Facilidades no financiamento imobiliário

Sabemos que obter a casa própria é o sonho da maioria das pessoas. E pode ser o seu também. Por esse motivo, nós da Konkreta queremos ajudá-lo a realizar esse sonho.

Para isso, vamos instruí-lo com algumas informações que você pode não estar a par, e por consequência perdendo um tempo valioso para concretizar esse grande desejo.
Você já deve estar ciente que pode utilizar o FGTS para comprar o seu imóvel, certo? Mas se houver dúvidas acesse aqui . Além do FGTS há outros incentivos para auxiliá-lo na aquisição da casa própria.

Vamos entender um pouco sobre Consórcio de Imóveis.

O consórcio é uma ótima opção para quem deseja adquirir o seu imóvel, mas não tem o dinheiro disponível no momento. Ou ainda, que não tem a disciplina de poupar.

Ao optar por essa modalidade, você passa a participar de um grupo com outros interessados para adquirir uma carta de crédito no valor do bem. Todo mês são realizados sorteios entre os integrantes desse grupo e qualquer um pode ser contemplado com a carta de crédito e, assim, fazer a compra do imóvel.

Uma das grandes vantagens do consórcio é que não há cobrança de juros, mas sim taxas administrativas. Essas taxas são diluídas nas parcelas e por isso os custos são mais baratos que um financiamento tradicional.

Outro fator que vale ressaltar é que nessa modalidade a análise de crédito costuma ser mais flexível, o que facilita a vida de quem não consegue comprovar uma renda fixa, ou em certos casos, possui restrição no nome, mas mesmo assim pode ter a solicitação de entrada em um consórcio de imóveis aprovada.

Existe outra maneira de ser contemplado por meio da oferta de lances, que funcionam como adiantamentos do restante do valor a ser pago.

Os principais são:

❏ Lance fixo: a contribuição é feita mensalmente com uma porcentagem estabelecida pela administradora, além do valor da parcela acordada em contrato. Entre todos que se dispõem a ofertar lances fixos, aquele que tiver a cota mais próxima da última sorteada antecipa o recebimento da carta de crédito.

❏ Lance livre: o consorciado usa recursos próprios para oferecer o seu lance, assim como um leilão. A cada assembleia, o maior lance é contemplado.

❏ Lance embutido: neste caso, há possibilidade de oferecer uma porcentagem do valor da própria carta de crédito como lance, abatendo a quantia do valor final a ser recebido. Vence quem ofertar o maior lance.
Agora, para facilitar ainda mais este processo, saiba que é possível utilizar o FGTS em um consórcio. Você pode usar para dar os lances, quitar parcelas em aberto, ou ainda para complementar o valor da sua carta de crédito para adquirir um bem mais caro.

No entanto, é preciso que você esteja em conformidade com as normas de utilização do FGTS para que o recurso seja sacado. Além de o consórcio estar em seu nome.

As vantagens são bem atrativas e você ainda consegue contar com ajuda extra do valor disponível em seu fundo.

Linha de financiamento habitacional pró-cotista

Outro incentivo para ajudá-lo a realizar o sonho da casa própria é a linha de crédito pró-cotista, reaberta início de janeiro/2018 pela Caixa Econômica Federal. Essa é uma das linhas de crédito imobiliário mais baratas do país.
A linha pró-cotista usa os recursos do Fundo de Garantia, mas para utilizá-lo é preciso ter pelo menos três anos de vínculo com o FGTS e não pode ser proprietário de imóvel na mesma cidade ou região metropolitana.

Os juros variam de 7,85% a 8,85% ao ano. O valor do imóvel não pode passar de R$ 950 mil em São Paulo, Minas Gerais, Rio e Distrito Federal. E nos outros estados, o valor máximo é de R$ 800 mil.

Programa Minha Casa Minha Vida

Além dos incentivos já mencionados, não podemos deixar de falar do Programa Minha Casa Minha Vida. Uma iniciativa do Governo Federal que oferece condições atrativas para o financiamento de moradias nas áreas urbanas para famílias de baixa renda.
Nessa modalidade existem 4 faixas de renda contempladas:

Famílias com renda de até R$ 1.800,00:

Faixa 1 – O financiamento é de até 120 meses, com prestações mensais que variam de R$ 80,00 a R$ 270,00, conforme a renda bruta familiar. A garantia para o financiamento é o imóvel que você vai adquirir.

Famílias com renda de até R$ 2.600,00:

Faixa 1,5: Você pode adquirir um imóvel novo com taxas de juros de apenas 5% ao ano e até 30 anos para pagar com subsídios de até 47,5 mil reais.

