Facilidades no financiamento imobiliário

Sabemos que obter a casa própria é o sonho da maioria das pessoas. E pode ser o seu também. Por esse motivo, nós da Konkreta queremos ajudá-lo a realizar esse sonho.

Para isso, vamos instruí-lo com algumas informações que você pode não estar a par, e por consequência perdendo um tempo valioso para concretizar esse grande desejo.
Você já deve estar ciente que pode utilizar o FGTS para comprar o seu imóvel, certo? Mas se houver dúvidas acesse aqui . Além do FGTS há outros incentivos para auxiliá-lo na aquisição da casa própria.

Vamos entender um pouco sobre Consórcio de Imóveis.

O consórcio é uma ótima opção para quem deseja adquirir o seu imóvel, mas não tem o dinheiro disponível no momento. Ou ainda, que não tem a disciplina de poupar.

Ao optar por essa modalidade, você passa a participar de um grupo com outros interessados para adquirir uma carta de crédito no valor do bem. Todo mês são realizados sorteios entre os integrantes desse grupo e qualquer um pode ser contemplado com a carta de crédito e, assim, fazer a compra do imóvel.

Uma das grandes vantagens do consórcio é que não há cobrança de juros, mas sim taxas administrativas. Essas taxas são diluídas nas parcelas e por isso os custos são mais baratos que um financiamento tradicional.

Outro fator que vale ressaltar é que nessa modalidade a análise de crédito costuma ser mais flexível, o que facilita a vida de quem não consegue comprovar uma renda fixa, ou em certos casos, possui restrição no nome, mas mesmo assim pode ter a solicitação de entrada em um consórcio de imóveis aprovada.

Existe outra maneira de ser contemplado por meio da oferta de lances, que funcionam como adiantamentos do restante do valor a ser pago.

Os principais são:

❏ Lance fixo: a contribuição é feita mensalmente com uma porcentagem estabelecida pela administradora, além do valor da parcela acordada em contrato. Entre todos que se dispõem a ofertar lances fixos, aquele que tiver a cota mais próxima da última sorteada antecipa o recebimento da carta de crédito.

❏ Lance livre: o consorciado usa recursos próprios para oferecer o seu lance, assim como um leilão. A cada assembleia, o maior lance é contemplado.

❏ Lance embutido: neste caso, há possibilidade de oferecer uma porcentagem do valor da própria carta de crédito como lance, abatendo a quantia do valor final a ser recebido. Vence quem ofertar o maior lance.
Agora, para facilitar ainda mais este processo, saiba que é possível utilizar o FGTS em um consórcio. Você pode usar para dar os lances, quitar parcelas em aberto, ou ainda para complementar o valor da sua carta de crédito para adquirir um bem mais caro.

No entanto, é preciso que você esteja em conformidade com as normas de utilização do FGTS para que o recurso seja sacado. Além de o consórcio estar em seu nome.

As vantagens são bem atrativas e você ainda consegue contar com ajuda extra do valor disponível em seu fundo.

Linha de financiamento habitacional pró-cotista

Outro incentivo para ajudá-lo a realizar o sonho da casa própria é a linha de crédito pró-cotista, reaberta início de janeiro/2018 pela Caixa Econômica Federal. Essa é uma das linhas de crédito imobiliário mais baratas do país.
A linha pró-cotista usa os recursos do Fundo de Garantia, mas para utilizá-lo é preciso ter pelo menos três anos de vínculo com o FGTS e não pode ser proprietário de imóvel na mesma cidade ou região metropolitana.

Os juros variam de 7,85% a 8,85% ao ano. O valor do imóvel não pode passar de R$ 950 mil em São Paulo, Minas Gerais, Rio e Distrito Federal. E nos outros estados, o valor máximo é de R$ 800 mil.

Programa Minha Casa Minha Vida

Além dos incentivos já mencionados, não podemos deixar de falar do Programa Minha Casa Minha Vida. Uma iniciativa do Governo Federal que oferece condições atrativas para o financiamento de moradias nas áreas urbanas para famílias de baixa renda.
Nessa modalidade existem 4 faixas de renda contempladas:

Famílias com renda de até R$ 1.800,00:

Faixa 1 – O financiamento é de até 120 meses, com prestações mensais que variam de R$ 80,00 a R$ 270,00, conforme a renda bruta familiar. A garantia para o financiamento é o imóvel que você vai adquirir.

Famílias com renda de até R$ 2.600,00:

Faixa 1,5: Você pode adquirir um imóvel novo com taxas de juros de apenas 5% ao ano e até 30 anos para pagar com subsídios de até 47,5 mil reais.

