Como decorar a casa gastando pouco

Como decorar a casa gastando pouco

Você acabou de se mudar, está super feliz com o novo espaço mas não sobrou para investir na decoração? Calma, temos a solução. Preparado para usar a criatividade?

Decorar gastando pouco é o desejo de todos, não é mesmo?! Seja para uma pequena mudança ou alterar completamente o ambiente. De qualquer maneira, é bom fazer um planejamento da intenção dos gastos e também dos caminhos decorativos.

Vamos ver algumas opções para você repaginar o seu lar.

A primeira coisa que deve saber é que os acessórios fazem toda a diferença na decoração. Por exemplo, se você possui um sofá neutro pode incrementá-lo com almofadas coloridas, com mantas, uma capa e já terá uma mudança considerável.

 

Na hora de escolher esses pequenos detalhes, não tenha medo de investir em cores mais chamativas e estampas diferentes, pois como são fáceis de serem trocados, sempre que houver a necessidade, você pode brincar com tonalidades mais marcantes, criando pontos de destaque no ambiente.

Uma boa pintura vai mudar o espaço, só é preciso lembrar que cores escuras deixam o lugar menor, então se o espaço for pequeno, o ideal será utilizar cores claras para ampliar o ambiente. Os tons neutros são a melhor alternativa para as paredes e também para os móveis maiores podendo ousar nas cores dos acessórios.

Outra opção para decorar gastando pouco é o uso de adesivos, são ótimos para dar personalidade ao lar. Além de baratos, você mesmo pode aplicar o material.

Após escolher os itens de tecidos, escolha o restante dos acessórios que irão compor o ambiente. Vasos, livros e bandejas são algumas opções que deixam a decoração mais sofisticada e também podem ser trocados com frequência.

Tijolos aparentes, fios e tubulações à mostra podem ser elementos da decoração. Integre-os e crie um estilo despojado. Pinte-os com cores vibrantes, cole adesivos e os exiba.

Se o orçamento é curto, procure por pisos vinílicos feitos à base de PVC. Eles são mais baratos e práticos. Alguns modelos funcionam com encaixe, dispensando o uso de cola para instalar.

Outro ponto positivo desse piso é a versatilidade, com texturas, cores e acabamentos diferentes, com opção para todos os estilos. O único porém é que o piso exige cuidado: é indicado aplicar feltro nas extremidades dos móveis para não machucar o material.

Pense bem antes de se desfazer daquele banco ou cadeira antiga. Com apenas uns retalhos de pano você pode deixar qualquer móvel com uma cara nova e super moderna.

Também pode optar por um efeito decoupage utilizando recortes de revista ou tiras de jornal. Basta aplicar com cola branca, e sempre com o auxílio de um pincel para deixar o material bem liso e esticado. Depois de revestir toda a superfície, aplique uma demão de verniz e pronto!

A iluminação é a maquiagem na decoração. Então invista em abajures, luminárias ou até mesmo em luzes de Natal para dar diferentes efeitos de iluminação indireta no seu cantinho.

Outro detalhe para mudar a decoração do seu quarto é a roupa de cama. Colocando um belo jogo, você já vai sentir a diferença do novo ambiente.

E para concluir as dicas de hoje, não podemos deixar de mencionar os pallets e caixotes de feira, pois continuam sendo uma ótima e econômica opção para renovar os espaços. Depois de ver tantas dicas é hora de colocar a mão na massa. Planeje com cuidado cada cômodo e anote os valores de tudo, pois mesmo gastando pouco se for renovar toda a casa o susto pode ser grande. ;)

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Quando posso usar o FGTS para abater a dívida do imóvel?

Dúvida do internauta: Possuo dois imóveis e gostaria de amortizar o saldo devedor utilizando meu FGTS. O funcionário da Caixa me informou que talvez eu não possa efetuar essa transação porque já tenho um imóvel. Afinal, quando posso e quando não posso usar o FGTS para amortizar o financiamento de um imóvel?