Nas FAIXAS 2 e 3 você tem até 30 anos para pagar e pode comprar um imóvel novo ou na planta, comprar terreno e construir sua casa do jeito que sempre quis ou ainda construir em um terreno que já é seu.

❏ Famílias com renda de até R$ 4.000,00:
FAIXA 2: Se sua família tem renda bruta de até R$ 4.000,00, você se encaixa nesta faixa e pode ter subsídios de até R$ 29.000,00.

❏ Famílias com renda de até R$ 7.000,00:

FAIXA 3: Para famílias com renda bruta de até R$ 7.000,00 , a faixa 3 oferece taxas de juros diferenciadas em relação ao mercado para você conquistar uma casa própria.

Para mais informações sobre o Programa Minha Casa Minha Vida acesse: https://goo.gl/bdweMc

Bem, depois de obter essas informações esperamos que tenha ficado mais claro que é possível realizar o seu sonho.
Confira algumas opções que temos para você! Acesse: https://goo.gl/etmevV

Venha nos fazer uma visita e conhecer os nossos projetos. Você vai se sentir em casa.

Como comprar seu primeiro imóvel usando o FGTS

Antes de tudo, você sabe o que é FGTS?

A sigla que significa Fundo de Garantia para Tempo de Serviço, foi um mecanismo criado pelo governo para atuar como uma reserva financeira para o trabalhador.

Quem trabalha com registro em carteira recebe um depósito mensal que corresponde a 8% do salário. A transição é efetuada pela empresa em que você trabalha, diretamente em uma conta criada automaticamente na Caixa Econômica Federal.

Quem pode usar o FGTS para comprar imóvel?

Apesar de todos os trabalhadores terem direito ao fundo, existem algumas normas que precisam ser consideradas:

❏ É preciso ter um mínimo de 3 anos de carteira assinada, mas não é necessário que o período seja contínuo. Por exemplo, você pode ter trabalhado um ano em 2009 e mais dois anos em 2016;
❏ Você não pode ter nenhum financiamento ativo no Sistema Financeiro de Habitação (SFH);
❏ Também não pode ser proprietário de nenhum imóvel residencial no município em que pretende comprar. Dessa forma, se você já tem um imóvel em Florianópolis, poderá comprar outro em Palhoça;
❏ É obrigatório trabalhar ou morar no município em que você pretende comprar o imóvel utilizando o FGTS.

Quais imóveis podem ser comprados com o FGTS?

Não são todos os imóveis que podem ser comprados com a ajuda do FGTS. Primeiro, é preciso verificar se a propriedade que você possui interesse está cadastrada no Sistema Financeiro de Habitação (SFH) dentro de um limite de valor que é definido de tempos em tempos.

Além disso, o imóvel precisa ser urbano residencial e destinado à moradia do trabalhador.
Então, se você pensa em comprar para investir, não poderá usar o FGTS.

 

Como é feito o saque do fundo?

Quando você utiliza o FGTS como parte do pagamento de um imóvel, você não lida diretamente com o dinheiro. É necessário solicitar o saque a um agente financeiro por meio de um documento e, assim que tudo estiver aprovado, o depósito é feito direto na conta do vendedor.

Os agentes financeiros podem ser desde bancos, consórcios ou companhias de crédito imobiliário. É fundamental estar alerta para ver se o agente financeiro escolhido trabalha com o FGTS, pois não são todos que atendem essa modalidade.

Para que você consiga usar o seu FGTS, é necessário que a aquisição do imóvel seja feita em seu nome. Agora, se quiser usar o saldo de outra pessoa, a compra deve ser efetuada no nome dos dois.

Outra informação bem importante é que além de utilizar o saldo da sua conta de FGTS para comprar o imóvel, você também pode amortizar o saldo devedor, ou ainda, usar para diminuir o valor das prestações do financiamento.

Entre em contato diretamente com CAIXA (48)3004-1105 para obter mais informações.

Ainda vale ressaltar, que nenhuma dívida do trabalhador o impede de usar o FGTS.

Documentação necessária

Ao solicitar o FGTS para comprar imóvel , você precisa comprovar que atende a todos os requisitos listados acima. Além disso, é necessário ter em mãos:

-> Carteira de trabalho;
-> Comprovante de residência;
-> Certidão de nascimento e de casamento (se for o caso);
-> Carteira de identidade;
-> CPF.

Você também precisa comprovar que o imóvel está em situação regular, por isso, separe a certidão de matrícula e a cópia do IPTU da casa ou apartamento para também levar junto com você.

