Como decorar a casa gastando pouco

Como decorar a casa gastando pouco

Você acabou de se mudar, está super feliz com o novo espaço mas não sobrou para investir na decoração? Calma, temos a solução. Preparado para usar a criatividade?

Decorar gastando pouco é o desejo de todos, não é mesmo?! Seja para uma pequena mudança ou alterar completamente o ambiente. De qualquer maneira, é bom fazer um planejamento da intenção dos gastos e também dos caminhos decorativos.

Vamos ver algumas opções para você repaginar o seu lar.

A primeira coisa que deve saber é que os acessórios fazem toda a diferença na decoração. Por exemplo, se você possui um sofá neutro pode incrementá-lo com almofadas coloridas, com mantas, uma capa e já terá uma mudança considerável.

 

Na hora de escolher esses pequenos detalhes, não tenha medo de investir em cores mais chamativas e estampas diferentes, pois como são fáceis de serem trocados, sempre que houver a necessidade, você pode brincar com tonalidades mais marcantes, criando pontos de destaque no ambiente.

Uma boa pintura vai mudar o espaço, só é preciso lembrar que cores escuras deixam o lugar menor, então se o espaço for pequeno, o ideal será utilizar cores claras para ampliar o ambiente. Os tons neutros são a melhor alternativa para as paredes e também para os móveis maiores podendo ousar nas cores dos acessórios.

Outra opção para decorar gastando pouco é o uso de adesivos, são ótimos para dar personalidade ao lar. Além de baratos, você mesmo pode aplicar o material.

Após escolher os itens de tecidos, escolha o restante dos acessórios que irão compor o ambiente. Vasos, livros e bandejas são algumas opções que deixam a decoração mais sofisticada e também podem ser trocados com frequência.

Tijolos aparentes, fios e tubulações à mostra podem ser elementos da decoração. Integre-os e crie um estilo despojado. Pinte-os com cores vibrantes, cole adesivos e os exiba.

Se o orçamento é curto, procure por pisos vinílicos feitos à base de PVC. Eles são mais baratos e práticos. Alguns modelos funcionam com encaixe, dispensando o uso de cola para instalar.

Outro ponto positivo desse piso é a versatilidade, com texturas, cores e acabamentos diferentes, com opção para todos os estilos. O único porém é que o piso exige cuidado: é indicado aplicar feltro nas extremidades dos móveis para não machucar o material.

Pense bem antes de se desfazer daquele banco ou cadeira antiga. Com apenas uns retalhos de pano você pode deixar qualquer móvel com uma cara nova e super moderna.

Também pode optar por um efeito decoupage utilizando recortes de revista ou tiras de jornal. Basta aplicar com cola branca, e sempre com o auxílio de um pincel para deixar o material bem liso e esticado. Depois de revestir toda a superfície, aplique uma demão de verniz e pronto!

A iluminação é a maquiagem na decoração. Então invista em abajures, luminárias ou até mesmo em luzes de Natal para dar diferentes efeitos de iluminação indireta no seu cantinho.

Outro detalhe para mudar a decoração do seu quarto é a roupa de cama. Colocando um belo jogo, você já vai sentir a diferença do novo ambiente.

E para concluir as dicas de hoje, não podemos deixar de mencionar os pallets e caixotes de feira, pois continuam sendo uma ótima e econômica opção para renovar os espaços. Depois de ver tantas dicas é hora de colocar a mão na massa. Planeje com cuidado cada cômodo e anote os valores de tudo, pois mesmo gastando pouco se for renovar toda a casa o susto pode ser grande. ;)

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Conheça as diferenças entre a hipoteca e a alienação fiduciária de imóveis

A hipoteca e a alienação fiduciária de imóveis são utilizadas para garantia do cumprimento de contratos de aquisição de imóveis, de empréstimos ou dívidas. A utilização de uma ou outra garantia é uma opção das partes ou, normalmente, do agente financeiro que empresta o dinheiro para a aquisição do imóvel.