Nas FAIXAS 2 e 3 você tem até 30 anos para pagar e pode comprar um imóvel novo ou na planta, comprar terreno e construir sua casa do jeito que sempre quis ou ainda construir em um terreno que já é seu.

❏ Famílias com renda de até R$ 4.000,00:
FAIXA 2: Se sua família tem renda bruta de até R$ 4.000,00, você se encaixa nesta faixa e pode ter subsídios de até R$ 29.000,00.

❏ Famílias com renda de até R$ 7.000,00:

FAIXA 3: Para famílias com renda bruta de até R$ 7.000,00 , a faixa 3 oferece taxas de juros diferenciadas em relação ao mercado para você conquistar uma casa própria.

Para mais informações sobre o Programa Minha Casa Minha Vida acesse: https://goo.gl/bdweMc

Bem, depois de obter essas informações esperamos que tenha ficado mais claro que é possível realizar o seu sonho.
Confira algumas opções que temos para você! Acesse: https://goo.gl/etmevV

Venha nos fazer uma visita e conhecer os nossos projetos. Você vai se sentir em casa.

Como comprar seu primeiro imóvel usando o FGTS

Antes de tudo, você sabe o que é FGTS?

A sigla que significa Fundo de Garantia para Tempo de Serviço, foi um mecanismo criado pelo governo para atuar como uma reserva financeira para o trabalhador.

Quem trabalha com registro em carteira recebe um depósito mensal que corresponde a 8% do salário. A transição é efetuada pela empresa em que você trabalha, diretamente em uma conta criada automaticamente na Caixa Econômica Federal.

Quem pode usar o FGTS para comprar imóvel?

Apesar de todos os trabalhadores terem direito ao fundo, existem algumas normas que precisam ser consideradas:

❏ É preciso ter um mínimo de 3 anos de carteira assinada, mas não é necessário que o período seja contínuo. Por exemplo, você pode ter trabalhado um ano em 2009 e mais dois anos em 2016;
❏ Você não pode ter nenhum financiamento ativo no Sistema Financeiro de Habitação (SFH);
❏ Também não pode ser proprietário de nenhum imóvel residencial no município em que pretende comprar. Dessa forma, se você já tem um imóvel em Florianópolis, poderá comprar outro em Palhoça;
❏ É obrigatório trabalhar ou morar no município em que você pretende comprar o imóvel utilizando o FGTS.

Quais imóveis podem ser comprados com o FGTS?

Não são todos os imóveis que podem ser comprados com a ajuda do FGTS. Primeiro, é preciso verificar se a propriedade que você possui interesse está cadastrada no Sistema Financeiro de Habitação (SFH) dentro de um limite de valor que é definido de tempos em tempos.

Além disso, o imóvel precisa ser urbano residencial e destinado à moradia do trabalhador.
Então, se você pensa em comprar para investir, não poderá usar o FGTS.

 

Como é feito o saque do fundo?

Quando você utiliza o FGTS como parte do pagamento de um imóvel, você não lida diretamente com o dinheiro. É necessário solicitar o saque a um agente financeiro por meio de um documento e, assim que tudo estiver aprovado, o depósito é feito direto na conta do vendedor.

Os agentes financeiros podem ser desde bancos, consórcios ou companhias de crédito imobiliário. É fundamental estar alerta para ver se o agente financeiro escolhido trabalha com o FGTS, pois não são todos que atendem essa modalidade.

Para que você consiga usar o seu FGTS, é necessário que a aquisição do imóvel seja feita em seu nome. Agora, se quiser usar o saldo de outra pessoa, a compra deve ser efetuada no nome dos dois.

Outra informação bem importante é que além de utilizar o saldo da sua conta de FGTS para comprar o imóvel, você também pode amortizar o saldo devedor, ou ainda, usar para diminuir o valor das prestações do financiamento.

Entre em contato diretamente com CAIXA (48)3004-1105 para obter mais informações.

Ainda vale ressaltar, que nenhuma dívida do trabalhador o impede de usar o FGTS.

Documentação necessária

Ao solicitar o FGTS para comprar imóvel , você precisa comprovar que atende a todos os requisitos listados acima. Além disso, é necessário ter em mãos:

-> Carteira de trabalho;
-> Comprovante de residência;
-> Certidão de nascimento e de casamento (se for o caso);
-> Carteira de identidade;
-> CPF.

Você também precisa comprovar que o imóvel está em situação regular, por isso, separe a certidão de matrícula e a cópia do IPTU da casa ou apartamento para também levar junto com você.