Após a entrega da documentação, caso aprovada, seu saldo do Fundo de Garantia é investido na tão sonhada da casa própria.
Para saber quais opções de moradia nós da Konkreta temos para você clique aqui .
Para mais informações sobre o uso do FGTS acesse: https://goo.gl/cz1jGx

Compra de imóvel: confira pontos importantes para não ter dor de cabeça

Algumas dicas para evitar incômodos após a compra de imóvel

Na hora de realizar o sonho da casa própria , alguns detalhes importantes não podem passar despercebidos.

Lembre-se de avaliar o acesso ao transporte público, a segurança do local, visite-o durante o dia e durante à noite para ver a movimentação. Fique atento também se o número de dormitórios atende as necessidades da sua família. E se a posição solar do imóvel é a que você deseja.

Estar alerta a esses pontos contribuirá para um fechamento de contrato realizador.

Mas quando se trata de adquirir um bem tão precioso quanto o seu lar, um fator essencial que deve-se levar em consideração é a localização. Pensando nisso, nós da Konkreta, queremos ajudá-lo a encontrar um lugar que tenha atrativos a oferecer para você e sua família.

Vamos falar um pouco sobre Biguaçu e uma opção de moradia que pode ser o caminho para a realização de um sonho.

Localizado entre os dois maiores portos catarinenses, Itajaí e Imbituba, e próximo da capital Catarinense, Florianópolis, possui facilidade de acesso, já que a BR-101 duplicada corta o município, e a BR-282, que liga a capital ao interior do estado, fica à apenas 12 km de distância.

Ainda falando de acesso, um terminal de integração será implantado às margens da BR – 101. O objetivo será facilitar o deslocamento para quem circula na Grande Florianópolis, e aumentar o número de linhas dentro do próprio município.

Agora, tratando do mercado de trabalho, a indústria responde pela maior parte dos empregos gerados, junto com um comércio em expansão.

Além disso, Biguaçu também conta com uma boa rede de ensino fundamental/médio, expansão de cursos profissionalizantes, e ainda um campus universitário mantido pela UNIVALI.

Se não há dúvida sobre a localização do seu apartamento, temos uma ótima opção neste município. Apartamento na planta, com 50,56m², 2 dormitórios, sacada com churrasqueira e ampla área de lazer. E o melhor, você pode usar o FGTS no financiamento do imóvel, ou se enquadrar no programa Minha Casa Minha Vida.

Entre em contato para avaliarmos as melhores opções de moradia para você.

Caixa Econômica aumenta para 70% financiamento de imóveis usados

Já para quem trabalha no setor público, valor pode chegar a 80%

A Caixa Econômica Federal anunciou na última segunda-feira (7), que vai financiar até 70% de imóveis usados através do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), para funcionários do setor privado. Já para quem trabalha no setor público a cota mudou de 60% para 80%. A medida foi divulgada pelo vice-presidente de Habitação da Caixa, Nelson Antonio de Souza.

Vale lembrar que em maio de 2015, o limite de financiamento para imóveis usados tinha sido reduzido pela instituição financeira, quando caiu de 80% para 50%. Na época, a Caixa divulgou que a medida era para estimular o crédito habitacional para moradias novas.

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Além disso, Miriam Belchior, presidente da Caixa, anunciou a reabertura do financiamento do segundo imóvel, que vai funcionar com as mesmas condições de financiamento de um primeiro imóvel. Para quem não se lembra, essa linha de crédito estava fechada, e com essa alteração o cliente vai poder ter dois imóveis financiados ao mesmo tempo, ou até mesmo conseguir ganhar tempo para vender a primeira aquisição.

As mudanças no financiamento de imóveis tem como objetivo reaquecer a demanda e também retomar o crescimento imobiliário. Além dessas medidas, o banco anunciou o também aumento dos recursos para contratação do financiamento imobiliário.

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Conheça as diferenças entre a hipoteca e a alienação fiduciária de imóveis

A hipoteca e a alienação fiduciária de imóveis são utilizadas para garantia do cumprimento de contratos de aquisição de imóveis, de empréstimos ou dívidas. A utilização de uma ou outra garantia é uma opção das partes ou, normalmente, do agente financeiro que empresta o dinheiro para a aquisição do imóvel.

O advogado Sérgio Eduardo Martinez, especialista em Direito Imobiliário e autor do livro Alienação Fiduciária de Imóveisexplica que, até pouco mais de dez anos atrás, a hipoteca era a forma de garantia mais utilizada pelos bancos e agentes financiadores de imóveis, sobretudo porque não havia previsão legal que permitisse a contratação da alienação fiduciária de imóveis.

hipoteca

A principal diferença entre as duas formas está no cumprimento do contrato de financiamento (Foto: shutterstock)

Para ele, o defeito dessa forma de garantia é a enorme dificuldade do procedimento de cobrança da dívida, que exige o ajuizamento de ação judicial de execução, sujeitando o credor ao congestionado Poder Judiciário Brasileiro, o que torna a recuperação do valor emprestado lenta e dificultosa.

