Decorar apartamento pequeno: veja 10 truques para transformar o seu lar!

Como decorar seu pequeno apartamento?

Os apartamentos pequenos estão cada vez mais comuns no mercado imobiliário. Eles têm recebido boa aceitação por possuir um valor de investimento menor, e se encaixar melhor nas novas características familiares.

No entanto, ter uma limitação de espaço não significa que o seu lar não possa ser confortável e acolhedor. Você pode trabalhar a decoração de uma maneira que otimize o lugar e ainda tenha a sua personalidade.

O primeiro passo antes de se aventurar com as aquisições para a decoração, é fazer um planejamento. Nele deverá constar os itens que deseja adquirir, as metragens se for necessário e os valores.

Confira algumas soluções para modificar ou criar o seu espaço.

 

1) O primeiro truque, clássico, é abusar das cores claras. Elas passam a sensação de amplitude. Se quiser utilizar cores escuras ou coloridas no ambiente, aproveite para incrementar nos móveis e acessórios.

2) Outro truque para ampliar o ambiente é usar espelhos. Seja na parede inteira, ou em uma parte dela, na vertical ou horizontal, eles têm o poder de praticamente dobrar a profundidade de um ambiente.

3) Essa solução é ótima, móveis multiuso. Sofá que vira cama, mesa lateral que vira mesa de jantar, estante que divide ambiente, e por aí vai. Aposte em móveis funcionais!

4) Se você possui vários livros e pequenos objetos decorativos, um bom recurso é utilizar nichos em paredes. Dessa forma economiza espaço e deixa os móveis mais livres. Lembre-se: menos é mais.

5) Uma alternativa bem legal que pode fazer na sua sala é trocar a mesa de centro por puffs, onde poderá apoiar os pés.

6) Ainda falando da sala, esquece aquelas estantes enormes para colocar a TV e outros objetos decorativos, isso só deixa o ambiente menor. Opte por embutir a TV em um painel, está na moda e deixará sua sala maior.

7) Se mais de uma criança precisa ocupar o mesmo quarto, utilize beliches para otimizar o espaço.

8) Agora falando de banheiro, deixe-o mais minimalista possível, e concentre objetos em nichos e prateleiras.

9) Na cozinha, para organizar os utensílios, uma boa ideia é instalar prateleiras e ganchos para pendurá-los na parede. Mesas dobráveis são coringas em cozinhas pequenas. Se puder escolher por um cooktop ao invés de fogão normal será melhor, pois além de moderno ajudará na otimização do espaço.

10) Se o apartamento for seu, ainda pode optar pela integração do espaço. Cozinha e sala de estar integradas dão muitos centímetros a mais no ambiente. Aproveite!

Então é isso, nós da Konkreta esperamos ter ajudado você a ter ideias para decorar o seu lar e deixá-lo mais aconchegante e funcional, afinal é o seu espaço, seu refúgio, é onde recarrega as energias para o dia que está por vir.

E se ainda não encontrou um espaço só SEU, temos uma ótima oportunidade para você, clique aqui e confira!

Venha nos fazer uma visita e conhecer os nossos projetos. Você vai se sentir em casa!

#DICA Saiba como usar o FGTS para comprar um imóvel.

Até a próxima!

Construtoras financiam até 80% do valor do imóvel

São Paulo – Os bancos vêm pisando no freio na hora de financiar imóveis no Brasil. Para conter os cancelamentos de contratos de clientes que não conseguem crédito na praça na hora da entrega das chaves, construtoras voltaram a financiar imóveis de forma direta. Algumas, mais agressivas, chegam a conceder crédito em valor equivalente a até 80% do valor do imóvel.

É o caso da Cyrela. Além do porcentual mais alto do financiamento, a construtora também consegue financiar imóveis por um prazo mais longo do que o da concorrência: 240 meses (20 anos).

De acordo com o diretor financeiro da construtora, Eric Alencar, essas condições são as melhores já oferecidas na história da empresa. “Antes, havíamos chegado a financiar, no máximo, 75% do valor do imóvel, e em até 180 meses”.

