Governo está decidindo se ampliará o programa Minha Casa, Minha Vida

Minha casa Minha VidaEm mais uma iniciativa para melhorar o relacionamento com o setor privado, o ministro Guido Mantega (Fazenda) agendou uma reunião com o setor da construção civil, quando pode ser anunciada o aumento da meta de habitações da segunda etapa do programa Minha Casa, Minha Vida.

Segundo a Folha apurou, o governo vai analisar atender pedido do setor de elevar em 350 mil as unidades do programa, que passaria de 2,75 milhões de unidades para 3,1 milhões.

A decisão será tomada na reunião de hoje no Ministério da Fazenda, com o presidente da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil), José Carlos Martins.

O empresariado da construção civil já vinha reivindicando o aumento da meta desde meados deste ano para evitar que o setor passe por um momento de paralisação, depois de contratadas todas as obras para execução das 2,750 milhões de unidades da segunda etapa.

Empreiteiras alertaram, inclusive, que, sem o aumento da meta, há risco de demissões no setor, já que as empresas não teriam condições de planejar novos projetos a partir do final deste ano e início do próximo ano.

Até agosto, já haviam sido contratadas mais de 2,5 milhões unidades. Ou seja, o setor está próximo de cumprir toda meta da segunda etapa.

Seguindo orientação do Palácio do Planalto, a equipe econômica passou a atender pedidos do setor privado na busca de reconquistar seu apoio para a presidente Dilma Rousseff.

No dia 15 de setembro, Mantega reuniu empresários de multinacionais brasileiras e anunciou a extensão da redução da cobrança de Imposto de Renda sobre lucros no exterior para toda indústria. Na prática, a alíquota do IR caiu de 34% para 25%.

Na semana passada, o ministro já havia divulgado a volta da alíquota de 3% para o programa de estímulo a exportações, o Reintegra, em 2015. Este mecanismo devolve um percentual das vendas externas aos exportadores para dar mais competitividade à indústria brasileira.

A decisão de iniciar um processo de distribuir bondades para o setor privado tem como objetivo tentar evitar que o empresariado passe a apoiar a candidata do PSB, Marina Silva, nesta reta final da eleição.

A principal adversária da presidente Dilma Rousseff aparece na frente da petista nas pesquisas de simulação do segundo turno, o que tem preocupado a cúpula da campanha dilmista.

Fonte: Folha de São Paulo

Ministro Guido Mantega anuncia medidas para estimular Crédito Imobiliário

Medidas anunciadas pelo ministro da Fazenda entrarão em  vigor  gradativamente.

Medidas anunciadas pelo ministro da Fazenda entrarão em vigor gradativamente.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou, há pouco, medidas que facilitarão o crédito imobiliário e reduzirão a inadimplência. As ações envolvem a simplificação jurídica, a criação de títulos com isenção de Imposto de Renda e o fortalecimento de garantias.

As ações entrarão em vigor gradualmente. Segundo Mantega, o governo editará duas medidas provisórias, resoluções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e fará emendas a projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional.

A primeira medida envolve a simplificação da aquisição de imóveis, cujas informações passarão a ser centralizadas em um único cartório, evitando transtornos como a compra de um imóvel com processo na Justiça. De acordo com Mantega, a centralização reduzirá os custos operacionais e acelerará o processo de compra e concessão de financiamentos imobiliários. A medida provisória com a alteração deve sair até o início da próxima semana.

O governo também lançará uma nova modalidade de títulos privados para fornecer recursos para os financiamentos imobiliários. Chamado de Letra Imobiliária Garantida, o novo papel será emitido pelos bancos e terá isenção de Imposto de Renda e dupla garantia, com cobertura da instituição financeira emissora e carteira imobiliária separada dos demais ativos do banco, caso a instituição seja liquidada. Investidores estrangeiros também poderão comprar o papel.

O novo título complementará as letras de Crédito Imobiliário (LCI), que atualmente movimentam R$ 100 bilhões. “O novo papel tem vantagens em relação à LCI porque tem mais garantias e está dentro dos padrões internacionais, o que permite que a poupança estrangeira passe a financiar a aquisição de imóveis no Brasil”, disse o ministro. A criação do título depende de medida provisória.