Após a entrega da documentação, caso aprovada, seu saldo do Fundo de Garantia é investido na tão sonhada da casa própria.
Para saber quais opções de moradia nós da Konkreta temos para você clique aqui .
Para mais informações sobre o uso do FGTS acesse: https://goo.gl/cz1jGx

Ministro Gilberto Kassab diz que ” Minha Casa Minha Vida 3 não terá mesma velocidade”.

Gilberto Kassab - Ministro das CidadesO Ministro das Cidades, Gilberto Kassab, disse na Câmara dos Deputados que a fase três do programa Minha Casa, Minha Vida “não terá a mesma velocidade” que as fases anteriores, devido à crise econômica pela qual passa o país. Kassab apresentou aos deputados as mudanças previstas para a terceira etapa, e disse que a prioridade agora é honrar compromissos da segunda etapa.

A ideia inicial do governo era lançar a terceira fase do Minha Casa, Minha Vida no dia 10 de setembro, no entanto, avaliações internas do Planalto indicaram que a nova fase não poderia ser oficialmente lançada antes da aprovação do Orçamento de 2016, que ainda não foi votado pelo Congresso Nacional.

Nós vamos nos esforçar para que possamos ter algumas contratações ainda no presente ano. Não é compromisso, é um esforço, todos sabem as dificuldades financeiras pelas quais passa o governo. A prioridade, agora, é honrar os compromissos das obras que estão sendo executadas”, disse Kassab. De acordo com o Ministro, existem recursos assegurados para a conclusão de 1,5 milhões de casas da segunda fase do programa.

As alterações anunciadas pelo governo foram apresentadas no dia 22/09 pelo Ministro das Cidades na Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados. Entre elas, o governo adiantou que o valor limite da renda da primeira faixa do programa, que não tem juros e conta com maior subsídio, vai aumentar de R$ 1,6 mil para R$ 1,8 mil por família. O governo também vai criar um grupo intermediário de renda, chamado de Faixa 1,5, que vai atender a famílias com renda de até R$ 2.350 mensais, que terão subsídio até R$ 45 mil.

Os juros cobrados dos beneficiários do programa também serão alterados: nas faixas 2 e 3, que variavam de 5% a 7,16% ao ano, dependendo da renda familiar bruta, subiram para entre 6% e 8%. Já a nova faixa criada pelo governo terá juros de 5% ao ano. Na faixa 1, os beneficiários continuam isentos de juros

Por Aline Leal – Repórter da Agência Brasil | Edição: Maria Claudia
Fonte:Agência Brasil

Confira as mudanças das novas regras de financiamento da Caixa Econômica Federal

Financiamento Caixa2A Caixa Econômica Federal aumentou duas vezes neste ano os juros do financiamento imobiliário e reduziu o percentual de recursos da poupança que podem ser utilizados para comprar apartamentos usados (de uma máximo de 80% para um mínimo de 40%) e já tinha reduzido para novos (de 90% para 80%). Tais mudanças passaram a valer no dia 4 de Maio.

Entenda abaixo o que permanece e o que muda no banco que é o responsável pela maior parte dos financiamentos imobiliários do país.

- Muda alguma coisa no financiamento que eu já pago?

Não. Não muda muda. O que assinado foi, assinado está. É ruim quando os juros caem (e você está pagando mais do que os novos contratos). Mas é bom nesses momentos em que o custo do crédito está em alta. Não vai mudar quanto você paga de juros dentro do contrato que já está feito.

- O que muda então?

Os imóveis na faixa entre R$ 170 mil até R$ 650 mil em Florianópolis, no Rio Grande do Sul e na maior parte dos Estados, tiveram o total que pode ser financiado pela Caixa Econômica alterado. Nos municípios com população igual ou superior a 50 mil habitantes, o valor inicial é de R$ 115 mil até R$ 650 mil. Já para municípios com população igual ou superior a 250 mil habitantes, a faixa é de R$ 145 mil até R$ 650 mil. Em apartamentos novos, por exemplo, o percentual caiu de 90% para 80% — ou seja, quem quiser comprar vai ser obrigado a desembolsar mais para comprar. Mas a maior mudança foi em imóveis usados, que caíram de 80% e 70%, dependendo da linha de financiamento, para 50% e 40%. Na hora da compra, agora vai ter que já pagar a metade ou mais do valor total da casa ou do apartamento. Quem escolher comprar pelo programa Minha Casa Minha Vida ou com recursos do FGTS, não terá nenhuma alteração.

- Quem é afetado?