O financiamento direto oferecido pelas construtoras costuma oscilar conforme as condições do mercado. Quando há muito crédito no mercado, as empresas costumam interromper os financiamentos, já que a demanda é menor. Como a concessão do crédito não é o principal negócio das construtoras, e acabam gerando custos e riscos para essas empresas, dificilmente elas conseguem oferecer condições melhores do que as concedidas pelos bancos em um cenário mais favorável.

Alencar aponta que a Cyrela nunca parou totalmente de financiar de forma direta, mas voltou a conceder agora esse tipo de crédito de forma mais estruturada e com condições mais atrativas por conta da crise. “Buscamos ao máximo oferecer condições semelhantes às dos bancos”.

Outra construtora que voltou a oferecer o financiamento direto em um cenário de aumento dos contratos cancelados foi a M. Bigucci. Assim como a Cyrela, a construtora cobra juros de 12% ao ano e as prestações são corrigidas pela inflação. Já o tempo máximo de financiamento e o porcentual financiado são mais restritos: o crédito é concedido por até 150 meses e equivale a, no máximo, 70% do valor do imóvel.

A Eztec também oferece financiamento direto aos clientes em até 150 meses e correspondente a até 75% do valor do imóvel, com taxa de juros de 12% ao ano corrigida pelo IGP-M.

Mais flexibilidade

Assim como no banco, somente quem tem um bom histórico de crédito tem acesso ao financiamento oferecido pela construtora. Mas a possibilidade de a empresa avaliar esse histórico durante o período da construção do empreendimento, no caso de quem comprou o imóvel na planta, pode tornar essa análise de crédito mais flexível.

Isso significa permitir que o cliente possa comprometer uma fatia maior da renda em alguns casos, diz o diretor da construtora M. Bigucci, Marcos Bigucci. “Podemos conceder o crédito mesmo que ele seja equivalente a 40% da renda do cliente, por exemplo”. Nos bancos, os financiamentos só são concedidos se não comprometerem mais de 30% da renda do tomador.

Além de buscar oferecer uma opção de crédito para o cliente que tem o financiamento negado pelo banco, o foco do financiamento direto é atender compradores que tenham dificuldade de comprovar renda em instituições financeiras, como microempresários e trabalhadores sem carteira assinada.

O financiamento direto também é utilizado pelas empresas para oferecer maior segurança para novos clientes que queiram comprar um imóvel na planta, mas não têm a certeza de que o financiamento será aprovado pelo banco quando a obra acabar. “Nesse caso, já asseguramos o financiamento direto na hora de entrega das chaves”, diz Bigucci.

A construtora também pode personalizar a periodicidade de pagamento das parcelas, que pode ser semestral ou ter valores maiores no final do ano, quando o cliente recebe o 13º salário, por exemplo, conta o diretor. “Temos clientes que venderam um imóvel, mas irão receber os valores a cada seis meses. Buscamos então uma solução para adequar o financiamento às suas necessidades”.

Crédito exige cuidado

Geralmente, as taxas cobradas pelas construtoras no financiamento são maiores do que as oferecidas pelos bancos, o que aumenta o saldo devedor final.

Além disso, as parcelas são reajustadas por índices de inflação, que costumam ter variações maiores do que a Taxa Referencial (TR), mais comum nos financiamentos bancários. A título de comparação, o IGP-M fechou 2015 em 10,54%. Já a TR em 1,70%.

Além disso, as construtoras não costumam oferecer, como os bancos, financiamento com parcelas que diminuem ao longo do tempo. O mais comum é que o sistema de amortização da dívida no crédito dado pelas construtoras seja pelo sistema Price, no qual o valor das parcelas é fixo durante todo o tempo do financiamento. Ou seja, as parcelas podem pesar no orçamento durante um longo período, a não ser que ocorra uma amortização do saldo devedor no meio do caminho (veja como antecipar as parcelas do financiamento imobiliário).