O governo também anunciou um incentivo para que imóveis quitados sejam usados como garantia em qualquer tipo de operação de crédito. Agora, até 3% dos recursos da caderneta de poupança aplicados no mercado imobiliário poderão ser usados para operações de crédito, de qualquer finalidade, que tenham imóveis quitados como garantia. De acordo com o Ministério da Fazenda, a medida poderá gerar até R$ 16 bilhões em novas operações. A mudança passa a valer a partir quando o governo editar resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN).

Além de estimular o crédito imobiliário, o governo incentivará o crédito consignado privado. Atualmente, a maior parte do crédito consignado (com desconto na folha de pagamento) é concedido a aposentados e a servidores públicos. Para os trabalhadores privados, essa modalidade de crédito não decolou, segundo Mantega, porque, muitas vezes, as empresas trocam de banco por meio do qual pagam os salários dos empregados.

Agora, o tomador do crédito poderá autorizar a instituição financeira a debitar o valor da prestação no mesmo momento em que o salário é depositado na conta corrente. Hoje, a  empresa desconta a parcela do salário do empregado e repassa o dinheiro para o banco que concedeu o empréstimo num momento posterior.

De acordo com o ministro, na prática, a medida permite que a empresa troque de banco para o pagamento dos salários, mas a conta que recebeu o empréstimo deve permanecer na instituição financeira original. A mudança será implementada por meio de medida provisória.

O governo facilitou ainda a tomada de bens móveis (carros, caminhonetes, caminhões, ônibus, tratores e máquinas) pelos bancos em caso de inadimplência. O tomador do empréstimo poderá autorizar diretamente a recuperação do bem financiado em caso de inadimplência, dispensando ações na Justiça. Segundo Mantega, a mudança será feita por meio de emenda a projetos de lei em tramitação no Congresso e permitirá que os bons pagadores consigam financiamentos com juros mais baixos e maior segurança jurídica.

A equipe econômica também decidiu simplificar a recuperação tributária de crédito em atraso. As instituições financeiras não precisarão mais entrar na Justiça para pedir a dedução de tributos referentes a prejuízos com empréstimos em inadimplência. A medida beneficiará operações de crédito de qualquer modalidade sem garantia de até R$ 100 mil e operações com garantia de até R$ 50 mil. Acima desses valores, continua a necessidade de pedido judicial. A nova regra depende de medida provisória para passar a valer.

De acordo com Mantega, as medidas contribuirão para aumentar a produtividade da economia e melhorar a competitividade do sistema financeiro. “As medidas melhoram a regulação do crédito brasileiro. O que todo mundo quer no Brasil é aumentar a competitividade, reduzir custos e simplificar as transações”, explicou.

 

 

Fonte: Agencia Brasil

A importância do Habite-se

habiteseOs adquirentes de um novo imóvel costumam ouvir uma palavra quando chega o momento do recebimento da unidade adquirida, denominada Habite-se, que é concedido pela prefeitura da cidade onde o empreendimento imobiliário encontra-se localizado.

O significado desse documento, que é emitido tanto para prédios recém-construídos como para aqueles que passam por reformas, atestando que o edifício está pronto para receber seus ocupantes, ou seja, é uma certidão que autoriza o imóvel recém-construído ou reformado a ser ocupado.

Nesse sentido, ao ser concedido o Habite-se, o proprietário tem a garantia que a construção seguiu corretamente tudo o que estava previsto no projeto aprovado, tendo cumprido a legislação que regula o uso e ocupação do solo urbano, respeitando os parâmetros legais quanto à área de construção e ocupação do terreno.

Além de cometer um equívoco, o proprietário que muda para um imóvel que não recebeu a devida autorização da prefeitura, ele ainda está sujeito à multa, em função do Habite-se não ter sido liberado.

Da parte do construtor, este tem que cumprir uma série de requisitos para obtenção do Habite-se, antes de dar entrada no pedido de concessão, como os atestados das concessionárias de água e energia elétrica e do Corpo de Bombeiros, que comprovam a correta funcionalidade das instalações hidráulicas, sanitárias, elétricas e de combate a incêndio.

Após a solicitação, deverá aguardar a vistoria, onde será checado se o prédio foi construído segundo o projeto inicialmente aprovado, o que pode resultar no indeferimento, caso não tenha sido executado corretamente.

