeza. Portas de correr otimizam o espaço, assim como uma bancada de estudo ao lado da cama, que também tem a função de criado-mudo.

Confira alguns modelos de quartos pequenos que são um charme só!

 

 

FONTE: Terra

Preço dos imóveis ficará estável em 2015

fundo_imobiliario2Na opinião de corretores, construtoras e investidores de imóveis os preços no mercado imobiliário devem permanecer estáveis em 2015.

A informação faz parte de uma pesquisa realizada pelo classificado online de imóveis VivaReal para sondar as expectativas sobre o mercado imobiliário em 2015 diante do resultado das eleições presidenciais.

Foram consultadas 1.149 pessoas, sendo 93% anunciantes do site (corretores e construtoras) e 7% investidores. O objetivo do levantamento foi mostrar as perspectivas de profissionais, empresas e participantes ativos do mercado imobiliário, já que eles acompanham de perto as mudanças do setor.

De acordo com o estudo, 56% dos entrevistados acreditam que o valor dos imóveis ficará estável em 2015, enquanto 25% acreditam que os preços devem diminuir e 15% consideram que o preço deve aumentar.

Questionados sobre o número de transações de vendas e aluguéis no ano que vem, 38% disseram que o número deve diminuir, 26% acreditam que deve aumentar e 33% acham que as negociações devem permanecer estáveis.

Em relação ao apetite dos compradores, 39% acham que o número de pessoas interessadas em comprar ou alugar imóveis deve diminuir. Para 30% dos entrevistados, o número deve aumentar e 28% acham que o dado deve ficar estável.

“O sentimento é muito negativo em consequência do que aconteceu no último trimestre. Nesse período, os preços se mantiveram estáveis e a quantidade de vendas diminuiu. Os corretores sentem que o ritmo está mais devagar”, diz Lucas Vargas, diretor comercial do VivaReal.

Medidas do governo

A pesquisa também abordou a visão dos entrevistados sobre as polítivcas governamentais.

Questionados se, de forma geral, o mercado imobiliário deve melhorar, piorar ou permanecer estável no novo governo da presidente Dilma Rousseff, a maioria (46%) respondeu que deve piorar, 29% disseram que devem continuar igual e 22% acham que deve melhorar.

Em relação às expectativas sobre as políticas de financiamento imobiliário promovidas pelo governo: 44% acham que essas políticas devem ficar estáveis, 27% acreditam que devem aumentar e 26% consideram que devem diminuir.

Sobre as políticas públicas para habitação, 41% acreditam devem permanecer estáveis, 34% acham que deve aumentar e 21% acreditam que devem diminuir.

Os incentivos do governo a novos empreendimentos devem ficar estáveis para 37% dos entrevistados. Outros 31% acreditam que devem diminuir e 29% esperam que o incentivo aumente.

Apesar das expectativas negativas dos participantes do mercado, o diretor comercial do VivaReal não acredita que as condições do mercado irão piorar em 2015.

“Eu pessoalmente acredito que o mercado não vai cair. Por causa das eleições, as respostas ficam um pouco enviesadas e acabam sendo mais passionais do que racionais, mas no primeiro mandato a presidente fez uma série de políticas de incentivo ao mercado imobiliário e eu acredito que isso deve permanecer”, avalia Lucas Vargas.

Fonte: Exame

5 Passos seguros para Financiar seu imóvel

Imagem628-586x388A compra de um imóvel, para uso próprio ou investimento, costuma ser um grande passo. A fase do financiamento é a que gera mais dúvidas, em razão do expressivo capital envolvido.

Para auxiliar nesse momento tão importante, veja um roteiro sobre os principais pontos do processo.

1º Passo: Escolha do Imóvel:

Faça uma seleção considerando a região de sua preferência, o tamanho, número de cômodos e o valor pretendido. O investimento é alto e merece uma decisão acertada. Leve em consideração opinião dos outros membros da família que forem conviver no imóvel. Tente conter o entusiasmo diante dos vendedores e não haja com impulsos, principalmente após visitar o primeiro empreendimento. Avalie bem todas as opções antes de fechar algum negócio.

2º Passo: Escolha da instituição Financeira:

Caso você não disponha de toda a quantia para compra, precisará buscar um empréstimo / financiamento junto a uma instituição Financeira. Muitas são as opções no mercado, mas antes de qualquer coisa, é fundamental pesquisar as ofertas disponíveis, as diferenças entre as taxas de juros praticadas, o percentual de financiamento concedido, assim como as exigências e burocracias envolvidas. É muito importante identificar qual banco se ajusta melhor ao seu perfil, pois será um relacionamento para 10, 15, 20 ou até 30 anos.

Logo em seguida, você deverá procurar o gerente da agência escolhida e apresentar seus documentos pessoais, comprovantes de renda e informar qual quantia pretende financiar. Essa providência permitirá que o Banco agilize a Análise de Crédito.  Geralmente o processo de aprovação dura de 30 a 40 dias.