Resposta de Marcelo Prata*:

Realmente o funcionário da Caixa está correto. A utilização do FGTS para a compra do imóvel, amortização ou quitação do financiamento imobiliário ou carta de consórcio deve seguir as regras abaixo:

– Não pode ser proprietária(o), possuidora(o), promitente comprador(a), udufrutuária(o) ou cessionária(o) de outro imóvel residencial, concluído ou em construção, localizado:

> o no mesmo município onde trabalha, incluindo as cidades que fazem divisa ou na mesma região metropolitana;
> o no mesmo município onde reside, incluindo as cidades que fazem divisa ou na mesma região metropolitana;

Agora, caso o segundo imóvel que você possua esteja localizado em outra localidade, fora do municipio, da divisa ou da região metropolitana onde você trabalha ou reside, então, sim, poderá utilizar o FGTS para amortizar o financiamento imobiliário.

Para isso, será preciso que você apresente a matricula atualizada desse segundo imóvel e anexe juntamente uma declaração onde informe que tem ciência das regras do FGTS e que esse imóvel está fora das condições restritivas para sua utilização.

Apesar de não ser uma exigência formal, tenho visto na prática que esse tipo de declaração ajuda os analistas do banco na análise da sua solicitação.

*Marcelo Prata é especialista em crédito imobiliário e fundador dos sites Canal do Crédito e Resale.com.br

Caixa Econômica aumenta para 70% financiamento de imóveis usados

Já para quem trabalha no setor público, valor pode chegar a 80%

A Caixa Econômica Federal anunciou na última segunda-feira (7), que vai financiar até 70% de imóveis usados através do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), para funcionários do setor privado. Já para quem trabalha no setor público a cota mudou de 60% para 80%. A medida foi divulgada pelo vice-presidente de Habitação da Caixa, Nelson Antonio de Souza.

Vale lembrar que em maio de 2015, o limite de financiamento para imóveis usados tinha sido reduzido pela instituição financeira, quando caiu de 80% para 50%. Na época, a Caixa divulgou que a medida era para estimular o crédito habitacional para moradias novas.

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Além disso, Miriam Belchior, presidente da Caixa, anunciou a reabertura do financiamento do segundo imóvel, que vai funcionar com as mesmas condições de financiamento de um primeiro imóvel. Para quem não se lembra, essa linha de crédito estava fechada, e com essa alteração o cliente vai poder ter dois imóveis financiados ao mesmo tempo, ou até mesmo conseguir ganhar tempo para vender a primeira aquisição.

As mudanças no financiamento de imóveis tem como objetivo reaquecer a demanda e também retomar o crescimento imobiliário. Além dessas medidas, o banco anunciou o também aumento dos recursos para contratação do financiamento imobiliário.

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Conheça as diferenças entre a hipoteca e a alienação fiduciária de imóveis

A hipoteca e a alienação fiduciária de imóveis são utilizadas para garantia do cumprimento de contratos de aquisição de imóveis, de empréstimos ou dívidas. A utilização de uma ou outra garantia é uma opção das partes ou, normalmente, do agente financeiro que empresta o dinheiro para a aquisição do imóvel.

O advogado Sérgio Eduardo Martinez, especialista em Direito Imobiliário e autor do livro Alienação Fiduciária de Imóveisexplica que, até pouco mais de dez anos atrás, a hipoteca era a forma de garantia mais utilizada pelos bancos e agentes financiadores de imóveis, sobretudo porque não havia previsão legal que permitisse a contratação da alienação fiduciária de imóveis.

hipoteca

A principal diferença entre as duas formas está no cumprimento do contrato de financiamento (Foto: shutterstock)

Para ele, o defeito dessa forma de garantia é a enorme dificuldade do procedimento de cobrança da dívida, que exige o ajuizamento de ação judicial de execução, sujeitando o credor ao congestionado Poder Judiciário Brasileiro, o que torna a recuperação do valor emprestado lenta e dificultosa.