Isso mostra que a preocupação com o Habite-se não tem a conotação meramente formal, referente à regular documentação do imóvel, mas também relaciona-se diretamente à segurança dos futuros moradores, uma vez que instalações elétricas inadequadas ou instalações de combate a incêndio insuficientes podem resultar em futuros incidentes, que resultarão em ameaça à integridade dos ocupantes.

Entenda a importância da certidão do habite-se. Fique atento para os seguintes itens:

1- Imóveis que não têm a certidão do habite-se perdem o valor na hora da venda, pois estão na condição de irregulares perante a prefeitura;

2 – Contas de água, luz e telefone não significam que o imóvel esteja regularizado junto à prefeitura. Significa apenas que as exigências estabelecidas pelas concessionárias destes serviços foram atendidas;

3 – Carnês de IPTU também não significam que o imóvel esteja regularizado. Muitas prefeituras elaboram o cadastro das construções irregulares somente com o objetivo de arrecadarem impostos;

4 – Prédios residenciais ou comerciais não podem constituir condomínio legal, não sendo possível o estabelecimento de uma convenção que ampare os usuários e defina o rateio das despesas que são comuns;

5 – Entidades que financiam a compra de imóveis exigem a certidão do habite-se para que o empréstimo seja concedido;

6 – Estabelecimentos comerciais que não possuem a certidão do habite-se, não recebem alvará definitivo para funcionamento legal, tornando difícil a venda ou aluguel dos mesmos;

7 – Para a averbação (registro) do imóvel no Registro Geral de Imóveis, é necessária a certidão do habite-se.

Na hora de fazer um investimento imobiliário, evite dores de cabeça. Quando o assunto é padrão de qualidade de produtos e serviços, segurança para clientes e investidores, eficiência de recursos e transparência nas informações, nós somos especialistas.

Fontes:
Instituto Brasileiro de Desenvolvimento da Arquitetura – Fórum da Construção
Revista Escolher e Construir

Feirão de imóveis da Caixa acontece neste mês em 13 grandes cidades do País.

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A CEF (Caixa Econômica Federal) promove, de 23 a 25 de maio, a 10ª edição do Feirão Caixa da Casa Própria em treze grandes cidades do País. Durante esse período, quem contratar o financiamento imobiliário poderá optar por pagar a primeira parcela somente em janeiro de 2015.

 

Para o vice-presidente de Habitação da Caixa, José Urbano Duarte, o Feirão está consolidado como um momento chave para a compra de um imóvel. “O Feirão foi uma das alavancas da aquisição da casa própria, nos últimos dez anos.e 2015. A condição vale para os financiamentos com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), realizados durante a realização do evento, nos Feirões ou nas agências da entidade.

A primeira cidade a receber o evento deste ano é São Paulo (SP), de 2 a 4 de maio. Depois, o Feirão terá continuidade, entre os dias 16 e 18, em mais oito cidades: Brasília (DF), Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ) e Salvador (BA). O último fim de semana do evento será de 23 a 25 de maio nas cidades de Campinas (SP), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS) e Uberlândia (MG).

Participaram neste ano mais de 1.400 parceiros. São mais de 560 construtoras e cerca de 500 correspondentes imobiliários Caixa, além de 340 imobiliárias, que ocuparão os estandes do evento. Mais de 1.000 empreendimentos novos estarão com as suas unidades em oferta, nas 13 cidades onde acontecem os Feirões. A previsão inicial é de que o número de imóveis ofertados ao longo dos três finais de semana de realização do evento seja superior a 300 mil. Serão mais de 7.600 empregados Caixa envolvidos com a realização do Feirão neste ano.

Como adquirir imóvel no evento? -  Basta levar documento de identidade, CPF e comprovante de renda. Os interessados também podem obter informações em todas as agências da CAIXA ou pelo Serviço de Atendimento ao Cliente (0800 726 0101), disponível 24 horas por dia, inclusive nos finais de semana.

O prazo para o financiamento imobiliário da Caixa é de até 35 anos e as taxas de juros são a partir de 4,5% a.a, variando de acordo com a renda do tomador e o valor financiado.

O simulador habitacional da entidade também oferece novidades. A nova funcionalidade permite que o cliente saiba quanto pode financiar antes de definir o valor do imóvel. Os interessados podem realizar as simulações do crédito imobiliário no endereço www.caixa.gov.br.