O prazo do financiamento, ainda bem inferior ao que os bancos costumam oferecer, também faz com que as parcelas fiquem mais pesadas e exige atenção redobrada do comprador para evitar um descontrole financeiro.

Vale destacar ainda que, se por um lado as construtoras são mais flexíveis na concessão dos financiamentos, por outro os tomadores correm mais riscos de se comprometer com parcelas maiores do que seu orçamento pode arcar.

É o caso da aposentada Nazaré de Araújo de Sousa, 64 anos. Ela teve o crédito negado pelo banco por ter renda insuficiente para arcar com as parcelas e comemora o fato de ter obtido o financiamento oferecido pela construtora, que evitou que tivesse de cancelar o contrato de seu apartamento de 56 metros quadrados em São Paulo.

Contudo, Nazaré terá de pagar prestações de 2,6 mil reais por mês, valor que corresponde a cerca de 80% do valor da sua aposentadoria. Com parcelas reajustadas pela inflação, ela vem sentindo um aumento no valor das parcelas a cada mês, mas confia que irá aliviar o peso das prestações nos próximos meses. “Estou iniciando um negócio próprio e pretendo aumentar minha renda em breve”.

Fonte: Revista Exame

Posso usar o FGTS para pagar prestações do imóvel em atraso?

Duvida do internauta: Tenho um imóvel financiado pela construtora. Estou com o pagamento de algumas parcelas atrasado, mas ainda não recebi nenhuma notificação. Trabalho há três anos em uma mesma empresa e gostaria de saber se posso usar o meu FGTS para quitar essas prestações em atraso. 

Resposta de Marcelo Prata*

A utilização do FGTS para quitar parcelas atrasadas do imóvel somente é possível quando o financiamento foi concedido dentro do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) por uma instituição financeira ou por meio de consórcios.

 No caso do financiamento direto com a construtora não é possível utilizar o FGTS para amortização ou pagamento de prestações em atraso. A exceção a essa regra é se o imóvel ainda estiver em nome da construtora, ou seja, se existir somente um Compromisso de Compra e Venda, mas a escritura definitiva de compra do imóvel ainda não foi lavrada. Nesse caso, o FGTS poderia ser utilizado como parte do pagamento e o restante pago por meio de financiamento imobiliário com um banco, como acontece em uma compra de imóvel tradicional.

*Marcelo Prata é fundador do site de comparação de financiamento imobiliário, Canal do Crédito.

Fonte: revista Exame

Economia: Banco Central estimula bancos a financiarem mais de 80% do valor do imóvel.

Novas regras anunciadas na última quinta-feira (29/10)  pelo Banco Central  estimularão  os  bancos  a  ampliar  limite  de financiamento imobiliário.

Banco Central
O Banco Central (BC) diminuiu a parcela que os bancos são obrigados a deixar parada no caixa para cumprir os requerimentos mínimos de capital nos financiamentos de maior valor. A decisão foi divulgada pelo BC logo após reunião do Conselho Monetário Nacional que definiu mudanças na regulação que reduz o risco de operações de crédito do sistema financeiro.

Até agora, os bancos que financiassem pelo menos 80% do valor do imóvel, nas operações enquadradas como de varejo, eram obrigados a deixar 75% do empréstimo parado no caixa como requerimento de capital. Para operações mais caras, não consideradas como de varejo, a exigência subia para 100% do valor. Até o mutuário terminar de pagar o empréstimo, o banco não podia mexer nesse dinheiro.

Agora, o BC autorizou que, quando o cliente começar a pagar as parcelas e estiver devendo 80% do imóvel, o banco deixe apenas 35% do total do empréstimo imobilizado. Dessa forma, a instituição financeira terá mais dinheiro para conceder novos financiamentos. Com a decisão, os financiamentos de pelo menos 80% do valor do imóvel passarão a ter o mesmo tratamento das operações abaixo desse limite, que tinham requerimento de capital de 35%.