Segundo Martinez, atualmente a alienação fiduciária é a forma de garantia utilizada pela maior parte dos contratos de financiamento de imóveis por agentes financeiros, bancos e administradoras de consórcios. Embora criada pela Lei Federal nº 9.514 em 1997, foi sendo parcialmente modificada e aperfeiçoada nos últimos anos e tornou-se uma forma segura e rápida de recuperação do valor financiado.

“A principal diferença entre as duas formas está na maneira de se exigir o cumprimento do contrato de financiamento. Enquanto na hipoteca isso deve passar pelo Poder Judiciário com imprevisíveis estimativas de duração, na alienação fiduciária de imóveis esse procedimento é realizado de forma extrajudicial, perante o Cartório de Registro de Imóveis, sendo necessário apenas ajuizar uma ação ao final do procedimento para a retomada da posse do imóvel”, explica.

Martinez conta que, embora os contratos sejam elaborados para serem espontaneamente cumpridos, existem casos, felizmente a minoria, que resultam em situações de exigência forçada. “Nesses casos, a celeridade do procedimento de retomada do bem estabelecida na alienação fiduciária de imóveis tem sido muito mais vantajosa e o procedimento extrajudicial de cobrança já foi questionado de diversas formas no Poder Judiciário não encontrando, em regra, qualquer oposição ou embaraços”, salienta.

Mas as vantagens da contratação da alienação fiduciária de imóveis não se limitam à celeridade do procedimento de cobrança. Na hipoteca, durante a longa e lenta ação judicial, o devedor usufrui normalmente do bem, não havendo previsão legal de valor compensatório para o prazo de ocupação após a falta de pagamento do financiamento.

“Na alienação fiduciária de imóveis, por sua vez, a legislação prevê que o devedor deverá pagar ao credor o equivalente a 1% da avaliação contratual do imóvel até a desocupação, além das despesas incidentes sobre o próprio imóvel, como condomínio, taxas e impostos”, ressalta.

Embora não se possam negar vantagens e desvantagens em ambos os casos e até, eventualmente, a conveniência da escolha da hipoteca em situações pontuais, Martinez enfatiza que a alienação fiduciária de imóveis teve grande influência na oferta de crédito para financiamentos de aquisição de imóveis nos últimos anos. “Isso certamente ocorreu porque trouxe aos financiadores a certeza e segurança necessárias e até então inexistentes”, conclui.

Fonte:// zappro

Construtoras financiam até 80% do valor do imóvel

São Paulo – Os bancos vêm pisando no freio na hora de financiar imóveis no Brasil. Para conter os cancelamentos de contratos de clientes que não conseguem crédito na praça na hora da entrega das chaves, construtoras voltaram a financiar imóveis de forma direta. Algumas, mais agressivas, chegam a conceder crédito em valor equivalente a até 80% do valor do imóvel.

É o caso da Cyrela. Além do porcentual mais alto do financiamento, a construtora também consegue financiar imóveis por um prazo mais longo do que o da concorrência: 240 meses (20 anos).

De acordo com o diretor financeiro da construtora, Eric Alencar, essas condições são as melhores já oferecidas na história da empresa. “Antes, havíamos chegado a financiar, no máximo, 75% do valor do imóvel, e em até 180 meses”.

O financiamento direto oferecido pelas construtoras costuma oscilar conforme as condições do mercado. Quando há muito crédito no mercado, as empresas costumam interromper os financiamentos, já que a demanda é menor. Como a concessão do crédito não é o principal negócio das construtoras, e acabam gerando custos e riscos para essas empresas, dificilmente elas conseguem oferecer condições melhores do que as concedidas pelos bancos em um cenário mais favorável.

Alencar aponta que a Cyrela nunca parou totalmente de financiar de forma direta, mas voltou a conceder agora esse tipo de crédito de forma mais estruturada e com condições mais atrativas por conta da crise. “Buscamos ao máximo oferecer condições semelhantes às dos bancos”.