>> Em Florianópolis, o Feirão da caixa ocorrerá dos dias 23 a 25 de Maio, no Centro de Convenções (CentroSul), Sexta e sábado, das 10h às 21h, e no Domingo, das 10h às 18h.

 

 

Fonte: Revista Zap Imóveis.

 

Caixa permite troca de banco para quem usar FGTS na compra de imóveis

Portaria da Caixa permite migração de banco para quem usar FGTS para comprar imóvel. Com isso, clientes poderão barganhar juros menores. Migração será possível a partir de 5 de maio

Apesar de o senso comum associá-la imediatamente ao contexto da telefonia celular, a portabilidade é bem mais do que trocar o número de operadora. Através dela, você pode também transferir uma dívida de um banco para o outro. Com a portaria publicada ontem pela Caixa Econômica Federal, no Diário Oficial da União, a partir do dia 5 de maio, quem usou o FGTS como pagamento de parte do financiamento do imóvel vai poder trocar a dívida de banco, caso encontre algum que ofereça mais vantagens.

Te pareceu confuso? Imagine que você adquiriu um imóvel, usando o FGTS para dar a entrada e financiando o restante em X meses, com o banco Y. Mas,  durante o financiamento, você percebe que o banco Z oferece uma taxa de juros bem menor. A portaria permite que você transfira sua dívida de banco, sem ter nenhum custo por isso. Mais do que isso, o banco Y tem cinco dias para te fazer uma contraproposta, caso não queira perder o cliente.

A portabilidade já era possível com mutuários (nome dado a quem recebe o empréstimo) que usaram recursos da poupança para dar a entrada, mas ainda não era possível para quem o fez com o FGTS. O Conselho Curador do FGTS já havia aprovado a portabilidade há um mês, mas faltava a Caixa definir as regras.

Ontem, a Caixa  definiu as normas para que os clientes possam mudar de um banco para outro também neste caso. As regras foram publicadas ontem, mas entram em vigor  5 de maio.

Procedimento
Para quem se interessou, a Caixa ainda não estabeleceu como será o procedimento para o cliente, mas o banco rejeitado terá até 48 horas para enviar para o novo banco uma série de documentos e informações, como: CPF do mutuário, número do contrato da operação original, valor atual da dívida, prazo remanescente do financiamento, entre outras coisas.

“Se a diferença entre os dois bancos for pequena, não vale a pena a portabilidade Tathiana Cromweel, diretora jurídica da AMSPA“

O valor e o prazo da nova operação não podem ser superiores ao saldo devedor e ao prazo remanescente da operação de crédito.  Se o seu imóvel ainda está sendo construído, também não será possível fazer a portabilidade até que ele fique totalmente pronto.

FGTS

As mudanças vão permitir que o mutuário troque o tipo de contrato, por exemplo. “Muitos contratos são feitos pela tabela price onde o valor das prestações é fixo e a taxa, pós-fixada. Vai ser possível que esses mutuários migrem para o Sistema de Amortização Constante (SAC), que tem parcelas decrescentes e é mais vantajoso”, explicou Tathiana Cromweel, diretora jurídica da Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências (AMSPA).

Ela observa que, com uma concorrência maior, a tendência é de que os bancos comecem a oferecer percentuais de juros menores, para não perder os clientes.

Outras taxas
Além da taxa de juros em si, a especialista aconselha prestar atenção em outros custos, como os gastos com cartório, que podem chegar a 3% do valor do imóvel. “Se a diferença entre os dois bancos for pequena, não vale a pena fazer a portabilidade, pois os custos com certidões e  documentos pedidos pelo banco podem custar até 3% do valor do imóvel”.

Isso porque, para efetuar a mudança de banco, será necessária a emissão de certidões, nova averbação do contrato de financiamento, taxas e emolumentos para o novo registro, além das despesas de tarifas para nova  vistoria do imóvel.

O conselho que Tathiana dá é que o cliente peça ao banco uma planilha com o custo efetivo total e, a ela, some os gastos com o cartório. É só pegar a lista dos documentos e consultar a tabela do cartório”, explica.