De acordo com o BC, a mudança servirá como estímulo para os bancos ampliarem o limite de financiamento imobiliário. As novas regras, no entanto, não resultam em alteração para a Caixa Econômica, que concentra 70% do crédito imobiliário no país. No fim de abril, o banco reduziu, de 80% para 50%, o teto de financiamento pelo Sistema Financeiro da Habitação. Até então, a instituição era a única a financiar mais de 80% do valor do imóvel. No entanto, a decisão incentiva bancos privados que operam no ramo imobiliário a emprestarem mais.

FONTE: Agência Brasil

Decoração: 7 dicas para quem tem animais de estimação em casa

Muitas vezes para quem possui animais em casa é difícil conservar a decoração e organização do ambiente. A decoração de casa adaptada para pets vem sendo cada vez mais importante na vida dos amantes de animais. Para muitas pessoas o bichinho de estimação é como um filho, então receber mais um ente na família é motivo de alegria. Os animais são parceiros diários, que transbordam amor pelos seus donos.

Se você acabou de receber um novo bichinho em casa, se atente para alguns detalhes. Como uma criança, o seu animalzinho precisa de um espaço próprio para ele e que estimule o raciocínio, além disso que tenha um espaço para higiene, segurança, alimentação e descanso. É necessário um pequeno enxoval com roupinhas, cobertas, brinquedos, tapetes higiênicos e potinhos para ração e água.

Confira abaixo, 7 formas criativas de decoração para casa que facilitarão a sua vida e deixarão seu pet mais à vontade.

 1.Tecidos adequados para os animais:sofa-cover-for-pets-766536p

Num primeiro momento, analise seus móveis para verificar se há a necessidade de mudança ou reforma de algum item. Caso seu animalzinho suba em cima do sofá da sala, é importante que o tecido seja adequado. A sugestão é que o sofá seja de materiais mais lisos, que facilitam a limpeza e retirada de pelos. Brim, sarja, vinil, chenile e lona são algumas opções.

2. Lugar reservado no quarto

Para aqueles que gostam da companhia dos pets até mesmo na hora de dormir, uma opção bem legal é transformar algum móvel em casinha para dormir. Pode ser feita na escrivaninha, nicho embutido na parede, caixote de madeira ou no criado-mudo. Esse tipo de item é charmoso e moderno na decoração, além de que define o espaço do bichinho no quarto.

gato3. Proteção nas janelas

Algumas pessoas, acreditam que os bichinhos sabem se cuidar e que não cairiam de uma janela ou varanda, mas na realidade, se você mora em apartamento ou em casa com mais de um andar, é de extrema importância colocar telas ou vidros de segurança para seus bichinhos. Principalmente para os bichanos, que possuem um espirito de aventura mais aguçado e gostam de grandes saltos e de fazer passeios sem os donos. Gatos estão sujeitos a desequilíbrios, quedas e todos conhecem muito bem os perigos que as ruas oferecem. Alguns condomínios não permitem a existência de animais no apartamento sem a tela de proteção em todas as janelas. Essa é uma medida muito válida para os mais esquecidos. Ofereça segurança permanente àqueles que você ama (e que te amam também).

 4. Deixe o comedouro do seu pet com mais estilo

Nada como deixar os itens do seu bichinho com o mesmo estilo da decoração de casa. Aquele skate que você não usa mais, pedaço de um tronco de arvore ou garrafas pets podem virar incríveis comedouros e bebedouros personalizados.

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5. Pode ter tapete na decoração de casa, sim!

Antes de colocar um tapete em casa, é importante você saber que os animais adoram arranhar e se esfregar neles. Por isso, se possível, coloque um tapete com mais textura. Procure deixar seu animal tosado, para que não solte tanto pelo. Alguns deles gostam de ‘marcar o território’, então não dispense o tapetinho higiênico para eles.

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6. A decoração de casa pode ser divertida para eles!