O advogado Sérgio Eduardo Martinez, especialista em Direito Imobiliário e autor do livro Alienação Fiduciária de Imóveisexplica que, até pouco mais de dez anos atrás, a hipoteca era a forma de garantia mais utilizada pelos bancos e agentes financiadores de imóveis, sobretudo porque não havia previsão legal que permitisse a contratação da alienação fiduciária de imóveis.

hipoteca

A principal diferença entre as duas formas está no cumprimento do contrato de financiamento (Foto: shutterstock)

Para ele, o defeito dessa forma de garantia é a enorme dificuldade do procedimento de cobrança da dívida, que exige o ajuizamento de ação judicial de execução, sujeitando o credor ao congestionado Poder Judiciário Brasileiro, o que torna a recuperação do valor emprestado lenta e dificultosa.

Segundo Martinez, atualmente a alienação fiduciária é a forma de garantia utilizada pela maior parte dos contratos de financiamento de imóveis por agentes financeiros, bancos e administradoras de consórcios. Embora criada pela Lei Federal nº 9.514 em 1997, foi sendo parcialmente modificada e aperfeiçoada nos últimos anos e tornou-se uma forma segura e rápida de recuperação do valor financiado.

“A principal diferença entre as duas formas está na maneira de se exigir o cumprimento do contrato de financiamento. Enquanto na hipoteca isso deve passar pelo Poder Judiciário com imprevisíveis estimativas de duração, na alienação fiduciária de imóveis esse procedimento é realizado de forma extrajudicial, perante o Cartório de Registro de Imóveis, sendo necessário apenas ajuizar uma ação ao final do procedimento para a retomada da posse do imóvel”, explica.

Martinez conta que, embora os contratos sejam elaborados para serem espontaneamente cumpridos, existem casos, felizmente a minoria, que resultam em situações de exigência forçada. “Nesses casos, a celeridade do procedimento de retomada do bem estabelecida na alienação fiduciária de imóveis tem sido muito mais vantajosa e o procedimento extrajudicial de cobrança já foi questionado de diversas formas no Poder Judiciário não encontrando, em regra, qualquer oposição ou embaraços”, salienta.

Mas as vantagens da contratação da alienação fiduciária de imóveis não se limitam à celeridade do procedimento de cobrança. Na hipoteca, durante a longa e lenta ação judicial, o devedor usufrui normalmente do bem, não havendo previsão legal de valor compensatório para o prazo de ocupação após a falta de pagamento do financiamento.

“Na alienação fiduciária de imóveis, por sua vez, a legislação prevê que o devedor deverá pagar ao credor o equivalente a 1% da avaliação contratual do imóvel até a desocupação, além das despesas incidentes sobre o próprio imóvel, como condomínio, taxas e impostos”, ressalta.

Embora não se possam negar vantagens e desvantagens em ambos os casos e até, eventualmente, a conveniência da escolha da hipoteca em situações pontuais, Martinez enfatiza que a alienação fiduciária de imóveis teve grande influência na oferta de crédito para financiamentos de aquisição de imóveis nos últimos anos. “Isso certamente ocorreu porque trouxe aos financiadores a certeza e segurança necessárias e até então inexistentes”, conclui.

Fonte:// zappro

Economia: Banco Central estimula bancos a financiarem mais de 80% do valor do imóvel.

Novas regras anunciadas na última quinta-feira (29/10)  pelo Banco Central  estimularão  os  bancos  a  ampliar  limite  de financiamento imobiliário.

Banco Central
O Banco Central (BC) diminuiu a parcela que os bancos são obrigados a deixar parada no caixa para cumprir os requerimentos mínimos de capital nos financiamentos de maior valor. A decisão foi divulgada pelo BC logo após reunião do Conselho Monetário Nacional que definiu mudanças na regulação que reduz o risco de operações de crédito do sistema financeiro.