3º Passo: Efetivação do Compromisso de Venda e Compra e Análise da documentação do imóvel :

Neste momento é bom contar com a ajuda de um especialista. Recomenda-se que um advogado analise todos os documentos, desde os referentes ao imóvel, ao processo de financiamento até os documentos dos vendedores.

O estudo da documentação imobiliária, que precede a aquisição do bem, tem dois objetivos principais: verificar e minimizar o grau de risco da aquisição e demonstrar, a boa-fé do adquirente. Muitos problemas podem ser evitados nesta fase. O objetivo nunca será inviabilizar negócios, mas sim orientar quanto às correções e precauções necessárias.

4º Passo: Análise dos Vendedores:

Neste momento é avaliada a situação dos vendedores. É muito importante verificar se há restrições que possam recair sobre o bem. Além disso, ao analisar a documentação o comprador pode antecipar correções e esclarecimentos, novamente agilizando o processo de financiamento.

Invariavelmente, a instituição financeira que cederá o crédito analisará toda a documentação apresentada. Porém, recomenda-se que o comprador tenha conhecimento de tudo, pois ele será o pleno proprietário do imóvel futuramente.

5º Passo: Análise detalhada do contrato de Financiamento

Nesta fase é hora de decidir sobre os detalhes do financiamento: o sistema de amortização e garantia, a forma de reajuste, se será ou não utilizado o FGTS. Deve-se tomar conhecimento de todas as tarifas cobradas pelo banco e negociar quando possível.

Após todas estas fases, presume-se que tudo deu certo: a escolha do banco e do imóvel, o fechamento do negócio com o compromisso de Compra e Venda, a Análise de todos os documentos e a obtenção do crédito. O próximo passo é planejar sua mudança, comemorar a conquista do imóvel próprio e ser feliz!

Leis e Normas para resíduos sólidos na Construção Civil no Brasil

help-your-child-learn-about-sustainability-620x360Atualmente existem políticas públicas e uma série de leis, podemos contar também com as normas técnicas fundamentais na gestão dos resíduos da Construção Civil. Todo esse conjunto contribui para minimizar os impactos ambientais.

O setor de Resíduos Sólidos da Construção Civil se depara com o grande desafio de conciliar suas atividade com o desenvolvimento Sustentável consciente. É fundamental também, que todas as Construtoras (como nós ), e pessoal envolvido na Construção Civil, esteja ciente da importância dos cuidados com o impacto gerado no ambiente e na sociedade, e que tomem todas as providencias possíveis e cabíveis.

Nesta Publicação iremos relatar as Leis e Normas vigentes no Brasil, que tratam dos resíduos sólidos na Construção Civil no território Brasileiro.

– POLÍTICAS PÚBLICAS: Resolução CONAMA nº 307 Gestão dos Resíduos da Construção Civil, de 5 de julho de 2002. O destaque entre os elementos apontados é a Resolução CONAMA nº 307, que define, classifica e estabelece os possíveis destinos finais dos resíduos da construção e demolição, além de atribuir responsabilidades para o poder público municipal e também para os geradores de resíduos no que se refere à sua destinação.

Ao disciplinar os resíduos da construção civil, a Resolução CONAMA nº 307 leva em consideração as definições da Lei de Crimes Ambientais, de fevereiro de 1998, que prevê penalidades para a disposição final de resíduos em desacordo com a legislação. Essa resolução exige do poder público municipal a elaboração de leis, decretos, portarias e outros instrumentos legais como parte da construção da política pública que discipline a destinação dos resíduos da construção civil. No âmbito estadual de São Paulo, a Resolução SMA nº 41. Editada em outubro de 2002, busca disciplinar a destinação dos resíduos em todo o Estado com o estabelecimento de prazos para a adequação das áreas de bota-fora existentes, esses locais devem ser transformados em áreas de aterro para resíduos de construção e inertes, com condições específicas de operação previstas nas normas técnicas já existentes. Desse modo, foram integrados às atividades do órgão de controle ambiental estadual (CETESB) o licenciamento e a fiscalização das áreas
utilizadas para aterro dos resíduos da construção.

– PROGRAMA BRASILEIRO DA PRODUTIVIDADE  E QUALIDADE DO HABITAT (PBPQ-H): O Sistema de Qualificação de Empresas de Serviços e Obras (SIQ – Construtoras), do PBQP-H, prevê, em seu escopo, a necessidade da “consideração dos impactos no meio ambiente dos resíduos sólidos e líquidos produzidos pela obra (entulhos, esgotos, águas servidas), definindo um destino adequado para os mesmos”, como condição para qualificação das construtoras no nível “A”. A falta de observância desses requisitos poderá resultar na restrição ao crédito oferecido por instituições financeiras que exigem tal qualificação como critério de seleção para seus tomadores de recursos.

– POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS – PNRS. A lei 12.305/2010, que instituiu PNRS, prevê a elaboração do Plano Nacional de Resíduos Sólidos, sendo o seu processo de construção descrito no Decreto no. 7.404/2010, que a regulamentou. Cabe à União, por intermédio da coordenação do Ministério do Meio Ambiente, no âmbito do Comitê Interministerial, elaborar o Plano Nacional de 6 Resíduos Sólidos num amplo processo de mobilização e participação social. O Plano Nacional de Resíduos Sólidos tem vigência por prazo indeterminado e horizonte de 20 (vinte) anos, com atualização a cada 04 (quatro) anos e conteúdo conforme descrito nos incisos I ao XI do Artigo 15 da lei 12.305/2010.

Resumidamente essa política define a diferença entre resíduo (lixo que pode ser reciclado ou reaproveitado) e rejeito (lixo que não pode ser reaproveitado), além de citar todo tipo de resíduo (doméstico, industrial, de construção civil, lâmpadas, da área de saúde, perigosos, etc.). Os objetivos da PNRS são: Redução, reutilização e tratamento de resíduos sólidos; Destinação final ambientalmente correto de rejeitos; Diminuição do uso dos recursos naturais, como água e energia na produção de produtos; Intensificação de ações de educação ambiental; Aumento da reciclagem no país; Promoção da inclusão social; Geração de empregos e renda para catadores de materiais recicláveis.

A agenda 21 de Gestão de Recursos Naturais objetiva proteger o uso do solo para a extração de matérias-primas da construção, e para a disposição de tóxicos e poluente em sua superfície.
A lei nº 6938/81, Lei da Política Nacional do Meio Ambiente, objetiva a preservação, melhora e recuperação do meio ambiente nacional, tendo instituído, para tanto, o Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA), que representa o conjunto de órgãos, entidades e normas de todos os entes federativos União, estados, distrito federal e municípios, responsáveis pela gestão ambiental, assim como princípios e conceitos fundamentais para a proteção ambiental, estabelecendo ainda objetivos e instrumentos até então inexistentes na legislação.

Veremos agora algumas Normas Técnicas:

– NBR 15112:2004: Resíduos da construção civil e resíduos volumosos – Áreas de transbordo e triagem – Diretrizes para projeto, implantação e operação. Esta Norma fixa os requisitos exigíveis para projeto, implantação e operação de áreas de transbordo e triagem de resíduos da construção civil e resíduos volumosos.
– NBR 15113:2004: Resíduos sólidos da construção civil e resíduos inertes – Aterros – Diretrizes para projeto, implantação e operação. Esta Norma fixa os requisitos mínimos exigíveis para projeto, implantação e operação de aterros de 7 resíduos sólidos da construção civil classe A e de resíduos inertes. Visa a reservação de materiais de forma segregada, possibilitando o uso futuro ou, ainda, a disposição destes materiais, com vistas à futura utilização da área. Visa também a proteção das coleções hídricas superficiais ou subterrâneas próximas, das condições de trabalho dos operadores dessas instalações e da qualidade de vida das populações vizinhas.

– NBR 15114:2004: Resíduos sólidos da construção civil – Áreas de reciclagem – Diretrizes para projeto, implantação e operação. Esta Norma fixa os
requisitos mínimos exigíveis para projeto, implantação e operação de áreas de reciclagem de resíduos sólidos da construção civil classe A. Esta Norma se aplica na reciclagem de materiais já triados para a produção de agregados com características para a aplicação em obras de infra-estrutura e edificações, de forma segura, sem comprometimento das questões ambientais, das condições de trabalho dos operadores dessas instalações e da qualidade de vida das populações vizinhas.

– NBR 15115:2004: Agregados reciclados de resíduos sólidos da construção civil – Execução de camadas de pavimentação – Procedimentos. Esta Norma estabelece os critérios para execução de camadas de reforço do subleito, sub-base e base de pavimentos, bem como camada de revestimento primário, com agregado reciclado de resíduo sólido da construção civil, denominado “agregado reciclado”, em obras de pavimentação.

– NBR 15116:2004: Agregados reciclados de resíduos sólidos da construção civil – Utilização em pavimentação e preparo de concreto sem função estrutural – Requisitos. Esta Norma estabelece os requisitos para o emprego de agregados reciclados de resíduos sólidos da construção civil. Os agregados reciclados de que trata esta Norma destinam-se:
a) a obras de pavimentação viária: em camadas de reforço de subleito, sub-base e base de pavimentação ou revestimento primário de vias não pavimentadas;
b) preparo de concreto sem função estrutural.

Na próxima publicação, iremos falar sobre o REAPROVEITAMENTO DOS RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL NO BRASIL.