Seus gatos podem brincarem muito dentro de casa, basta ajustar a decoração para isso. Como são grandes aventureiros, coloque desafios para os gatos dentro de casa. Algumas prateleiras seguidas, em diferentes alturas e distâncias é muito atrativo para eles. Você pode reserva-las só para os seus bichanos. Há prateleiras de escadas, que passam por cima da porta, com túnel ou ainda aquelas com formato de árvore. As opções são diversas!

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7. Faça você mesmo uma caminha reciclada

Os bichos de estimação costumam consumir boa parte do investimento da casa. Por isso economizar pode ser uma boa ideia. Você mesmo pode fazer uma cama para o seu bichinho. Se você tiver um pneu velho, por exemplo, lave-o, pinte e coloque um travesseiro ou cobertor usados dentro. Pode parecer simples, mas seu animalzinho irá adorar! 

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FONTE: VivaDecora

Horário de verão deve economizar bilhões para o Governo

O horário de verão deste ano deverá resultar em uma economia de R$ 7 bilhões nos investimentos previstos para o setor elétrico brasileiro. Anunciada no último dia 15, a estimativa do governo tem por base a expectativa de que deixarão de ser consumidos 2.610 megawatts (MW) na edição 2015-2016. O novo horário teve início à meia-noite de sábado (17), quando os relógios foram adiantados em uma hora.

A medida terá vigor até meia-noite do dia 21 de fevereiro de 2016. O secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Luiz Eduardo Barat, justificou ao anunciar os números que este “É um investimento economizado”.

O horário de verão de 2015/2016 inclui o Distrito Federal e os estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. De acordo com o ministério, nos últimos dez anos a medida tem possibilitado uma redução média de 4,5% na demanda por energia no horário de maior consumo e uma economia absoluta de 0,5%. Isso equivale aproximadamente ao consumo mensal de uma cidade do porte de Brasília, com 2,8 milhões de habitantes.

Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONSE), o principal objetivo da medida é a redução da demanda no período de ponta, entre as 18h e as 21h. A estratégia é aproveitar a intensificação da luz natural durante o verão para reduzir o gasto de energia. Entre os meses de outubro e fevereiro, os dias têm maior duração em algumas regiões por causa da posição da Terra em relação ao Sol. Por isso, a luminosidade natural pode ser melhor aproveitada.

Confira abaixo os estados que serão afetados:

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FONTE: Revista Exame – Por Pedro Peduzzi ( Agência Brasil )

SUSTENTABILIDADE – Como aplicar em casa.

Imagens KonkretaO termo sustentabilidade nunca foi tão falado quanto nos dias atuais. Com os problemas provocados pelas mudanças climáticas aumentando em toda parte do planeta, as pessoas começaram a se interessar mais e mais pelo assunto e a mídia, cumprindo o seu papel, passou a dar destaque a inúmeras iniciativas ligadas a essa nova forma de trabalhar a relação entre o homem e suas necessidades e o meio ambiente que provém os meios necessários ao seu sustento e a manutenção de nossas vidas.

Com isso, um número crescente de pessoas começou a se interessar pela adoção das práticas e por viverem de acordo com os preceitos preconizados pela sustentabilidade. Contudo, uma questão fundamental se fez presente e representou um desafio para muitas dessas pessoas: Como aplicar a sustentabilidade em casa? Como reduzir algo tão “estranho” e “intangível” para a maioria das pessoas como as emissões de carbono e os danos provocados, pelo nosso modo de vida, ao meio ambiente?

Tão incrível como os próprios conceitos da sustentabilidade, essa aplicação revelou-se espantosamente simples e estava ao alcance de qualquer pessoa de qualquer classe social. E, o mais surpreendente é que sequer representava uma dificuldade de vida ou uma alteração muito traumática no modo de vida de cada uma das famílias interessadas nas “boas novas” da sustentabilidade.