Até agora, os bancos que financiassem pelo menos 80% do valor do imóvel, nas operações enquadradas como de varejo, eram obrigados a deixar 75% do empréstimo parado no caixa como requerimento de capital. Para operações mais caras, não consideradas como de varejo, a exigência subia para 100% do valor. Até o mutuário terminar de pagar o empréstimo, o banco não podia mexer nesse dinheiro.

Agora, o BC autorizou que, quando o cliente começar a pagar as parcelas e estiver devendo 80% do imóvel, o banco deixe apenas 35% do total do empréstimo imobilizado. Dessa forma, a instituição financeira terá mais dinheiro para conceder novos financiamentos. Com a decisão, os financiamentos de pelo menos 80% do valor do imóvel passarão a ter o mesmo tratamento das operações abaixo desse limite, que tinham requerimento de capital de 35%.

De acordo com o BC, a mudança servirá como estímulo para os bancos ampliarem o limite de financiamento imobiliário. As novas regras, no entanto, não resultam em alteração para a Caixa Econômica, que concentra 70% do crédito imobiliário no país. No fim de abril, o banco reduziu, de 80% para 50%, o teto de financiamento pelo Sistema Financeiro da Habitação. Até então, a instituição era a única a financiar mais de 80% do valor do imóvel. No entanto, a decisão incentiva bancos privados que operam no ramo imobiliário a emprestarem mais.

FONTE: Agência Brasil

Confira as mudanças das novas regras de financiamento da Caixa Econômica Federal

Financiamento Caixa2A Caixa Econômica Federal aumentou duas vezes neste ano os juros do financiamento imobiliário e reduziu o percentual de recursos da poupança que podem ser utilizados para comprar apartamentos usados (de uma máximo de 80% para um mínimo de 40%) e já tinha reduzido para novos (de 90% para 80%). Tais mudanças passaram a valer no dia 4 de Maio.

Entenda abaixo o que permanece e o que muda no banco que é o responsável pela maior parte dos financiamentos imobiliários do país.

- Muda alguma coisa no financiamento que eu já pago?

Não. Não muda muda. O que assinado foi, assinado está. É ruim quando os juros caem (e você está pagando mais do que os novos contratos). Mas é bom nesses momentos em que o custo do crédito está em alta. Não vai mudar quanto você paga de juros dentro do contrato que já está feito.

- O que muda então?

Os imóveis na faixa entre R$ 170 mil até R$ 650 mil em Florianópolis, no Rio Grande do Sul e na maior parte dos Estados, tiveram o total que pode ser financiado pela Caixa Econômica alterado. Nos municípios com população igual ou superior a 50 mil habitantes, o valor inicial é de R$ 115 mil até R$ 650 mil. Já para municípios com população igual ou superior a 250 mil habitantes, a faixa é de R$ 145 mil até R$ 650 mil. Em apartamentos novos, por exemplo, o percentual caiu de 90% para 80% — ou seja, quem quiser comprar vai ser obrigado a desembolsar mais para comprar. Mas a maior mudança foi em imóveis usados, que caíram de 80% e 70%, dependendo da linha de financiamento, para 50% e 40%. Na hora da compra, agora vai ter que já pagar a metade ou mais do valor total da casa ou do apartamento. Quem escolher comprar pelo programa Minha Casa Minha Vida ou com recursos do FGTS, não terá nenhuma alteração.

- Quem é afetado?

Duas “categorias” são os mais afetados pela mudança. Primeiro, quem comprou apartamentos na planta como investimento. Mesmo sem nunca ter usado o imóvel, assim que receber a chave da construtora ele será considerado usado. E deve ficar mais complicado vender com essas novas regras. A expectativa do mercado é que haja uma redução da procura, e uma queda nos preços para tentar compensar a demanda.
O segundo grupo de pessoas que será prejudicado é aquele formado por quem já firmou neste mês contratos de compra e venda em imobiliárias, mas ainda não conseguiu fazer o contrato de financiamento com a Caixa. Assinaram a promessa de que comprariam um apartamento, por exemplo, em uma situação e agora ela é outra.