Artigo por:  Daniel Neves
Arquiteto e Urbanista – Construtora
CAU/SC – 46126-1

Konkreta Construtora

OS Resíduos na Construção Civil e suas Classes

Aguarde próximos lançamentoAtualmente a Construção Civil é reconhecida como uma das atividades mais importante no setor econômico brasileiro e também é apontada como grande geradora de impactos ambientais, pelo seu intenso consumo de recursos naturais e pela grande quantidade de resíduos produzidos, sendo responsável pela modificação da paisagem.

Uma pergunta vem como um grande desafio, como conciliar uma atividade produtiva da construção civil de modo que esse desenvolvimento seja conscientemente sustentável causando o mínimo de agressão ao meio ambiente? Motivados a perguntas como essa, que leis, políticas públicas e normas técnicas na gestão dos resíduos da construção civil foram e ainda são elaboradas.

Embora, mesmo com esses conjuntos de leis a prática não é satisfatória. Uma questão bastante complexa, requer grandes mudanças culturais e ampla conscientização. Conforme SINDUSCON-FPOLIS (2011), estudos apontam que o desperdício na construção civil pode chegar a 50%. A construção civil é responsável por cerca de 35% da extração de matéria-prima da natureza e aproximadamente 40% de todo o lixo urbano produzido diariamente é proveniente da construção civil.

Em alguns países europeus já se utiliza cerca de 95% de agregados reciclados nas construções. No Brasil este valor ainda não chegou aos 5%.

2. RESÍDUOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL E SUAS CLASSES

“Apenas quando o nível de degradação ambiental atingiu proporções alarmantes o homem tomou consciência da necessidade de preservação das
condições ambientais do nosso planeta.” (FREIRE, 2000, p. 13).

Os resíduos originados da construção civil tornam-se um problema para a população quando o descarte é feito de forma incorreta, despejados em terrenos baldios, em áreas de preservação permanente e em vias públicas. Apesar de todos os canais de informações e leis já aprovadas referente aos resíduos gerados na construção civil, convivemos no país com irregularidades quanto aos descartes e a não valorização de produtos reciclados ou reutilizados.

A construção civil é o setor de produção responsável pela transformação do ambiente natural em meio construído, adequado ao desenvolvimento das mais diversas atividades. Essa cadeia produtiva é uma das maiores da economia e, conseqüentemente, possui enorme impacto ambiental. (JOHN, 2000). Assegura o Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA – (2002) onde, determina que o gerador do resíduo deva garantir o acondicionamento dos mesmos até a etapa de transporte, avalizando a reutilização ou reciclagem, que deverá proceder corretamente desde a fonte geradora até as áreas de destinação.

Conforme TOSETTO (2011), tanto o uso de materiais convencionais ou reciclados na construção civil, dever estar submetidos as normas técnicas brasileiras e ao controle de qualidade de órgão como Inmetro, tendo assim a mesma qualidade e um custo mais baixo. De acordo a resolução 307 do CONAMA, que define critérios, procedimentos e diretrizes para a gestão dos resíduos da construção civil, “os resíduos da construção civil são os provenientes de construções, reformas, reparos e demolições de obra de construção civil, e os resultantes da preparação e da escavação de terrenos, tais como: tijolos, blocos cerâmicos, concreto em geral, solos, rochas, metais, resinas, colas, tintas, madeiras e compensados, forros, argamassa, gesso. telhas, pavimento asfáltico, vidros, plásticos, tubulações, fiação elétrica, etc., comumente chamado de entulhos de obras, caliças ou metralha”.

2.1. CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS

Segundo as Resoluções 307, 348 e 431 propostas pelo CONAMA, os resíduos são classificados da seguinte forma:

I – Classe A – são os resíduos reutilizáveis ou recicláveis como agregados, tais como:

a) de construção, demolição, reformas e reparos de pavimentação e de outras obras de infra-estrutura, inclusive solos provenientes de terraplanagem;
b) de construção, demolição, reformas e reparos de edificações: componentes cerâmicos (tijolos, blocos, telhas, placas de revestimento, etc.,), argamassa e concreto.
c) de processo de fabricação e/ou demolição de pecas pré-moldadas em concreto (blocos, tubos, meio-fios, etc.,) produzidas nos canteiros de obras;

II – Classe B – são os resíduos recicláveis para outras destinações, tais como: plásticos, papel, papelão, metais, vidros madeira e gesso;
III – Classe C – são resíduos para quais não foram desenvolvidas tecnologias ou aplicações economicamente viáveis que permitam a sua reciclagem
ou recuperação;
IV – Classe D – são resíduos perigosos oriundos do processo de construção, tais como tintas, solventes, óleos e outros ou aqueles contaminados ou prejudiciais a saúde oriundos de demolições, reformas e reparos de clinicas radiológicas, instalações industriais e outros, bem como telhas e demais objetos e materiais que contenham amianto ou outros produtos nocivos a saúde.

Na próxima publicação, iremos falar sobre as LEIS E NORMAS PARA RESÍDUOS SÓLIDOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL e REAPROVEITAMENTO DOS RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL NO BRASIL.