Outra construtora que voltou a oferecer o financiamento direto em um cenário de aumento dos contratos cancelados foi a M. Bigucci. Assim como a Cyrela, a construtora cobra juros de 12% ao ano e as prestações são corrigidas pela inflação. Já o tempo máximo de financiamento e o porcentual financiado são mais restritos: o crédito é concedido por até 150 meses e equivale a, no máximo, 70% do valor do imóvel.

A Eztec também oferece financiamento direto aos clientes em até 150 meses e correspondente a até 75% do valor do imóvel, com taxa de juros de 12% ao ano corrigida pelo IGP-M.

Mais flexibilidade

Assim como no banco, somente quem tem um bom histórico de crédito tem acesso ao financiamento oferecido pela construtora. Mas a possibilidade de a empresa avaliar esse histórico durante o período da construção do empreendimento, no caso de quem comprou o imóvel na planta, pode tornar essa análise de crédito mais flexível.

Isso significa permitir que o cliente possa comprometer uma fatia maior da renda em alguns casos, diz o diretor da construtora M. Bigucci, Marcos Bigucci. “Podemos conceder o crédito mesmo que ele seja equivalente a 40% da renda do cliente, por exemplo”. Nos bancos, os financiamentos só são concedidos se não comprometerem mais de 30% da renda do tomador.

Além de buscar oferecer uma opção de crédito para o cliente que tem o financiamento negado pelo banco, o foco do financiamento direto é atender compradores que tenham dificuldade de comprovar renda em instituições financeiras, como microempresários e trabalhadores sem carteira assinada.

O financiamento direto também é utilizado pelas empresas para oferecer maior segurança para novos clientes que queiram comprar um imóvel na planta, mas não têm a certeza de que o financiamento será aprovado pelo banco quando a obra acabar. “Nesse caso, já asseguramos o financiamento direto na hora de entrega das chaves”, diz Bigucci.

A construtora também pode personalizar a periodicidade de pagamento das parcelas, que pode ser semestral ou ter valores maiores no final do ano, quando o cliente recebe o 13º salário, por exemplo, conta o diretor. “Temos clientes que venderam um imóvel, mas irão receber os valores a cada seis meses. Buscamos então uma solução para adequar o financiamento às suas necessidades”.

Crédito exige cuidado

Geralmente, as taxas cobradas pelas construtoras no financiamento são maiores do que as oferecidas pelos bancos, o que aumenta o saldo devedor final.

Além disso, as parcelas são reajustadas por índices de inflação, que costumam ter variações maiores do que a Taxa Referencial (TR), mais comum nos financiamentos bancários. A título de comparação, o IGP-M fechou 2015 em 10,54%. Já a TR em 1,70%.

Além disso, as construtoras não costumam oferecer, como os bancos, financiamento com parcelas que diminuem ao longo do tempo. O mais comum é que o sistema de amortização da dívida no crédito dado pelas construtoras seja pelo sistema Price, no qual o valor das parcelas é fixo durante todo o tempo do financiamento. Ou seja, as parcelas podem pesar no orçamento durante um longo período, a não ser que ocorra uma amortização do saldo devedor no meio do caminho (veja como antecipar as parcelas do financiamento imobiliário).

O prazo do financiamento, ainda bem inferior ao que os bancos costumam oferecer, também faz com que as parcelas fiquem mais pesadas e exige atenção redobrada do comprador para evitar um descontrole financeiro.

Vale destacar ainda que, se por um lado as construtoras são mais flexíveis na concessão dos financiamentos, por outro os tomadores correm mais riscos de se comprometer com parcelas maiores do que seu orçamento pode arcar.

É o caso da aposentada Nazaré de Araújo de Sousa, 64 anos. Ela teve o crédito negado pelo banco por ter renda insuficiente para arcar com as parcelas e comemora o fato de ter obtido o financiamento oferecido pela construtora, que evitou que tivesse de cancelar o contrato de seu apartamento de 56 metros quadrados em São Paulo.