Duas “categorias” são os mais afetados pela mudança. Primeiro, quem comprou apartamentos na planta como investimento. Mesmo sem nunca ter usado o imóvel, assim que receber a chave da construtora ele será considerado usado. E deve ficar mais complicado vender com essas novas regras. A expectativa do mercado é que haja uma redução da procura, e uma queda nos preços para tentar compensar a demanda.
O segundo grupo de pessoas que será prejudicado é aquele formado por quem já firmou neste mês contratos de compra e venda em imobiliárias, mas ainda não conseguiu fazer o contrato de financiamento com a Caixa. Assinaram a promessa de que comprariam um apartamento, por exemplo, em uma situação e agora ela é outra.

É possível que ocorram cancelamentos de contratos com construtoras, por parte de quem comprou na planta o imóvel. Também é provável que algumas pessoas tenham que desistir do sonho da casa própria que já estava encaminhado, e desistir do contrato de compra porque não ia ter recursos para arcar com uma entrada maior — pagando uma multa que normalmente é de 10% do valor da venda.

- Alguém ganha com isso?

No médio e longo prazo, as construtoras devem ganhar com a mudança. As alterações tornam bem mais conveniente comprar uma casa ou apartamento novos do que uma usada, pela diferença no valor que pode ser financiado. Em um imóvel de R$ 250 mil, por exemplo, é possível pegar emprestado R$ 200 mil no caso de um novo e apenas R$ 125 mil, no caso de um já construído.

- O que eu posso fazer para contornar?

Uma opção é negociar o preço. A necessidade de uma entrada maior dá mais margem para tentativas de baixar o preço final — já que a demanda pela compra deve cair.

- Não tenho dinheiro agora. Existe alguma alternativa?

Outra opção é buscar esses financiamentos em bancos que não a Caixa Econômica, sejam eles públicos ou privados. Cada um tem suas regras para financiamento imobiliário e podem permitir um percentual maior, mas também a juros maiores. Uma possibilidade que deve crescer com esse novo cenário é a dos consórcios imobiliários. Um grupo de pessoas poupa em grupo e vai sendo beneficiada pela compra dos imóveis a cada novo pagamento, em que normalmente o agraciado é escolhido por sorteio. A vantagem é eliminar os juros do processo, mas a desvantagem é que existe a possibilidade de você ser o último a receber seu apartamento.

- Por que a Caixa Econômica fez isso?

A Caixa Econômica argumenta que o mercado já vem se ajustando, desde 2012, à queda da demanda/velocidade de vendas na faixa de preço entre R$ 170 mil e R$ 650 mil. Alega também que o foco do banco este ano será o financiamento de imóveis novos, com destaque para a habitação popular — operações do Minha Casa Minha Vida e recursos do FGTS. O mercado, no entanto, acredita que a medida ocorre por falta de recursos. No primeiro trimestres deste ano, a retirada das poupanças superou em R$ 23,2 bilhões os depósitos. Apenas em março, foram R$ 11,4 bilhões em saques, o maior número da série histórica.

 

FONTE: Hora de Santa Catarina

Caixa Econômica anuncia redução de teto para financiamento de imóveis usados

Financiamento CaixaA Caixa Econômica Federal vai reduzir a cota de financiamento para imóveis usados (LTV na sigla em inglês) a partir de maio e focar somente em moradias novas, conforme informou o banco. A medida é mais uma adotada para amenizar a escassez de recursos que enfrenta por conta da redução dos depósitos na poupança, principal fonte de funding para o crédito imobiliário.

Para operações com recursos da poupança (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), o limite vai passar de 80% para 50% no Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e de 70% para 40% para imóveis no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), pelo Sistema de Amortização Constante (SAC). As alterações começam a valer a partir do dia 4 de maio. As operações de habitação popular, porém, não tiveram alteração, segundo a Caixa.

— A redução do LTV (para imóveis usados) será um grande choque na demanda por imóveis usados, já que poucas famílias têm condições de dar entrada de 50% do valor do imóvel — avaliam Guilherme Vilazante e Daniel Gasparete, do Bank of America Merril Lynch (BofA), em relatório ao mercado.

Acrescentam ainda que há riscos de medidas mais restritivas para imóveis novos e, consequentemente, aumento dos distratos.

Recentemente, a Caixa já havia reduzido a cota de financiamento para os imóveis em geral, conforme antecipou o Broadcast em 16 de abril, de 90% para 80%. Para os créditos que seguem a tabela Price, a cota máxima de financiamento já havia sido reduzida de 70% para 50% nas operações do SFH – que financia imóveis de até R$ 750 mil em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal. Nos demais Estados, o teto é de R$ 650 mil.