Artigo por:  Daniel Neves
Arquiteto e Urbanista – Construtora
CAU/SC – 46126-1

Konkreta Construtora

Entenda o Selo PROCEL: forte aliado na conservação de Energia Elétrica

8b684-destaque_classif-AAtualmente estamos passando por um período de escassez de recursos. Várias campanhas tem surgido incentivando as pessoas a racionarem e economizar no consumo de Água e Energia.

A seca que afeta muitas regiões brasileiras pode refletir não só no abastecimento, mas também no bolso do consumidor na hora de pagar a conta de energia. Afinal cerca de 70% da produção de energia elétrica no Brasil é produzida por hidrelétricas.

Sempre que um novo eletrodoméstico chega ao mercado, é bacana ficar de olho no Selo PROCEL de Economia de Energia. Você sabe como ele foi criado e o que significa?

O Selo Procel de Economia de Energia, ou simplesmente Selo Procel, tem como finalidade ser uma ferramenta simples e eficaz que permite ao consumidor conhecer, entre os equipamentos e eletrodomésticos à disposição no mercado, os mais eficientes e que consomem menos energia. Criado pelo Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica – Procel, programa do Governo Federal executado pela Eletrobras, o Selo Procel foi instituído por Decreto Presidencial em 8 de dezembro de 1993.

A partir de sua criação, foram firmadas parcerias junto ao Inmetro, a agentes como associações de fabricantes, pesquisadores de universidades e laboratórios, com o objetivo de estimular a disponibilidade, no mercado brasileiro, de equipamentos cada vez mais eficientes. Para isso, são estabelecidos índices de consumo e desempenho para cada categoria de equipamento. Cada equipamento candidato ao Selo deve ser submetido a ensaios em laboratórios indicados pela Eletrobras, e apenas os produtos que atingem esses índices são contemplados com o Selo Procel.

- Entenda os códigos da tabela da Etiqueta Nacional de Conservação de Energia:

A ENCE é concedida pelo Instituto Nacional de Metrologia – INMETRO, e tem o dever de informar o consumo de energia elétrica e a eficiência energética de alguns produtos comercializados no país. Enquanto o valor do consumo é informado em kWh/mês, a eficiência energética é uma grandeza utilizada para classificar os produtos de “A”, mais eficiente, a “E”, menos eficiente. Assim o consumidor pode comparar qual produto consome menos energia dentro de cada categoria e comprar aquele que é mais adequado.selo_procel_refrigerador

Na etiqueta também constam outras informações como marca, modelo, valor do consumo de energia ou do rendimento energético (%), e algumas especificações técnicas que poderão variar segundo o tipo de produto.

Então, ao adquirir um novo equipamento, procure sempre pelo Selo! Além de contribuir para o consumo sustentável de energia, você também vai economizar na conta de luz.

O que fazer quando o Banco não Financia a compra do Imóvel?

shutterstock_93609493Apesar dos juros estarem mais baixos, os bancos brasileiros continuam sendo muito responsáveis na
avaliação de crédito que precede a liberação de um Financiamento Imobiliário.

Se você teve seu pedido de crédito negado, não é preciso desanimar. Existem outras modalidades de financiamento de imóveis que podem se encaixar melhor no seu orçamento, como Consórcios, cooperativas ou pagamento à vista.

Abaixo discutimos algumas destas alternativas, como o consórcio de imóveis e as
cooperativas habitacionais.

1 – Consórcio de imóveis: Para quem desconhece o sistema, ele funciona da mesma forma que o Consórcio de Automóveis. as
pessoas que pretendem comprar um imóvel, mas não possuem dinheiro suficiente, se juntam de forma a comprar um apartamento para uma delas. Cada mês que passa, um ou mais imóveis são comprados, beneficiando integrantes do grupo. A contemplação pode ocorrer por lance (quem se dispor a antecipar a maior parcela do pagamento leva) ou por sorteio.

A grande desvantagem do consórcio reside no fato de que, ao contrário do financiamento, onde você tem a posse do bem imediatamente, será necessário esperar até ser sorteado. Portanto, o consórcio pode não ser recomendado para quem não tem tempo a perder e precisa da casa agora. Em contrapartida, você não paga juros, mas apenas uma taxa de administração, que varia entre 12% e 25% sobre o valor do imóvel, para a empresa que administra o grupo de consórcio.

Dependendo da administradora, também é cobrada uma taxa de fundo de reserva, que é destinada a formar uma proteção para evitar perdas aos consorciados em caso de desistências ou inadimplência de qualquer participante do consórcio. Por último, também é possível cobrar uma taxa de adesão, que nada mais é do que uma antecipação da taxa de administração e por isso mesmo deve ser deduzida das taxas de administração cobradas mensalmente.