Contudo, Nazaré terá de pagar prestações de 2,6 mil reais por mês, valor que corresponde a cerca de 80% do valor da sua aposentadoria. Com parcelas reajustadas pela inflação, ela vem sentindo um aumento no valor das parcelas a cada mês, mas confia que irá aliviar o peso das prestações nos próximos meses. “Estou iniciando um negócio próprio e pretendo aumentar minha renda em breve”.

Fonte: Revista Exame

Posso usar o FGTS para pagar prestações do imóvel em atraso?

Duvida do internauta: Tenho um imóvel financiado pela construtora. Estou com o pagamento de algumas parcelas atrasado, mas ainda não recebi nenhuma notificação. Trabalho há três anos em uma mesma empresa e gostaria de saber se posso usar o meu FGTS para quitar essas prestações em atraso. 

Resposta de Marcelo Prata*

A utilização do FGTS para quitar parcelas atrasadas do imóvel somente é possível quando o financiamento foi concedido dentro do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) por uma instituição financeira ou por meio de consórcios.

 No caso do financiamento direto com a construtora não é possível utilizar o FGTS para amortização ou pagamento de prestações em atraso. A exceção a essa regra é se o imóvel ainda estiver em nome da construtora, ou seja, se existir somente um Compromisso de Compra e Venda, mas a escritura definitiva de compra do imóvel ainda não foi lavrada. Nesse caso, o FGTS poderia ser utilizado como parte do pagamento e o restante pago por meio de financiamento imobiliário com um banco, como acontece em uma compra de imóvel tradicional.

*Marcelo Prata é fundador do site de comparação de financiamento imobiliário, Canal do Crédito.

Fonte: revista Exame

Consórcios de Imóveis crescem 47% no ano

As vendas de novas cotas de consórcios de imóveis cresceram 47% no acumulado de Janeiro a Setembro em comparação com o mesmo período de 2014. Segundo balanço divulgado no último dia 3/11 pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), houve 179,6 mil ingressos em consórcios para aquisição de imóveis nos primeiros nove meses de 2015, em comparação a 122,2 mil nos mesmos meses do ano passado.

imagesLevando-se em conta outras modalidades de consórcios (motocicletas, veículos novos, veículos usados, além de imóveis), o crescimento no período foi 4,4%, com a venda de 1,74 milhão de cotas de Janeiro a Setembro. No período equivalente de 2014, houve 1,67 milhão de novos ingressos. No total, o número de participantes de consórcios chegou a 7,15 milhões em Setembro de 2015. No mesmo mês do ano passado, 6,98 milhões de pessoas participavam de alguma modalidade de consórcio.

A associação atribui a expansão do setor ao cenário econômico atual, que incluí alta da inflação e taxas de juros, além de mudanças nas regras para financiamento de imóveis. “O consumidor brasileiro tem procurado reavaliar seus gastos mensais estabelecendo mudanças nas condutas pessoais ou familiares dentro do orçamento do mês, visando à manutenção do seu poder de compra”, ressalta a nota da Abac.

Os consórcios de veículos leves tiveram aumento de 14,5% nas vendas no acumulado dos nove primeiros meses de 2015. De Janeiro a Setembro houve 709,5 mil novos ingressos no sistema, enquanto no mesmo período do ano passado foram 619,5 mil. Ao todo, havia 3,12 milhões de participantes de consórcios para aquisição de veículos de passeio e caminhonetes em Setembro deste ano, crescimento de 8,3% em comparação a Setembro do ano passado. No mesmo mês de 2014, havia 2,88 milhões de participantes.

O resultado foi negativo levando-se em conta apenas o ramo de motocicletas. A venda de novas cotas para aquisição de motos teve queda de 8,6% entre Janeiro e Setembro deste ano em comparação com o mesmo período de 2014. No acumulado dos nove primeiros meses de 2015 foram registrados 802,8 mil novos ingressos em consórcios para compra de motos. No mesmo período do ano passado as vendas desse tipo somaram 878,5 mil. Ao todo, os consórcios para veículos de duas rodas englobavam 2,89 milhões de participantes em Setembro, contra 3,01 milhões no mesmo mês de 2014.