É possível que ocorram cancelamentos de contratos com construtoras, por parte de quem comprou na planta o imóvel. Também é provável que algumas pessoas tenham que desistir do sonho da casa própria que já estava encaminhado, e desistir do contrato de compra porque não ia ter recursos para arcar com uma entrada maior — pagando uma multa que normalmente é de 10% do valor da venda.

- Alguém ganha com isso?

No médio e longo prazo, as construtoras devem ganhar com a mudança. As alterações tornam bem mais conveniente comprar uma casa ou apartamento novos do que uma usada, pela diferença no valor que pode ser financiado. Em um imóvel de R$ 250 mil, por exemplo, é possível pegar emprestado R$ 200 mil no caso de um novo e apenas R$ 125 mil, no caso de um já construído.

- O que eu posso fazer para contornar?

Uma opção é negociar o preço. A necessidade de uma entrada maior dá mais margem para tentativas de baixar o preço final — já que a demanda pela compra deve cair.

- Não tenho dinheiro agora. Existe alguma alternativa?

Outra opção é buscar esses financiamentos em bancos que não a Caixa Econômica, sejam eles públicos ou privados. Cada um tem suas regras para financiamento imobiliário e podem permitir um percentual maior, mas também a juros maiores. Uma possibilidade que deve crescer com esse novo cenário é a dos consórcios imobiliários. Um grupo de pessoas poupa em grupo e vai sendo beneficiada pela compra dos imóveis a cada novo pagamento, em que normalmente o agraciado é escolhido por sorteio. A vantagem é eliminar os juros do processo, mas a desvantagem é que existe a possibilidade de você ser o último a receber seu apartamento.

- Por que a Caixa Econômica fez isso?

A Caixa Econômica argumenta que o mercado já vem se ajustando, desde 2012, à queda da demanda/velocidade de vendas na faixa de preço entre R$ 170 mil e R$ 650 mil. Alega também que o foco do banco este ano será o financiamento de imóveis novos, com destaque para a habitação popular — operações do Minha Casa Minha Vida e recursos do FGTS. O mercado, no entanto, acredita que a medida ocorre por falta de recursos. No primeiro trimestres deste ano, a retirada das poupanças superou em R$ 23,2 bilhões os depósitos. Apenas em março, foram R$ 11,4 bilhões em saques, o maior número da série histórica.

 

FONTE: Hora de Santa Catarina

5 Passos seguros para Financiar seu imóvel

Imagem628-586x388A compra de um imóvel, para uso próprio ou investimento, costuma ser um grande passo. A fase do financiamento é a que gera mais dúvidas, em razão do expressivo capital envolvido.

Para auxiliar nesse momento tão importante, veja um roteiro sobre os principais pontos do processo.

1º Passo: Escolha do Imóvel:

Faça uma seleção considerando a região de sua preferência, o tamanho, número de cômodos e o valor pretendido. O investimento é alto e merece uma decisão acertada. Leve em consideração opinião dos outros membros da família que forem conviver no imóvel. Tente conter o entusiasmo diante dos vendedores e não haja com impulsos, principalmente após visitar o primeiro empreendimento. Avalie bem todas as opções antes de fechar algum negócio.

2º Passo: Escolha da instituição Financeira:

Caso você não disponha de toda a quantia para compra, precisará buscar um empréstimo / financiamento junto a uma instituição Financeira. Muitas são as opções no mercado, mas antes de qualquer coisa, é fundamental pesquisar as ofertas disponíveis, as diferenças entre as taxas de juros praticadas, o percentual de financiamento concedido, assim como as exigências e burocracias envolvidas. É muito importante identificar qual banco se ajusta melhor ao seu perfil, pois será um relacionamento para 10, 15, 20 ou até 30 anos.

Logo em seguida, você deverá procurar o gerente da agência escolhida e apresentar seus documentos pessoais, comprovantes de renda e informar qual quantia pretende financiar. Essa providência permitirá que o Banco agilize a Análise de Crédito.  Geralmente o processo de aprovação dura de 30 a 40 dias.