2 – Cooperativas habitacionais: Bastante conhecido pelos brasileiros de menor poder aquisitivo, o sistema de cooperativas habitacionais vem ganhando espaço na classe média e até mesmo em segmentos de alto poder aquisitivo no Brasil. O motivo do aumento das cooperativas nos últimos anos é a tentativa de fugir dos financiamentos e de intermediários, que costumam encarecer demasiadamente a aquisição da casa própria.

A ausência de juros e de incorporadoras é vista como uma vantagem pelos cooperados, porém é preciso analisar bem o negócio antes de partir para o empreendimento. Para formar uma cooperativa, basta juntar pelo menos 20 pessoas e dar início às obras. Deixado de lado o esquema burocrático, o modo de funcionamento das cooperativas habitacionais é relativamente simples. São os próprios membros que coordenam a obra e, portanto, são responsáveis pelo andamento e gerenciamento de toda a construção.

O sucesso de uma cooperativa está intimamente ligado à gestão do grupo, que em geral administra sozinho o empreendimento. Alguns deles chegam a contratar o serviço de um consultor para ajudar na administração financeira do negócio. Quanto maior o valor do imóvel, mais cuidado você deve ter ao assinar o contrato. E o nível socioeconômico dos participantes no Brasil só tem crescido. Algumas cooperativas possuem imóveis de até R$ 400 mil. Essa alternativa para a compra da casa própria, portanto, já deixou se ser vista como popular.

3 – Investir seu dinheiro e comprar à vista: Também é possível aplicar mensalmente o valor das prestações do consórcio em um fundo de investimento. Vamos assumir, por exemplo, que você não foi sorteado até o final do consórcio e teve que esperar 120 meses para receber seu imóvel. Por outro lado, se você aplicar R$ 500 todos os meses a um ganho médio de 0,6% ao mês – já descontados os impostos -, poderá juntar muito mais dinheiro que em um consórcio, onde não há pagamento de juros sobre o que já foi poupado e ainda incidem as taxas administrativas.

Diante disto fica claro que uma alternativa bastante viável, mas que muitos deixam de lado em favor da pressa de realizar seu sonho, é o de investir todos os meses para juntar um dinheiro suficiente para comprar a casa à vista. O mais interessante é que a maioria das pessoas acredita que não consegue aplicar R$ 500 todos os meses, mas de alguma forma mantém o pagamento das prestações do consórcio, correndo o risco de acabar tendo que sair do grupo e recebendo bem menos do que aplicaram no período.

FONTE: InfoMoney

Time Palhocense vence e consegue subir para a Série A do Catarinense.

GuaraniAntes mesmo do apito final em Palhoça, o Guarani já estava garantido na Série A do Campeonato Catarinense, devido aos resultados obtidos por adversários em outros jogos decisivos ( o Bugre venceu o Inter de Lages por 2 a 0, e o Concórdia empatou por 1 a 1 com o Camboriú).

A noite da última quarta-feira (5) foi especial para Palhoça. A torcida compareceu em bom número no Estádio Renato Silveira para apoiar o time do técnico Amaro Júnior. Discreto, o treinador não fez promessas antes do jogo e tomou cuidado para que seus jogadores não descobrissem o resultado da partida do Concórdia, que ainda lutava pelo acesso. O Inter de Lages conquistou a vaga na Série A do Estadual no último final de semana, por isto o técnico Leandro Niehues preferiu poupar outros jogadores, já pensando na final do campeonato, o que diminuindo sua força ofensiva.

Dependendo apenas de um empate para se garantir na elite do Futebol Catarinense, o que os torcedores presenciaram foi um time ofensivo e armado para vencer. Durante o jogo houveram poucas oportunidades de gol no primeiro tempo. Felipe Oliveira foi o jogador mais próximo de balançar a rede, mas o experiente atacante do Bugre perdeu a oportunidade no finalzinho da primeira etapa.

A falta de emoção do início do jogo foi compensado no segundo tempo. Logo aos cinco minutos quando Hegon pegou o rebote do goleiro Pablo para abrir o placar. O gol de tranquilidade ao Guarani que administrava a partida. Aos 36 minutos, Alan foi derrubado dentro da área e o árbitro Willian Machado Steffen marcou pênalti. Tauã cobrou e fechou o placar em Palhoça.

Pela terceira vez, o Guarani conquista o acesso para a Primeira Divisão do Estadual, e nenhum outro jogador estava tão emocionado com o acesso do Guarani à Série A do Campeonato Catarinense quanto o goleiro Rodrigo Rocha.

— Eu me emocionou porque sou daqui, como grande parte do time. Minha família está na arquibancada, é um grande orgulho. Esse acesso é muito importante e devemos aprender com os erros de 2013 para continuar mais tempo na elite — explicou, com os olhos cheios de lágrimas, no meio da festa azul.