As “novas atitudes”, atitudes sustentáveis, além de socialmente mais aceitáveis e responsáveis, mostraram-se claramente economicamente viáveis e passaram a provocar interesse também fora do círculo inicial dos “verdes” e dos “antenados”. A possibilidade de economizar recursos e, em paralelo, economizar uma boa parte do dinheiro necessário para custear as despesas do lar; fez com que muito mais pessoas abraçassem uma forma sustentável de viver.

Então, como aplicar a sustentabilidade em casa? Na verdade é simples; você pode promover o ensino da cultura sustentável entre familiares, amigos e vizinho. Pode trabalhar de uma forma mais sustentável desde a construção ou da reforma de sua própria casa economizando recursos como água e energia e utilizando-se de material de construção certificado e oriundo de empresas que tenham uma postura sustentável também.

1 - Use móveis verdes, móveis construídos com madeira reciclada ou em madeira maciça oriunda de reflorestamentos ou com extração certificada e garantia de origem.
2 - Trate seu esgoto corretamente. Não queime lixo ou outros detritos.
3 - Recicle o lixo orgânico transformando-o em adubo e a parte não orgânica no que for possível.
4 - Caso seja uma boa opção; capte a água da chuva e utilize-a para a limpeza; para descarga em vasos sanitários e para coisas onde o uso da água potável represente um desperdício.
5 - Use produtos de limpeza menos agressivos e totalmente biodegradáveis.
6 - Jamais jogue lixo nas ruas ou em locais impróprios.
7 - Desligue as luzes ao sair do ambiente iluminado.
8 - Tome banho com o chuveiro elétrico na posição “verão”.
9 - Não escove os dentes, barbeie-se ou lave roupas com a torneira aberta nos momentos em que a água não é necessária.
10 - Use menos ar condicionado e abra a geladeira apenas quando souber o que vai apanhar em seu interior.

São coisas simples e fáceis que qualquer pessoa pode fazer. Gestos que proporcionam as famílias uma enorme economia e possibilitam ao planeta um tempo precioso para que se recupere dos danos que nós mesmos provocamos.

Fonte: Ecologia Urbana

Ministro Gilberto Kassab diz que ” Minha Casa Minha Vida 3 não terá mesma velocidade”.

Gilberto Kassab - Ministro das CidadesO Ministro das Cidades, Gilberto Kassab, disse na Câmara dos Deputados que a fase três do programa Minha Casa, Minha Vida “não terá a mesma velocidade” que as fases anteriores, devido à crise econômica pela qual passa o país. Kassab apresentou aos deputados as mudanças previstas para a terceira etapa, e disse que a prioridade agora é honrar compromissos da segunda etapa.

A ideia inicial do governo era lançar a terceira fase do Minha Casa, Minha Vida no dia 10 de setembro, no entanto, avaliações internas do Planalto indicaram que a nova fase não poderia ser oficialmente lançada antes da aprovação do Orçamento de 2016, que ainda não foi votado pelo Congresso Nacional.

Nós vamos nos esforçar para que possamos ter algumas contratações ainda no presente ano. Não é compromisso, é um esforço, todos sabem as dificuldades financeiras pelas quais passa o governo. A prioridade, agora, é honrar os compromissos das obras que estão sendo executadas”, disse Kassab. De acordo com o Ministro, existem recursos assegurados para a conclusão de 1,5 milhões de casas da segunda fase do programa.

As alterações anunciadas pelo governo foram apresentadas no dia 22/09 pelo Ministro das Cidades na Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados. Entre elas, o governo adiantou que o valor limite da renda da primeira faixa do programa, que não tem juros e conta com maior subsídio, vai aumentar de R$ 1,6 mil para R$ 1,8 mil por família. O governo também vai criar um grupo intermediário de renda, chamado de Faixa 1,5, que vai atender a famílias com renda de até R$ 2.350 mensais, que terão subsídio até R$ 45 mil.