3º Passo: Efetivação do Compromisso de Venda e Compra e Análise da documentação do imóvel :

Neste momento é bom contar com a ajuda de um especialista. Recomenda-se que um advogado analise todos os documentos, desde os referentes ao imóvel, ao processo de financiamento até os documentos dos vendedores.

O estudo da documentação imobiliária, que precede a aquisição do bem, tem dois objetivos principais: verificar e minimizar o grau de risco da aquisição e demonstrar, a boa-fé do adquirente. Muitos problemas podem ser evitados nesta fase. O objetivo nunca será inviabilizar negócios, mas sim orientar quanto às correções e precauções necessárias.

4º Passo: Análise dos Vendedores:

Neste momento é avaliada a situação dos vendedores. É muito importante verificar se há restrições que possam recair sobre o bem. Além disso, ao analisar a documentação o comprador pode antecipar correções e esclarecimentos, novamente agilizando o processo de financiamento.

Invariavelmente, a instituição financeira que cederá o crédito analisará toda a documentação apresentada. Porém, recomenda-se que o comprador tenha conhecimento de tudo, pois ele será o pleno proprietário do imóvel futuramente.

5º Passo: Análise detalhada do contrato de Financiamento

Nesta fase é hora de decidir sobre os detalhes do financiamento: o sistema de amortização e garantia, a forma de reajuste, se será ou não utilizado o FGTS. Deve-se tomar conhecimento de todas as tarifas cobradas pelo banco e negociar quando possível.

Após todas estas fases, presume-se que tudo deu certo: a escolha do banco e do imóvel, o fechamento do negócio com o compromisso de Compra e Venda, a Análise de todos os documentos e a obtenção do crédito. O próximo passo é planejar sua mudança, comemorar a conquista do imóvel próprio e ser feliz!

O que fazer quando o Banco não Financia a compra do Imóvel?

shutterstock_93609493Apesar dos juros estarem mais baixos, os bancos brasileiros continuam sendo muito responsáveis na
avaliação de crédito que precede a liberação de um Financiamento Imobiliário.

Se você teve seu pedido de crédito negado, não é preciso desanimar. Existem outras modalidades de financiamento de imóveis que podem se encaixar melhor no seu orçamento, como Consórcios, cooperativas ou pagamento à vista.

Abaixo discutimos algumas destas alternativas, como o consórcio de imóveis e as
cooperativas habitacionais.

1 – Consórcio de imóveis: Para quem desconhece o sistema, ele funciona da mesma forma que o Consórcio de Automóveis. as
pessoas que pretendem comprar um imóvel, mas não possuem dinheiro suficiente, se juntam de forma a comprar um apartamento para uma delas. Cada mês que passa, um ou mais imóveis são comprados, beneficiando integrantes do grupo. A contemplação pode ocorrer por lance (quem se dispor a antecipar a maior parcela do pagamento leva) ou por sorteio.

A grande desvantagem do consórcio reside no fato de que, ao contrário do financiamento, onde você tem a posse do bem imediatamente, será necessário esperar até ser sorteado. Portanto, o consórcio pode não ser recomendado para quem não tem tempo a perder e precisa da casa agora. Em contrapartida, você não paga juros, mas apenas uma taxa de administração, que varia entre 12% e 25% sobre o valor do imóvel, para a empresa que administra o grupo de consórcio.

Dependendo da administradora, também é cobrada uma taxa de fundo de reserva, que é destinada a formar uma proteção para evitar perdas aos consorciados em caso de desistências ou inadimplência de qualquer participante do consórcio. Por último, também é possível cobrar uma taxa de adesão, que nada mais é do que uma antecipação da taxa de administração e por isso mesmo deve ser deduzida das taxas de administração cobradas mensalmente.

2 – Cooperativas habitacionais: Bastante conhecido pelos brasileiros de menor poder aquisitivo, o sistema de cooperativas habitacionais vem ganhando espaço na classe média e até mesmo em segmentos de alto poder aquisitivo no Brasil. O motivo do aumento das cooperativas nos últimos anos é a tentativa de fugir dos financiamentos e de intermediários, que costumam encarecer demasiadamente a aquisição da casa própria.