Amaro Júnior é outro personagem importante desta conquista. Presidente licenciado, ele é mais que um técnico. Ele é a cara do time. Raça não lhe falta, ele é insistente e não desiste do Bugre. Essa fé, ajudou a trazer para Palhoça mais uma vez a vaga na Série A do Estadual.

— Agora o momento é de comemoração, mas quero mais. Quero mais um troféu para a nossa galeria — sentenciou Amaro.

Confira algumas fotos.

Escola de Samba Palhocense realiza Projeto nos Bairros da cidade

A Escola de Samba Palhoça Terra Querida já está ensaiando para o próximo Carnaval, que apresentará na Passarela Nego Quirido.rio-carnaval-2015-logo

O desfile está marcado para os dias 13 e 14 de Fevereiro 2015. Através de sorteio ocorrido no Teatro Alvares de Carvalho (TAC) no dia 04 de Agosto, e por classificação pré-definida, a Liga das Escolas de Samba de Florianópolis (Liesf) ordenou a entrada na avenida das 12 escolas do Grupo Especial e de Acesso.

“Vamos marcar historicamente o Carnaval da cidade de Florianópolis e deixar mais claro e transparente como é feita a escolha”, disse Joel da Costa Jr, presidente da Liesf, sobre o sorteio feito por autoridades e representantes do Samba.

O Grupo de Acesso abrirá o Carnaval com apresentações no dia 13 de Fevereiro. A primeira a entrar na avenida será a Acadêmicos do Sul da Ilha, agremiação que ascendeu ao acesso por ter sido a primeira colocada dos Blocos em 2014, seguida pela Palhoça Terra Querida, segunda agremiação a desfilar.

Com o objetivo de levar mais de 1.500 componentes para incrementar o desfile Carnavalesco de 2015, Palhoça Terra Querida apresenta este projeto para arregimentar simpatizantes. Trata-se de uma apresentação semanal com duração de aproximadamente 01h e 30 minutos, a ser realizado em alguns dos mais de 20 bairros da cidade de Palhoça.

A Escola contará com um pequeno palco e aparelhagem de som com 4 caixas grandes, mesa de som com pelo menos 6 canais e 5 microfones. Além disso, haverá a participação de 18 ritmistas, 01 casal de mestre sala e porta bandeira, 01 rainha bateria, 03 intérpretes, 02 cavaquinhos, 02  mestres de bateria, 06 diretores, 01 rainha e 2 princesas e 12 componentes da velha guarda, totalizando 48 integrantes.

Música boa, Alegria e Samba no pé,  é o que não irá faltar. Fique de olho na programação e participe do Projeto Entre Bairros.
Informações: www.grespalhocaterraquerida.com.br

 

 

Conheça 13 Raças de Cães Ideais para apartamento

Morar em imóvel pequeno não significa que não terá um lar completo com filhos e até mesmo animal de estimação. Para ter um bichinho dentro de casa existem diversas condições e precauções como a permissão do condomínio ou até o porte do animal, pois não é todo condomínio que admite animais de estimação nos apartamentos e muitos dos que permitem, possuem áreas de restrição.

Caso você more num prédio onde é possível ter um Pet, é preciso se atentar à raça do animal. Dos diversos problemas relacionados a cachorros em apartamentos, um dos mais sérios e comuns se refere a cães que latem excessivamente. Enquanto alguns cachorros têm mais propensão a latir, outros sofrem com ansiedade da separação e latem quando estão longe dos donos.

Os melhores cachorros para apartamento tendem a ter um nível de energia baixo e um temperamento calmo. Quando há pouco espaço, os cães de pequeno porte podem se tornar os melhores cachorros para apartamento. Eles saem em vantagem por serem menores, e porque conseguem fazer as suas necessidades tranquilamente no tapetinho ou jornal. Mas engana-se quem pensa que todos os cães de pequeno porte são a melhor opção para apartamento. Algumas raças neste porte são bastante barulhentas, ativas e espaçosas do que cães grandes, que por sua vez podem se destacar e viver tranquilamente em espaços pequenos.

O ideal é que os cachorros que irão viver em prédio sejam mais quietos e tolerem ficar sozinhos sem terem as distrações proporcionadas por uma casa, além disso, bons cachorros para apartamento precisam ser sociáveis. Lidar bem com desconhecidos e outros animais, não se incomodar com crianças, adultos, idosos ou bebês. É importante também que o cachorro não se assuste com carrinhos de criança, sacolas e outras coisas que são comuns das pessoas levarem de um lado para o outro.

Saiba agora 13 raças de cães que se adaptam perfeitamente a imóveis pequenos:

1 – O Mini Poodle (Poodle Toy): A raça Poodle é conhecida pela sua inteligência e atividade, porém, o Mini Poodle, além de apresentar estas características também possui um porte menor, não exigindo muito espaço para viver bem. Apesar disso, precisa se exercitar frequentemente, para não ter problemas com peso e também para o equilíbrio de sua energia.