Outra taxa que o mutuário deve ficar atento é a taxa de administração, que é a que o banco cobra para administrar o dinheiro. “O Banco Central autoriza o limite de até 2% do valor total do imóvel, e apenas nas 12 primeiras prestações, mas tem banco que embute o valor da parcela, o que é ilegal. Para saber se esse é o seu caso, basta olhar os valores no contrato.

“Normalmente é um valor próximo de R$ 25. Não é nada na parcela, mas multiplique pelo financiamento inteiro. Dá um valor considerável”, diz Tathiana.

Bancos não divulgam estratégias para portabilidade
Com a possibilidade de o cliente trocar seu financiamento de banco, a expectativa é que  a concorrência estimule as instituições financeiras a baixar as taxas e melhorar as condições. No entanto, ontem, nenhum dos bancos tinha ainda uma estratégia definida para vencer a disputa.

Sobre as condições atuais, o Santander informou que o financiamento imobiliário  com uso de recursos da caderneta de poupança, que é a mais comum, tem  taxa de juros para imóveis avaliados em até R$ 750 mil de 9,1% a 10% ao ano.

O prazo máximo é de  35 anos, e o cliente pode financiar até 80% do valor do imóvel, comprometendo até 35% da renda. Já no Banco do Brasil, a taxa para imóveis de até R$ 650 mil é de a partir de 8,3% ao ano.

A Caixa, em nota, informou que, como um dos agentes financeiros,  ainda está analisando a resolução para aplicá-la integralmente na data adequada. O banco ainda não regulamentou o procedimento para fazer a portabilidade entre os mutuários do FGTS, mas entre os que utilizam a poupança, é preciso comparecer ao novo banco com informações do contrato original e apresentar sua proposta de portabilidade.

O Itaú disse, por nota, que não comentaria sobre a portabilidade, e que as taxas de financiamento dependem do relacionamento com o cliente. O Bradesco informou que financia até 80% do imóvel pelo Sistema Brasileiro de Habitação (SFH), com parcelas a partir de R$ 200 e prazo de até 30 anos.

Para imóveis de até R$ 750 mil, a taxa é de 9,2% ao ano. O imóvel pode ser novo ou usado e o mutuário pode comprometer, no máximo, 30% de seu salário com o pagamento das parcelas de financiamento.Numero Financiamento

Mercado imobiliário vê medida com cautela

Apesar de estimular a concorrência, beneficiando o comprador, o setor imobiliário não deposita grandes esperanças na portabilidade. Segundo o presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi), Luciano Muricy, a possibilidade de trocar o financiamento de banco não trouxe novidades sensíveis para o mercado.

“A portabilidade já existia, mas só com a poupança. Não provocou nenhuma movimentação atípica”, disse ele. Apesar disso, Muricy disse ver a mudança com otimismo. “A concorrência é ótima, traz mais atratividade.  Estou torcendo para que dê certo”.

Segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), o volume de empréstimos para a aquisição e construção de imóveis somou 8,8 bilhões em fevereiro, melhor resultado desse mês dos últimos 20 anos. Em relação a igual período do ano passado, o crescimento foi de 52%. No primeiro bimestre foram R$ 17 bilhões, 36% a mais do que em 2013.

 

 

Fonte: Correio24Horas

Dicas para quem quer investir no mercado imobiliário em 2014

corretores de imoÉ preciso entender as diferenças e optar pelo investimento que cabe no seu bolso. Quem pretende começar a investir no mercado imobiliário pode colher bons frutos se ficar atento à demanda, lançamentos e tendências. Não restam dúvidas de que um bem físico vale muito mais que um investimento às escuras. Conheça se informar e se antecipar ao máximo sobre o mercado e buscar o auxílio de empresas especializadas já é um bom passo para não investir errado. A compra de imóveis com objetivo de investimento, exige um olhar diferente de quem adquire imóvel para morar com a família. 3 dicas importantes para um bom começo:

1- Tenha em vista o tipo de imóvel que apresenta maior demanda

Em 2013, os apartamentos compactos e os de 2 dormitórios foram os mais procurados e continuam em alta nesse ano. Este investimento pode ser mais vantajoso por apresentar melhores preços e ter uma venda mais rápida, ou seja, possuem maior liquidez. Também são alternativas para renda permanente através de aluguéis, para executivos e para temporadas em grandes eventos como a Copa e Olimpíadas.