FONTE: Agência Brasil

Ministro Gilberto Kassab diz que ” Minha Casa Minha Vida 3 não terá mesma velocidade”.

Gilberto Kassab - Ministro das CidadesO Ministro das Cidades, Gilberto Kassab, disse na Câmara dos Deputados que a fase três do programa Minha Casa, Minha Vida “não terá a mesma velocidade” que as fases anteriores, devido à crise econômica pela qual passa o país. Kassab apresentou aos deputados as mudanças previstas para a terceira etapa, e disse que a prioridade agora é honrar compromissos da segunda etapa.

A ideia inicial do governo era lançar a terceira fase do Minha Casa, Minha Vida no dia 10 de setembro, no entanto, avaliações internas do Planalto indicaram que a nova fase não poderia ser oficialmente lançada antes da aprovação do Orçamento de 2016, que ainda não foi votado pelo Congresso Nacional.

Nós vamos nos esforçar para que possamos ter algumas contratações ainda no presente ano. Não é compromisso, é um esforço, todos sabem as dificuldades financeiras pelas quais passa o governo. A prioridade, agora, é honrar os compromissos das obras que estão sendo executadas”, disse Kassab. De acordo com o Ministro, existem recursos assegurados para a conclusão de 1,5 milhões de casas da segunda fase do programa.

As alterações anunciadas pelo governo foram apresentadas no dia 22/09 pelo Ministro das Cidades na Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados. Entre elas, o governo adiantou que o valor limite da renda da primeira faixa do programa, que não tem juros e conta com maior subsídio, vai aumentar de R$ 1,6 mil para R$ 1,8 mil por família. O governo também vai criar um grupo intermediário de renda, chamado de Faixa 1,5, que vai atender a famílias com renda de até R$ 2.350 mensais, que terão subsídio até R$ 45 mil.

Os juros cobrados dos beneficiários do programa também serão alterados: nas faixas 2 e 3, que variavam de 5% a 7,16% ao ano, dependendo da renda familiar bruta, subiram para entre 6% e 8%. Já a nova faixa criada pelo governo terá juros de 5% ao ano. Na faixa 1, os beneficiários continuam isentos de juros

Por Aline Leal – Repórter da Agência Brasil | Edição: Maria Claudia
Fonte:Agência Brasil

“Hora de comprar imóveis é boa e ainda vai melhorar”, diz especialista

comprar-apartamento-em-camboriuO cenário atual não é nada bom para a economia do país. PIB negativo, inflação acima do teto da meta e cortes de gastos do governo se tornaram manchetes comuns no noticiário. Nesse cenário, chama a atenção ainda o preço dos imóveis, que vem recuando seu ritmo de crescimento e já não apresentam mais valorização real, quando é descontada a inflação.

Com tudo isso, onde encontrar as melhores oportunidades de investimento? Antonio Brown sócio da consultoria de investimentos XCare Investimentos, afirma sobre imóveis que “a hora de comprar é boa e ainda vai melhorar”, e ainda destaca momento positivo dos investimentos de renda fixa.

Para o especialista, quem tem um bom capital guardado pode considerar comprar um imóvel como uma boa alternativa de investimento. “Existem várias construtoras fazendo promoções, acho essa uma escolha bem interessante”, relata o especialista.

Sobre os cuidados para investir em um imóvel, Antonio destaca escolher um bom corretor de imóveis para identificar as melhores oportunidades e também escolher construtoras sólidas, para o caso de quem for comprar o imóvel na planta. O especialista ainda alerta que esse é um investimento de médio e longo prazo. “O ideal é comprar bem no momento de baixa e fazer uma locação até uma venda mais futura”, relata.

Em relação à renda fixa, Antonio também afirma que o momento é favorável para aplicações em títulos públicos e privados. Nesse caso, as melhores opções, para o especialista, são os títulos públicos, os CDB (Certificados de Depósito Bancário) e LCI (Letras de Crédito Imobiliário).