A ausência de juros e de incorporadoras é vista como uma vantagem pelos cooperados, porém é preciso analisar bem o negócio antes de partir para o empreendimento. Para formar uma cooperativa, basta juntar pelo menos 20 pessoas e dar início às obras. Deixado de lado o esquema burocrático, o modo de funcionamento das cooperativas habitacionais é relativamente simples. São os próprios membros que coordenam a obra e, portanto, são responsáveis pelo andamento e gerenciamento de toda a construção.

O sucesso de uma cooperativa está intimamente ligado à gestão do grupo, que em geral administra sozinho o empreendimento. Alguns deles chegam a contratar o serviço de um consultor para ajudar na administração financeira do negócio. Quanto maior o valor do imóvel, mais cuidado você deve ter ao assinar o contrato. E o nível socioeconômico dos participantes no Brasil só tem crescido. Algumas cooperativas possuem imóveis de até R$ 400 mil. Essa alternativa para a compra da casa própria, portanto, já deixou se ser vista como popular.

3 – Investir seu dinheiro e comprar à vista: Também é possível aplicar mensalmente o valor das prestações do consórcio em um fundo de investimento. Vamos assumir, por exemplo, que você não foi sorteado até o final do consórcio e teve que esperar 120 meses para receber seu imóvel. Por outro lado, se você aplicar R$ 500 todos os meses a um ganho médio de 0,6% ao mês – já descontados os impostos -, poderá juntar muito mais dinheiro que em um consórcio, onde não há pagamento de juros sobre o que já foi poupado e ainda incidem as taxas administrativas.

Diante disto fica claro que uma alternativa bastante viável, mas que muitos deixam de lado em favor da pressa de realizar seu sonho, é o de investir todos os meses para juntar um dinheiro suficiente para comprar a casa à vista. O mais interessante é que a maioria das pessoas acredita que não consegue aplicar R$ 500 todos os meses, mas de alguma forma mantém o pagamento das prestações do consórcio, correndo o risco de acabar tendo que sair do grupo e recebendo bem menos do que aplicaram no período.

FONTE: InfoMoney

Feirão de imóveis da Caixa acontece neste mês em 13 grandes cidades do País.

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A CEF (Caixa Econômica Federal) promove, de 23 a 25 de maio, a 10ª edição do Feirão Caixa da Casa Própria em treze grandes cidades do País. Durante esse período, quem contratar o financiamento imobiliário poderá optar por pagar a primeira parcela somente em janeiro de 2015.

 

Para o vice-presidente de Habitação da Caixa, José Urbano Duarte, o Feirão está consolidado como um momento chave para a compra de um imóvel. “O Feirão foi uma das alavancas da aquisição da casa própria, nos últimos dez anos.e 2015. A condição vale para os financiamentos com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), realizados durante a realização do evento, nos Feirões ou nas agências da entidade.

A primeira cidade a receber o evento deste ano é São Paulo (SP), de 2 a 4 de maio. Depois, o Feirão terá continuidade, entre os dias 16 e 18, em mais oito cidades: Brasília (DF), Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ) e Salvador (BA). O último fim de semana do evento será de 23 a 25 de maio nas cidades de Campinas (SP), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS) e Uberlândia (MG).

Participaram neste ano mais de 1.400 parceiros. São mais de 560 construtoras e cerca de 500 correspondentes imobiliários Caixa, além de 340 imobiliárias, que ocuparão os estandes do evento. Mais de 1.000 empreendimentos novos estarão com as suas unidades em oferta, nas 13 cidades onde acontecem os Feirões. A previsão inicial é de que o número de imóveis ofertados ao longo dos três finais de semana de realização do evento seja superior a 300 mil. Serão mais de 7.600 empregados Caixa envolvidos com a realização do Feirão neste ano.