Segundo Martinez, atualmente a alienação fiduciária é a forma de garantia utilizada pela maior parte dos contratos de financiamento de imóveis por agentes financeiros, bancos e administradoras de consórcios. Embora criada pela Lei Federal nº 9.514 em 1997, foi sendo parcialmente modificada e aperfeiçoada nos últimos anos e tornou-se uma forma segura e rápida de recuperação do valor financiado.

“A principal diferença entre as duas formas está na maneira de se exigir o cumprimento do contrato de financiamento. Enquanto na hipoteca isso deve passar pelo Poder Judiciário com imprevisíveis estimativas de duração, na alienação fiduciária de imóveis esse procedimento é realizado de forma extrajudicial, perante o Cartório de Registro de Imóveis, sendo necessário apenas ajuizar uma ação ao final do procedimento para a retomada da posse do imóvel”, explica.

Martinez conta que, embora os contratos sejam elaborados para serem espontaneamente cumpridos, existem casos, felizmente a minoria, que resultam em situações de exigência forçada. “Nesses casos, a celeridade do procedimento de retomada do bem estabelecida na alienação fiduciária de imóveis tem sido muito mais vantajosa e o procedimento extrajudicial de cobrança já foi questionado de diversas formas no Poder Judiciário não encontrando, em regra, qualquer oposição ou embaraços”, salienta.

Mas as vantagens da contratação da alienação fiduciária de imóveis não se limitam à celeridade do procedimento de cobrança. Na hipoteca, durante a longa e lenta ação judicial, o devedor usufrui normalmente do bem, não havendo previsão legal de valor compensatório para o prazo de ocupação após a falta de pagamento do financiamento.

“Na alienação fiduciária de imóveis, por sua vez, a legislação prevê que o devedor deverá pagar ao credor o equivalente a 1% da avaliação contratual do imóvel até a desocupação, além das despesas incidentes sobre o próprio imóvel, como condomínio, taxas e impostos”, ressalta.

Embora não se possam negar vantagens e desvantagens em ambos os casos e até, eventualmente, a conveniência da escolha da hipoteca em situações pontuais, Martinez enfatiza que a alienação fiduciária de imóveis teve grande influência na oferta de crédito para financiamentos de aquisição de imóveis nos últimos anos. “Isso certamente ocorreu porque trouxe aos financiadores a certeza e segurança necessárias e até então inexistentes”, conclui.

Fonte:// zappro

Confira as mudanças das novas regras de financiamento da Caixa Econômica Federal

Financiamento Caixa2A Caixa Econômica Federal aumentou duas vezes neste ano os juros do financiamento imobiliário e reduziu o percentual de recursos da poupança que podem ser utilizados para comprar apartamentos usados (de uma máximo de 80% para um mínimo de 40%) e já tinha reduzido para novos (de 90% para 80%). Tais mudanças passaram a valer no dia 4 de Maio.

Entenda abaixo o que permanece e o que muda no banco que é o responsável pela maior parte dos financiamentos imobiliários do país.

- Muda alguma coisa no financiamento que eu já pago?

Não. Não muda muda. O que assinado foi, assinado está. É ruim quando os juros caem (e você está pagando mais do que os novos contratos). Mas é bom nesses momentos em que o custo do crédito está em alta. Não vai mudar quanto você paga de juros dentro do contrato que já está feito.

- O que muda então?

Os imóveis na faixa entre R$ 170 mil até R$ 650 mil em Florianópolis, no Rio Grande do Sul e na maior parte dos Estados, tiveram o total que pode ser financiado pela Caixa Econômica alterado. Nos municípios com população igual ou superior a 50 mil habitantes, o valor inicial é de R$ 115 mil até R$ 650 mil. Já para municípios com população igual ou superior a 250 mil habitantes, a faixa é de R$ 145 mil até R$ 650 mil. Em apartamentos novos, por exemplo, o percentual caiu de 90% para 80% — ou seja, quem quiser comprar vai ser obrigado a desembolsar mais para comprar. Mas a maior mudança foi em imóveis usados, que caíram de 80% e 70%, dependendo da linha de financiamento, para 50% e 40%. Na hora da compra, agora vai ter que já pagar a metade ou mais do valor total da casa ou do apartamento. Quem escolher comprar pelo programa Minha Casa Minha Vida ou com recursos do FGTS, não terá nenhuma alteração.