Os empreendimentos que apresentam maior diferencial estético ou de usabilidade são os que podem atrair ou ganhar maior valor de venda ou locação por apresentar maior demanda.

2- O perfil do imóvel reflete diretamente na lucratividade

A compra de imóveis na planta com a finalidade de revender na entrega já foi uma boa estratégia, mas, atualmente, com o mercado estável, não fornece a mesma lucratividade. Opte pelos bairros com grande demanda. Se possível, busque a compra de apartamentos remanescentes, em região de alto potencial de valorização.

3- Se você já é um investidor mantenha seus ativos atualizados

Imóveis antigos ou em regiões de baixa demanda são mais difíceis de vender. Invista em empreendimentos que atendam ao perfil do consumidor atual. Imóveis novos apresentam valorização significativa e a venda é mais rápida.

Se você não possui 100% do valor para investir em um imóvel novo, pode começar por fundos imobiliários adquirindo frações de um imóvel através de cotas, e participando do lucro obtido da venda ou do aluguel dos imóveis.

Ao seguir essas dicas, você realizará um investimento mais assertivo, e consequentemente colherá os frutos e lucros que o mercado imobiliário pode oferecer.

 

 

Fonte:  www.portalvgv.com.br

Perfil de quem quer comprar imóveis na Grande Florianópolis

Corretor 01

O boom do mercado imobiliário despertou a concorrência entre as construtoras da Grande Florianópolis e também deixou os consumidores mais exigentes. Com tantas opções, as pessoas buscam cada vez mais imóveis com valor agregado. Nesse contexto, a maioria das empresas do setor procuram conhecer seus potenciais clientes antes de lançar um empreendimento.

Uma pesquisa feita, revela um perfil do que os compradores estão buscando (veja quadro). A maioria, 37%, busca um imóvel como investimento. Enquanto 24% estão querendo comprar uma casa ou apartamento novo porque precisam de mais espaço.

O segmento tem notado uma migração no perfil dos seus potenciais compradores. O que tem contribuído para isso, é o fato das linhas de crédito terem melhorado muito, além do poder aquisitivo da Região da Grande Florianópolis ter aumentado.

Muitas pessoas que, hoje, moram em casa, optam por mudar para apartamento, por uma questão de segurança. Também tem um público jovem que está saindo mais cedo da casa dos pais, seja em busca de independência ou mesmo para constituir família.

Perfil dos Compradores

O Sinduscon/Grande Florianópolis realizou uma pesquisa com o objetivo de identificar suas demandas e expectativas de compra por imóveis. No geral, o perfil das famílias que estão procurando imóveis são: 50% casais com filhos, 19% casais sem filhos, 11% morador único, 6% investidor e 14% outros.

Acompanhe na tabela a baixo, outros dados relevantes da pesquisa.

O QUE ELAS JÁ TÊM

O QUE ELAS QUEREM

 

Qualidade do imóvel atual
> 63% têm imóvel próprio
> 26% têm imóvel alugado
> 11% vivem em casa de parentes/amigos

 

Principais motivos para a compra

> 37% buscam um investimento
> 24% querem mais espaço
> 13% querem sair do aluguel

 

 Atributos indispensáveis

> 33% quartos ensolarados
> 19% hidrômetro individual
> 17% sacada
> 13% churrasqueira

 

Característica do imóvel atual

> 61% moram em casa com três quartos
> 31% com dois quartos
> 2% vivem num imóvel com um quarto
> 93% imóvel com suíte
> 7% sem suíte

 

Em que fase pretende comprar o imóvel

> 48% pronto pra morar
> 33% na planta
> 19% lançamento
O que valoriza na construtora

> 67% credibilidade/tradição/marca
> 11% acabamento/qualidade
> 9% projeto/arquitetura
> 7% prazo/pontualidade

 

Tipo de moradia atual

> 52% moram em apartamento
> 48% moram em casa

 

Atributos indispensáveis

> 33% quartos ensolarados
> 19% hidrômetro individual
> 17% sacada
> 13% churrasqueira

 

Quanto pretende gastar (em R$)

> 28% 200 mil
> 17% 150 mil
> 15% 300 mil
> 6% 100 mil

 

 

 

Fonte: Sinduscon