Os juros cobrados dos beneficiários do programa também serão alterados: nas faixas 2 e 3, que variavam de 5% a 7,16% ao ano, dependendo da renda familiar bruta, subiram para entre 6% e 8%. Já a nova faixa criada pelo governo terá juros de 5% ao ano. Na faixa 1, os beneficiários continuam isentos de juros

Por Aline Leal – Repórter da Agência Brasil | Edição: Maria Claudia
Fonte:Agência Brasil

Conheça a Dip-dye – a técnica de pintura que invadiu o território da decoração.

Já ouviu falar em tie-dye e dip-dye? Essas palavrinhas bem conhecidas no universo têxtil, dizem respeito a técnicas de tingimento em degradê ou ombré. A ideia central é trazer várias cores da mesma tonalidade à peça, geralmente são utilizadas cores fortes.

Depois de conquistar o mundo da moda, a irreverente pintura dip-dye invadiu o território da decoração, é ótima para o reaproveitamento de móveis antigos. Super fácil de fazer em casa e de muito baixo custo, o dip-dye faz surgir peças personalizadas com apenas uma faixa de cor ( seja na horizontal ou vertical ), e os principais ingredientes são tinta, fita crepe e muita criatividade!

O legal desta técnica é que você dá alegria para o móvel, mas também mantém o tom rústico da madeira. O resultado são criações de visual supermoderno. A base crua da peça não precisa ser necessariamente mantida em maior quantidade. O tom escolhido pode cobrir o móvel quase que inteiramente ou, ainda dividi-lo em duas partes. Também é possível misturar cores ou combinar outras tonalidades. Basta manter uma delimitação clara entre elas.

DICA: Não quer mexer com tinta? Sem problemas. É possível aplicar dip-dye com fitas coloridas e até mesmo spray.

Para pintar um móvel de madeira com esta técnica, você irá precisar dos seguintes materiais:
– Lixas para madeira (nº 100 e nº 150);
– Fita crepe;
– Rolinho de pintura e pincel;
– Tinta látex acrílico
– Esmalte à base de água
– Verniz marítimo.

Passo – a – passo:
1 – Comece lixando toda a superfície da peça até deixá-la bem lisinha, primeiro com a folha nº 100 e, em seguida, com a nº 150. Remova o pó com um pano seco e macio.
2 – Delimite, com ajuda da fita crepe, a área que será pintada.
3 – Passe uma demão de fundo branco com rolinho de espuma. Nos trechos de difícil acesso, utilize pincel.
4 – Espere secar, lixe com a folha mais grossa e remova o pó.
5 – Pinte com tinta esmalte o trecho delimitado.
6 – Espere a secagem completa da tinta e retire a fita crepe.
6 – Cole nova fita sobre a pintura colorida demarcando, onde há o encontro com a madeira crua, e aplique três camadas de verniz.

Veja alguns modelos de móveis pintados com esta técnica e inspire-se:

Novo revestimento mantém coberturas de edifícios a temperaturas inferiores

Investigadores da Universidade de Tecnologia de Sydney (UTS) desenvolveram um revolucionário material de revestimento para coberturas de edifícios que permite manter a superfície a uma temperatura inferior à temperatura ambiente, mesmo quando exposta diretamente aos raios solares durante os meses de Verão.

A inovadora tecnologia poderá ter implicações globais na redução dos gastos energéticos decorrentes do funcionamento dos ares-condicionados para arrefecimento dos compartimentos e também no combate ao efeito estufa em áreas urbanas.

O material de revestimento, fabricado por intermédio da sobreposição sucessiva de camadas de poliéster e prata, absorve apenas 3% da luz incidente e permite a dissipação do calor através de irradiação com comprimentos de onda infravermelhos, que não são absorvidos pela atmosfera.

Quando aplicado sobre uma cobertura inclinada de cor branca, o revestimento permitiu a redução da temperatura superficial em 11 graus centígrados.

Extensas campanhas de ensaios efetuadas com o novo material de revestimento permitiram concluir também que seu desempenho não se altera significativamente quando há acumulo de sujeira superficial, sendo por isso aplicável em zonas com elevada poluição atmosférica.

FONTE: Portal da Engenharia Civil