- Quem é afetado?

Duas “categorias” são os mais afetados pela mudança. Primeiro, quem comprou apartamentos na planta como investimento. Mesmo sem nunca ter usado o imóvel, assim que receber a chave da construtora ele será considerado usado. E deve ficar mais complicado vender com essas novas regras. A expectativa do mercado é que haja uma redução da procura, e uma queda nos preços para tentar compensar a demanda.
O segundo grupo de pessoas que será prejudicado é aquele formado por quem já firmou neste mês contratos de compra e venda em imobiliárias, mas ainda não conseguiu fazer o contrato de financiamento com a Caixa. Assinaram a promessa de que comprariam um apartamento, por exemplo, em uma situação e agora ela é outra.

É possível que ocorram cancelamentos de contratos com construtoras, por parte de quem comprou na planta o imóvel. Também é provável que algumas pessoas tenham que desistir do sonho da casa própria que já estava encaminhado, e desistir do contrato de compra porque não ia ter recursos para arcar com uma entrada maior — pagando uma multa que normalmente é de 10% do valor da venda.

- Alguém ganha com isso?

No médio e longo prazo, as construtoras devem ganhar com a mudança. As alterações tornam bem mais conveniente comprar uma casa ou apartamento novos do que uma usada, pela diferença no valor que pode ser financiado. Em um imóvel de R$ 250 mil, por exemplo, é possível pegar emprestado R$ 200 mil no caso de um novo e apenas R$ 125 mil, no caso de um já construído.

- O que eu posso fazer para contornar?

Uma opção é negociar o preço. A necessidade de uma entrada maior dá mais margem para tentativas de baixar o preço final — já que a demanda pela compra deve cair.

- Não tenho dinheiro agora. Existe alguma alternativa?

Outra opção é buscar esses financiamentos em bancos que não a Caixa Econômica, sejam eles públicos ou privados. Cada um tem suas regras para financiamento imobiliário e podem permitir um percentual maior, mas também a juros maiores. Uma possibilidade que deve crescer com esse novo cenário é a dos consórcios imobiliários. Um grupo de pessoas poupa em grupo e vai sendo beneficiada pela compra dos imóveis a cada novo pagamento, em que normalmente o agraciado é escolhido por sorteio. A vantagem é eliminar os juros do processo, mas a desvantagem é que existe a possibilidade de você ser o último a receber seu apartamento.

- Por que a Caixa Econômica fez isso?

A Caixa Econômica argumenta que o mercado já vem se ajustando, desde 2012, à queda da demanda/velocidade de vendas na faixa de preço entre R$ 170 mil e R$ 650 mil. Alega também que o foco do banco este ano será o financiamento de imóveis novos, com destaque para a habitação popular — operações do Minha Casa Minha Vida e recursos do FGTS. O mercado, no entanto, acredita que a medida ocorre por falta de recursos. No primeiro trimestres deste ano, a retirada das poupanças superou em R$ 23,2 bilhões os depósitos. Apenas em março, foram R$ 11,4 bilhões em saques, o maior número da série histórica.

 

FONTE: Hora de Santa Catarina

Aumento de juros para Financiar a Casa Própria

ilustracaoA Caixa Econômica Federal aumenta a partir desta segunda-feira (19) as taxas de juros do financiamento imobiliário. A alta valerá para os financiamentos tomados a partir de agora.

A Caixa informa que as taxas de juros dos financiamentos habitacionais contratados com recursos do Programa Minha Casa Minha Vida e do FGTS não sofrerão qualquer correção em suas taxas de juros.

Serão corrigidas as taxas de juros das operações para financiamento de imóveis residenciais contratadas com recursos da poupança (SBPE). De acordo com a Caixa, a mudança vai afetar quem tem renda acima de R$ 5,4 mil, que não utiliza os financiamentos habitacionais contratados com recursos do FGTS. Atualmente, há uma série de condições para obter financiamento da casa própria com recursos do FGTS, entre elas estão renda de até R$ 5,4 mil e não possuir imóvel no mesmo nome nem no mesmo município.

A taxa de juros cobrada pelo Sistema de Financiamento Habitacional (SFH), que financia imóveis de até R$ 750 mil com recursos tanto do FGTS como da poupança, permanece em 9,15% para quem não é cliente do banco e sofre alteração para quem é cliente, incluindo servidores públicos (veja na tabela).

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Já pelo Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), que financia imóveis com valor acima de R$ 750 mil, a taxa de juros anual passará de 9,2% para 11% para os não-clientes.