2 – Yorkshire Terrier: Esta raça é uma das que melhor de adapta a apartamentos, porém, devido sua hiperatividade, precisam de exercícios frequentes. Existem pessoas que criam até mais de um animal desta raça dentro do apartamento, devido o fato de ser uma raça realmente pequena.

3 – Fox Terrier: Esta raça costuma ter um temperamento forte e enérgico. Um cãozinho da raça Foz Terrier pode ser facilmente criado em um apartamento, porém não gosta nem um pouco de ficar preso, portanto precisam correr em parques, pátios, praças ou qualquer outra área ao ar-livre. É ideal para condomínios que permitam a presença de animais nas áreas comuns.

4 – Schnauzer Miniatura: Este é um animal considerado de pequeno-médio porte. Podendo se adaptar de maneira rápida a apartamentos ou imóveis pequenos, mas precisam dar passeios esporádicos, além da ida rotineira ao pet-shop, pois possuem temperamento ativo.

5 – Pinscher: O Pinscher é uma raça ideal para ter num apartamento, pois, além de ter um porte bastante pequeno, os cães desta raça costumam ser companheiros das crianças, é muito dedicado à família, apesar de não gostar muito de ficar no colo. Assim como os outros cãezinhos, o Pinscher precisa realizar passeios frequentes.

6 – Dachshund ( Salsichinha / Cofap): Este é um cãozinho muito bom para ter em um apartamento. Embora sejam ciumentos com relação a outros animais, quando criados juntos desde pequenos não apresentam nenhum problema, nem mesmo com relação a gatos. Deve-se tomar o devido cuidado, pois a raça Dachshund por si só já possui certa tendência à obesidade, portanto, os passeios são indispensáveis.

7 – Shih-tzu: Os cães da raça Shih-tzu costumam ter temperamentos muito tranquilos, são sensíveis e afetuosos, principalmente com crianças. Devido a estas características e ao pequeno porte do animalzinho, para criar esta raça não é preciso ter muito espaço, portanto são ótimas companhias para ter em pequenos imóveis. É um dos melhores cachorros para apartamento.

8 – Pug: Apesar de sua energia e agitação enquanto ainda filhote, ao atingir a idade adulta o cão da raça Pug se torna muito calmo. Cães desta raça não costumam latir muito, o que é bastante interessante, visto que, em apartamentos, uma das principais reclamações é com o barulho, e também é de pequeno porte. Possui uma tendência grande à obesidade e os exercícios são essenciais para a saúde do animalzinho.

9 – Bulldog Francês: Os cãezinhos da raça Bulldog Francês, em geral, são muito enérgicos, ativos e exigem demais à atenção do seu dono. São tão apegados a estes que, quando passam muito tempo distante deles, podem até adoecer. Apesar disso, são facilmente adaptáveis a apartamentos e adoram um bom passeio pelo condomínio.
Veja também o Bulldog Inglês, ele aparece em nossa lista como uma das raças mais caras do mundo.

10 – Spitz Alemão (anão): Este é um cachorro com temperamento muito dependente. Costumam ser delicados e meigos, mas precisam de alguém por perto. Adaptam-se facilmente a ambientes com mais de um animal, principalmente se forem criados juntos desde pequenos.

11- Lhasa Apso: Esse cachorro é quieto, calmo e carinhoso com o dono. Apesar de não ser necessariamente carinhoso com estranhos, ele as aceita bem e vive tranquilamente em espaço pequenos.

12 – Boston Terrier: O Boston Terrier é um cachorro alegre e, apesar de ser energético, gasta a sua energia fácil.  Além disso, ele pode ser treinado para ficar sozinho.

13- Lebrel Italiano: O Pequeno Lebrel Italiano é tímido e ama carinho. Ele é de pequeno porte e, na maioria dos casos, fica bem sozinho. Pesam aproximadamente 5 kilos e gostam muito de correr.  Por serem magrinhos, quebram os ossos facilmente e, portanto, alguns especialistas não recomendam que ele conviva com outros cães que gostam de brincadeiras brutas. Eles são extremamente apegados aos donos e tímidos com pessoas desconhecidas. Amam caminhadas diárias e precisam delas para gastar energia. Não gostam muito de latir, não tem cheiro e soltam pouco pêlo.

Mas Cachorros que vivem em casa podem se tornar bons cachorros para apartamento? A resposta é sim! Alguns cachorros que não são indicados para viver em apartamento ou que antes viviam em casa podem aprender a serem cachorros para apartamento.

Um cachorro que tem bastante energia, por exemplo, precisará se exercitar e fazer caminhadas diárias em outros lugares para que ele fique calmo quando estiver em casa. Se você tem um cachorro com muita energia ou um cachorro que não tolera ficar sozinho, vale considerar algumas alternativas para que o seu cachorro viva bem em apartamento. Diversos donos optam por colocar o cachorro na creche, dado que lá ele interagirá com outros animais, irá brincar e também não ficará sozinho.