Como adquirir imóvel no evento? -  Basta levar documento de identidade, CPF e comprovante de renda. Os interessados também podem obter informações em todas as agências da CAIXA ou pelo Serviço de Atendimento ao Cliente (0800 726 0101), disponível 24 horas por dia, inclusive nos finais de semana.

O prazo para o financiamento imobiliário da Caixa é de até 35 anos e as taxas de juros são a partir de 4,5% a.a, variando de acordo com a renda do tomador e o valor financiado.

O simulador habitacional da entidade também oferece novidades. A nova funcionalidade permite que o cliente saiba quanto pode financiar antes de definir o valor do imóvel. Os interessados podem realizar as simulações do crédito imobiliário no endereço www.caixa.gov.br.

>> Em Florianópolis, o Feirão da caixa ocorrerá dos dias 23 a 25 de Maio, no Centro de Convenções (CentroSul), Sexta e sábado, das 10h às 21h, e no Domingo, das 10h às 18h.

 

 

Fonte: Revista Zap Imóveis.

 

Caixa permite troca de banco para quem usar FGTS na compra de imóveis

Portaria da Caixa permite migração de banco para quem usar FGTS para comprar imóvel. Com isso, clientes poderão barganhar juros menores. Migração será possível a partir de 5 de maio

Apesar de o senso comum associá-la imediatamente ao contexto da telefonia celular, a portabilidade é bem mais do que trocar o número de operadora. Através dela, você pode também transferir uma dívida de um banco para o outro. Com a portaria publicada ontem pela Caixa Econômica Federal, no Diário Oficial da União, a partir do dia 5 de maio, quem usou o FGTS como pagamento de parte do financiamento do imóvel vai poder trocar a dívida de banco, caso encontre algum que ofereça mais vantagens.

Te pareceu confuso? Imagine que você adquiriu um imóvel, usando o FGTS para dar a entrada e financiando o restante em X meses, com o banco Y. Mas,  durante o financiamento, você percebe que o banco Z oferece uma taxa de juros bem menor. A portaria permite que você transfira sua dívida de banco, sem ter nenhum custo por isso. Mais do que isso, o banco Y tem cinco dias para te fazer uma contraproposta, caso não queira perder o cliente.

A portabilidade já era possível com mutuários (nome dado a quem recebe o empréstimo) que usaram recursos da poupança para dar a entrada, mas ainda não era possível para quem o fez com o FGTS. O Conselho Curador do FGTS já havia aprovado a portabilidade há um mês, mas faltava a Caixa definir as regras.

Ontem, a Caixa  definiu as normas para que os clientes possam mudar de um banco para outro também neste caso. As regras foram publicadas ontem, mas entram em vigor  5 de maio.

Procedimento
Para quem se interessou, a Caixa ainda não estabeleceu como será o procedimento para o cliente, mas o banco rejeitado terá até 48 horas para enviar para o novo banco uma série de documentos e informações, como: CPF do mutuário, número do contrato da operação original, valor atual da dívida, prazo remanescente do financiamento, entre outras coisas.

“Se a diferença entre os dois bancos for pequena, não vale a pena a portabilidade Tathiana Cromweel, diretora jurídica da AMSPA“

O valor e o prazo da nova operação não podem ser superiores ao saldo devedor e ao prazo remanescente da operação de crédito.  Se o seu imóvel ainda está sendo construído, também não será possível fazer a portabilidade até que ele fique totalmente pronto.

FGTS

As mudanças vão permitir que o mutuário troque o tipo de contrato, por exemplo. “Muitos contratos são feitos pela tabela price onde o valor das prestações é fixo e a taxa, pós-fixada. Vai ser possível que esses mutuários migrem para o Sistema de Amortização Constante (SAC), que tem parcelas decrescentes e é mais vantajoso”, explicou Tathiana Cromweel, diretora jurídica da Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências (AMSPA).

Ela observa que, com uma concorrência maior, a tendência é de que os bancos comecem a oferecer percentuais de juros menores, para não perder os clientes.