O dinheiro do FGTS usado no financiamento que não sofrerá aumento da taxa não é o do trabalhador que está tendo seu imóvel financiado, mas vem do montante global depositado no banco. Já os financiamentos que são feitos com recursos da poupança sofrerão aumento nas taxas de juros. Nesse caso, o dinheiro utilizado no financiamento também não vem da conta do trabalhador, mas das poupanças que fazem parte do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE).

A Caixa informou que a alteração se deve ao aumento da taxa básica de juros, que atualmente é de 11,75%.

Os juros da Caixa para habitação costumam ser os menores no mercado e servem como referência para os demais bancos. A Caixa é líder no segmento de financiamento imobiliário, com participação de mercado próxima de 70%.

Taxa média cobrada por bancos está acima de 9%
A taxa média de juros para financiamento imobiliário cobradas pelos bancos privados e públicos no país estão acima 9%, segundo último relatório do Banco Central sobre operações de crédito.

Segundo o BC, a taxa média ficou em 9,23% ao ano, em novembro de 2014, ante taxa média de 8,84% registrada no mesmo mês de 2013.

As taxas médias informadas pelos bancos pode ser consultada na página do Banco Central.

Confira a seguir as taxas de juros pós-fixados cobradas pelos bancos em novembro:

Dentro do SFH, com taxas reguladas corrigidas pela TR (pós-fixada)
Banco do Brasil  – 6,1% ao ano
Caixa Econômica Federal – 7,32% ao ano
Banco de Brasília – 7,89% ao ano
Citibank – 8,13% ao ano
Banco Banestes – 8,27% ano
HSBC –  8,7% ao ano
Bradesco – 8,71% ao ano
APE Popex – 8,81% ao ano
Banco do Estado do Rio Grande do Sul – 8,84% ao ano
Santander – 8,89% ao ano

Dentro do SFH, com taxas reguladas pré-fixadas
Caixa Econômica Federal – 11,48%
Banco do Brasil – 12,1%
Santander – 12,31%

IMPORTANTE RESSALTAR: Aumento não atinge financiamento com FGTS ou Minha Casa, Minha Vida. Banco informou que alteração se deve a aumento da taxa básica de juros.

 

FONTE: G1

Caixa permite troca de banco para quem usar FGTS na compra de imóveis

Portaria da Caixa permite migração de banco para quem usar FGTS para comprar imóvel. Com isso, clientes poderão barganhar juros menores. Migração será possível a partir de 5 de maio

Apesar de o senso comum associá-la imediatamente ao contexto da telefonia celular, a portabilidade é bem mais do que trocar o número de operadora. Através dela, você pode também transferir uma dívida de um banco para o outro. Com a portaria publicada ontem pela Caixa Econômica Federal, no Diário Oficial da União, a partir do dia 5 de maio, quem usou o FGTS como pagamento de parte do financiamento do imóvel vai poder trocar a dívida de banco, caso encontre algum que ofereça mais vantagens.

Te pareceu confuso? Imagine que você adquiriu um imóvel, usando o FGTS para dar a entrada e financiando o restante em X meses, com o banco Y. Mas,  durante o financiamento, você percebe que o banco Z oferece uma taxa de juros bem menor. A portaria permite que você transfira sua dívida de banco, sem ter nenhum custo por isso. Mais do que isso, o banco Y tem cinco dias para te fazer uma contraproposta, caso não queira perder o cliente.

A portabilidade já era possível com mutuários (nome dado a quem recebe o empréstimo) que usaram recursos da poupança para dar a entrada, mas ainda não era possível para quem o fez com o FGTS. O Conselho Curador do FGTS já havia aprovado a portabilidade há um mês, mas faltava a Caixa definir as regras.

Ontem, a Caixa  definiu as normas para que os clientes possam mudar de um banco para outro também neste caso. As regras foram publicadas ontem, mas entram em vigor  5 de maio.

Procedimento
Para quem se interessou, a Caixa ainda não estabeleceu como será o procedimento para o cliente, mas o banco rejeitado terá até 48 horas para enviar para o novo banco uma série de documentos e informações, como: CPF do mutuário, número do contrato da operação original, valor atual da dívida, prazo remanescente do financiamento, entre outras coisas.

“Se a diferença entre os dois bancos for pequena, não vale a pena a portabilidade Tathiana Cromweel, diretora jurídica da AMSPA“

O valor e o prazo da nova operação não podem ser superiores ao saldo devedor e ao prazo remanescente da operação de crédito.  Se o seu imóvel ainda está sendo construído, também não será possível fazer a portabilidade até que ele fique totalmente pronto.