Na hora de escolher entre eles, o especialista afirma que, para quem precisa de mais liquidez, os títulos públicos são a melhor opção, mas sempre tomando cuidado com a escolha do título. Já as LCI e os CDB são melhores para quem não precisa do dinheiro por alguns anos. Como esses títulos são garantidos pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito) até R$ 250 mil, a recomendação do especialista é por diversificação para investimentos acima desse teto.

A estratégia mais interessante, no momento atual, dentro da renda fixa é a de títulos prefixados, na opinião de Antonio. “A taxa prefixada pode ser bem interessante agora, caso seja necessário escolher apenas uma estratégia”, relata. Além disso, vale lembrar que a estratégia prefixada é mais arriscada para o investidor que queira sair do título antes do vencimento, uma vez que pode sofrer a marcação a mercado e, eventualmente, embolsar prejuízos.

FONTE: InfoMoney

5 perguntas mais comuns de quem quer comprar um imóvel em tempos de crise

Duvida02Adquirir um imóvel é um passo grande, especialmente em tempos de crise. Uma vez que demanda de uma grande quantia de dinheiro e é uma decisão que deve ser muito bem pensada. Por outro lado, é exatamente em épocas como essa que se pode conseguir as melhores negociações e encontrar oportunidades inimagináveis.

O Especialista em negociações Imobiliárias, Rogério Santos, responde as dúvidas mais recorrentes que assombram quem quer ou tomou a decisão de
comprar uma casa nova. Confira:

1 – É um bom negócio comprar um imóvel de estoque?
Durante muito tempo, comprar um imóvel na planta foi considerado melhor, por permitir o acompanhamento da obra. Mas hoje, sabe-se que um bom negócio é feito unindo vários pontos a serem observados, de preço a qualidade de materiais. “A vantagem do imóvel novo, mas pronto, é que
torna possível avaliar a qualidade real do empreendimento antes de realizar a compra”, afirma Santos. A desvantagem sempre existe, como não conseguir exatamente o andar desejado no edifício. Mas as vantagens podem ser muito maiores.

2 – Preciso de ajuda? Ou posso me aventurar sozinho na negociação?
Se você não tem desenvoltura para realizar uma boa negociação ou tem dificuldade de escolher as melhores opções, procure um especialista. Não faltam consultores na área que podem encontrar o imóvel certo e conseguir os melhores preços e condições. Procure sempre profissionais credenciados, para evitar maiores transtornos.

3 – Devo desconfiar de um imóvel muito barato?
A compra de um imóvel jamais deve ser feita se resta alguma dúvida sobre qualidade, procedência e documentação. Principalmente quando o assunto é imóvel em estoque, que normalmente já está com preço promocional, é difícil diminuir ainda mais os valores. Há um ponto de equilíbrio que precisa ser respeitado. Por isso, desconfie sim de um imóvel com preço muito abaixo do mercado e peça ajuda a quem entende.

4 – É melhor esperar o mercado “melhorar”?
A tendência é que haja uma equalização, um equilíbrio entre oferta e procura e, aí, os preços devem subir. “É um bom momento para comprar, desde que se tenha condições reais e que seja possível escolher o imóvel mais correto para a necessidade de cada um”, ressalta.

5 – Como ter certeza de que estou realizando um bom negócio?
O que chamamos de um bom negócio pode ser visto tanto pelo lado mercadológico, quanto pessoal, e há muitas variáveis envolvidas. “O importante é estar satisfeito com o resultado final, com a certeza de que escolheu certo, teve a ajuda necessária e garantiu um negócio dentro do esperado”, explica Rogério. “Tempos considerados difíceis podem ser os melhores, para quem tem visão e consegue encontrar as melhores oportunidades”.

No caso de precisar vender seu imóvel, mesmo depreciado, negocie um prazo para dar uma parcela maior no imóvel novo e, assim, ter tempo de se desfazer do atual sem perder muito. No geral, os incorporadores são maleáveis a este tipo de negociação.

FONTE: InfoMoney