Outras taxas
Além da taxa de juros em si, a especialista aconselha prestar atenção em outros custos, como os gastos com cartório, que podem chegar a 3% do valor do imóvel. “Se a diferença entre os dois bancos for pequena, não vale a pena fazer a portabilidade, pois os custos com certidões e  documentos pedidos pelo banco podem custar até 3% do valor do imóvel”.

Isso porque, para efetuar a mudança de banco, será necessária a emissão de certidões, nova averbação do contrato de financiamento, taxas e emolumentos para o novo registro, além das despesas de tarifas para nova  vistoria do imóvel.

O conselho que Tathiana dá é que o cliente peça ao banco uma planilha com o custo efetivo total e, a ela, some os gastos com o cartório. É só pegar a lista dos documentos e consultar a tabela do cartório”, explica.

Outra taxa que o mutuário deve ficar atento é a taxa de administração, que é a que o banco cobra para administrar o dinheiro. “O Banco Central autoriza o limite de até 2% do valor total do imóvel, e apenas nas 12 primeiras prestações, mas tem banco que embute o valor da parcela, o que é ilegal. Para saber se esse é o seu caso, basta olhar os valores no contrato.

“Normalmente é um valor próximo de R$ 25. Não é nada na parcela, mas multiplique pelo financiamento inteiro. Dá um valor considerável”, diz Tathiana.

Bancos não divulgam estratégias para portabilidade
Com a possibilidade de o cliente trocar seu financiamento de banco, a expectativa é que  a concorrência estimule as instituições financeiras a baixar as taxas e melhorar as condições. No entanto, ontem, nenhum dos bancos tinha ainda uma estratégia definida para vencer a disputa.

Sobre as condições atuais, o Santander informou que o financiamento imobiliário  com uso de recursos da caderneta de poupança, que é a mais comum, tem  taxa de juros para imóveis avaliados em até R$ 750 mil de 9,1% a 10% ao ano.

O prazo máximo é de  35 anos, e o cliente pode financiar até 80% do valor do imóvel, comprometendo até 35% da renda. Já no Banco do Brasil, a taxa para imóveis de até R$ 650 mil é de a partir de 8,3% ao ano.

A Caixa, em nota, informou que, como um dos agentes financeiros,  ainda está analisando a resolução para aplicá-la integralmente na data adequada. O banco ainda não regulamentou o procedimento para fazer a portabilidade entre os mutuários do FGTS, mas entre os que utilizam a poupança, é preciso comparecer ao novo banco com informações do contrato original e apresentar sua proposta de portabilidade.

O Itaú disse, por nota, que não comentaria sobre a portabilidade, e que as taxas de financiamento dependem do relacionamento com o cliente. O Bradesco informou que financia até 80% do imóvel pelo Sistema Brasileiro de Habitação (SFH), com parcelas a partir de R$ 200 e prazo de até 30 anos.

Para imóveis de até R$ 750 mil, a taxa é de 9,2% ao ano. O imóvel pode ser novo ou usado e o mutuário pode comprometer, no máximo, 30% de seu salário com o pagamento das parcelas de financiamento.Numero Financiamento

Mercado imobiliário vê medida com cautela

Apesar de estimular a concorrência, beneficiando o comprador, o setor imobiliário não deposita grandes esperanças na portabilidade. Segundo o presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi), Luciano Muricy, a possibilidade de trocar o financiamento de banco não trouxe novidades sensíveis para o mercado.

“A portabilidade já existia, mas só com a poupança. Não provocou nenhuma movimentação atípica”, disse ele. Apesar disso, Muricy disse ver a mudança com otimismo. “A concorrência é ótima, traz mais atratividade.  Estou torcendo para que dê certo”.

Segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), o volume de empréstimos para a aquisição e construção de imóveis somou 8,8 bilhões em fevereiro, melhor resultado desse mês dos últimos 20 anos. Em relação a igual período do ano passado, o crescimento foi de 52%. No primeiro bimestre foram R$ 17 bilhões, 36% a mais do que em 2013.

 

 

Fonte: Correio24Horas