FGTS

As mudanças vão permitir que o mutuário troque o tipo de contrato, por exemplo. “Muitos contratos são feitos pela tabela price onde o valor das prestações é fixo e a taxa, pós-fixada. Vai ser possível que esses mutuários migrem para o Sistema de Amortização Constante (SAC), que tem parcelas decrescentes e é mais vantajoso”, explicou Tathiana Cromweel, diretora jurídica da Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências (AMSPA).

Ela observa que, com uma concorrência maior, a tendência é de que os bancos comecem a oferecer percentuais de juros menores, para não perder os clientes.

Outras taxas
Além da taxa de juros em si, a especialista aconselha prestar atenção em outros custos, como os gastos com cartório, que podem chegar a 3% do valor do imóvel. “Se a diferença entre os dois bancos for pequena, não vale a pena fazer a portabilidade, pois os custos com certidões e  documentos pedidos pelo banco podem custar até 3% do valor do imóvel”.

Isso porque, para efetuar a mudança de banco, será necessária a emissão de certidões, nova averbação do contrato de financiamento, taxas e emolumentos para o novo registro, além das despesas de tarifas para nova  vistoria do imóvel.

O conselho que Tathiana dá é que o cliente peça ao banco uma planilha com o custo efetivo total e, a ela, some os gastos com o cartório. É só pegar a lista dos documentos e consultar a tabela do cartório”, explica.

Outra taxa que o mutuário deve ficar atento é a taxa de administração, que é a que o banco cobra para administrar o dinheiro. “O Banco Central autoriza o limite de até 2% do valor total do imóvel, e apenas nas 12 primeiras prestações, mas tem banco que embute o valor da parcela, o que é ilegal. Para saber se esse é o seu caso, basta olhar os valores no contrato.

“Normalmente é um valor próximo de R$ 25. Não é nada na parcela, mas multiplique pelo financiamento inteiro. Dá um valor considerável”, diz Tathiana.

Bancos não divulgam estratégias para portabilidade
Com a possibilidade de o cliente trocar seu financiamento de banco, a expectativa é que  a concorrência estimule as instituições financeiras a baixar as taxas e melhorar as condições. No entanto, ontem, nenhum dos bancos tinha ainda uma estratégia definida para vencer a disputa.

Sobre as condições atuais, o Santander informou que o financiamento imobiliário  com uso de recursos da caderneta de poupança, que é a mais comum, tem  taxa de juros para imóveis avaliados em até R$ 750 mil de 9,1% a 10% ao ano.

O prazo máximo é de  35 anos, e o cliente pode financiar até 80% do valor do imóvel, comprometendo até 35% da renda. Já no Banco do Brasil, a taxa para imóveis de até R$ 650 mil é de a partir de 8,3% ao ano.

A Caixa, em nota, informou que, como um dos agentes financeiros,  ainda está analisando a resolução para aplicá-la integralmente na data adequada. O banco ainda não regulamentou o procedimento para fazer a portabilidade entre os mutuários do FGTS, mas entre os que utilizam a poupança, é preciso comparecer ao novo banco com informações do contrato original e apresentar sua proposta de portabilidade.

O Itaú disse, por nota, que não comentaria sobre a portabilidade, e que as taxas de financiamento dependem do relacionamento com o cliente. O Bradesco informou que financia até 80% do imóvel pelo Sistema Brasileiro de Habitação (SFH), com parcelas a partir de R$ 200 e prazo de até 30 anos.

Para imóveis de até R$ 750 mil, a taxa é de 9,2% ao ano. O imóvel pode ser novo ou usado e o mutuário pode comprometer, no máximo, 30% de seu salário com o pagamento das parcelas de financiamento.Numero Financiamento

Mercado imobiliário vê medida com cautela

Apesar de estimular a concorrência, beneficiando o comprador, o setor imobiliário não deposita grandes esperanças na portabilidade. Segundo o presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi), Luciano Muricy, a possibilidade de trocar o financiamento de banco não trouxe novidades sensíveis para o mercado.

“A portabilidade já existia, mas só com a poupança. Não provocou nenhuma movimentação atípica”, disse ele. Apesar disso, Muricy disse ver a mudança com otimismo. “A concorrência é ótima, traz mais atratividade.  Estou torcendo para que dê certo”.

Segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), o volume de empréstimos para a aquisição e construção de imóveis somou 8,8 bilhões em fevereiro, melhor resultado desse mês dos últimos 20 anos. Em relação a igual período do ano passado, o crescimento foi de 52%. No primeiro bimestre foram R$ 17 bilhões, 36% a mais do que em 2013.

 

 

Fonte: Correio24Horas

Crédito imobiliário sinaliza crescimento acima da média em 2014

credito-imobiliario-como-conseguirEntre outros fatores, as taxas de juros mais atrativas comparadas a outras carteiras, o baixo índice de desemprego e o grande apetite por parte dos bancos refletiram no aumento nos números do crédito imobiliário do Brasil no ano passado.

Para especialistas do setor, 2013 foi um período de recuperação do mercado, quando comparado a 2012, que registrou queda no crédito imobiliário e nos investimentos de novos empreendimentos.

Além dos juros considerados atrativos, o baixo índice de inadimplência e o aumento do limite do uso do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para financiamentos foram fatores que favoreceram o crescimento do crédito para esta categoria, segundo os economistas.

Estes mesmos fatores reunidos, devem permitir que o segmento continue a crescer acima da média das demais carteiras em 2014.

O economista e professor da FGV-RJ (Fundação Getulio Vargas), Sérgio Bessa, considera o grande déficit habitacional existente no país mais um fator importante para garantir que o segmento não perca o fôlego neste ano de 2014.

“Ao mesmo tempo, o governo continua incentivando o crédito, principalmente por meio do bancos públicos, como uma forma de manter um crescimento no país”, diz Bessa.

O presidente da Abecip – Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança, Octávio de Lazari Junior, também afirmou recentemente que espera um crescimento de 15% a 20% nos financiamentos em 2014.

Na sua opinião, a expansão do crédito será sustentada pelo apetite dos bancos pela carteira imobiliária, associada à recuperação das empresas de construção e boas condições de emprego e renda da população.

O auxilio do FGTS na compra do imóvel

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Na aquisição de imóvel residencial urbano:

 O pagamento parcial ou total do preço de aquisição do imóvel;

Pagamento de lance na obtenção da Carta de Crédito ou como complementação do valor da Carta de Crédito para pagamento da parcela de recursos próprios, quando o consorciado permanecer com saldo devedor na Administradora de Consórcio devidamente habilitada pelo BACEN “Consórcio de Imóveis”.

Na construção de imóvel residencial urbano:

Financiamento da construção de imóvel residencial urbano;

Como parte ou valor total dos recursos próprios do proponente. A operação é realizada somente se for vinculada a um financiamento ou a um programa de autofinanciamento contratado com Construtora, Cooperativa Habitacional ou Construtor pessoa física.

Todo trabalhador brasileiro com contrato de trabalho formal, regido pela CLT e, também, trabalhadores rurais, temporários, avulsos, safreiros e atletas profissionais têm direito ao FGTS. O diretor não-empregado e o empregado doméstico podem ser incluídos no sistema FGTS, a critério do empregador.

O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS foi criado em 1967 pelo Governo Federal para proteger o trabalhador demitido sem justa causa. O FGTS é constituído de contas vinculadas, abertas em nome de cada trabalhador, quando o empregador  efetua o primeiro depósito. O saldo da conta vinculada é formado pelos depósitos mensais efetivados pelo empregador, equivalentes a 8,0% do salário pago ao empregado, acrescido de atualização monetária e juros. O fundo economizado pelo trabalhador brasileiro ao longo de anos de serviço é uma excelente alternativa para adquirir um imóvel. Os recursos do benefício podem ser utilizados para pagamento parcial ou total do preço de aquisição do imóvel, pagamento de lance na obtenção da carta de crédito ou como complementação do valor da carta de crédito para pagamento da parcela de recursos próprios e para financiamento de construção de imóvel residencial urbano. O benefício do FGTS é permitido nos casos de redução do valor das parcelas, na quitação do imóvel ou no pagamento das prestações em atraso do SFH – Sistema Financeiro da Habitação; do programa Minha Casa Minha Vida e de consórcio. Já no SFI – Sistema Financeiro Imobiliário, para imóveis no valor acima de R$ 500 mil, o Fundo só pode ser usado para quitar o saldo devedor. O Fundo de Garantia financia no máximo 80% do valor da propriedade e para utilizá-lo é preciso ter, no mínimo, três anos de recolhimento e o intervalo de dois anos, desde a sua última movimentação. O direito do trabalhador, para o uso do FGTS, cabe apenas na aquisição de uma moradia. “Ao utilizar o Fundo, o adquirente deverá apresentar documentos. O registro do imóvel no cartório também deve ser comprovado”, O prazo médio para liberação dos recursos do FGTS é de cinco dias úteis, a partir da apresentação de documentos como: RG, CPF, carteira de trabalho, número do NIS (PIS/PASEP), comprovante de residência e renda, certidão de nascimento ou de casamento. Do imóvel é preciso apresentar a certidão de matrícula e cópia do IPTU. “Nessa etapa é importante contar com auxílio de um profissional para não ter problemas.

 

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