Em entrevista ao Broadcast na última sexta-feira, o vice-presidente de Habitação da Caixa, Teotonio Costa Rezende, explicou que a Caixa vive um problema de funding com a redução dos depósitos na poupança e, por isso, está focada na habitação social e, em segundo lugar, nos financiamentos no âmbito do SFH. Apenas no primeiro trimestre, as retiradas líquidas da caderneta foram a R$ 23,230 bilhões, de acordo com dados do Banco Central.

— É inegável que o país vive um certo clima de pessimismo. No médio prazo, tende a afetar a confiança do consumidor. A Selic nos níveis atuais dá duas pancadas no crédito imobiliário: torna menos atrativo o principal funding, que é a poupança, e encarece fontes complementares, como a LCI (letra de crédito imobiliário) — avaliou Rezende, durante o 11º Feirão Caixa da Casa Própria, em São Paulo.

No primeiro trimestre, o volume de financiamento imobiliário contratado na Caixa ficou praticamente estacionado, com alta de apenas 0,3%, segundo ele, e o desafio do banco neste ano é repetir os R$ 129 bilhões desembolsados em 2014. Já a carteira de crédito deve crescer entre 12% e 15% neste ano, intervalo bem mais tímido do que a taxa de expansão de 25,7% vista no ano passado.

No feirão deste ano, o banco não conseguiu repetir o mesmo desempenho da edição anterior. Foram negociados cerca de R$ 3,02 bilhões no primeiro fim de semana do evento, cifra quase 14% menor do que os R$ 3,5 bilhões registrados em igual intervalo do feirão de 2014. A presidente da Caixa, Miriam Belchior, disse, questionada pelo Broadcast, que o banco espera, ao menos, repetir o resultado do ano passado. A 10ª edição do Feirão Caixa da Casa Própria totalizou R$ 15,6 bilhões em negócios.

FONTE: DC – Diário Catarinense

Aumento de juros para Financiar a Casa Própria

ilustracaoA Caixa Econômica Federal aumenta a partir desta segunda-feira (19) as taxas de juros do financiamento imobiliário. A alta valerá para os financiamentos tomados a partir de agora.

A Caixa informa que as taxas de juros dos financiamentos habitacionais contratados com recursos do Programa Minha Casa Minha Vida e do FGTS não sofrerão qualquer correção em suas taxas de juros.

Serão corrigidas as taxas de juros das operações para financiamento de imóveis residenciais contratadas com recursos da poupança (SBPE). De acordo com a Caixa, a mudança vai afetar quem tem renda acima de R$ 5,4 mil, que não utiliza os financiamentos habitacionais contratados com recursos do FGTS. Atualmente, há uma série de condições para obter financiamento da casa própria com recursos do FGTS, entre elas estão renda de até R$ 5,4 mil e não possuir imóvel no mesmo nome nem no mesmo município.

A taxa de juros cobrada pelo Sistema de Financiamento Habitacional (SFH), que financia imóveis de até R$ 750 mil com recursos tanto do FGTS como da poupança, permanece em 9,15% para quem não é cliente do banco e sofre alteração para quem é cliente, incluindo servidores públicos (veja na tabela).

aumento-dos-juros-do-financiamento-mobiliario

Já pelo Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), que financia imóveis com valor acima de R$ 750 mil, a taxa de juros anual passará de 9,2% para 11% para os não-clientes.

O dinheiro do FGTS usado no financiamento que não sofrerá aumento da taxa não é o do trabalhador que está tendo seu imóvel financiado, mas vem do montante global depositado no banco. Já os financiamentos que são feitos com recursos da poupança sofrerão aumento nas taxas de juros. Nesse caso, o dinheiro utilizado no financiamento também não vem da conta do trabalhador, mas das poupanças que fazem parte do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE).

A Caixa informou que a alteração se deve ao aumento da taxa básica de juros, que atualmente é de 11,75%.

Os juros da Caixa para habitação costumam ser os menores no mercado e servem como referência para os demais bancos. A Caixa é líder no segmento de financiamento imobiliário, com participação de mercado próxima de 70%.

Taxa média cobrada por bancos está acima de 9%
A taxa média de juros para financiamento imobiliário cobradas pelos bancos privados e públicos no país estão acima 9%, segundo último relatório do Banco Central sobre operações de crédito.

Segundo o BC, a taxa média ficou em 9,23% ao ano, em novembro de 2014, ante taxa média de 8,84% registrada no mesmo mês de 2013.

As taxas médias informadas pelos bancos pode ser consultada na página do Banco Central.

Confira a seguir as taxas de juros pós-fixados cobradas pelos bancos em novembro:

Dentro do SFH, com taxas reguladas corrigidas pela TR (pós-fixada)
Banco do Brasil  – 6,1% ao ano
Caixa Econômica Federal – 7,32% ao ano
Banco de Brasília – 7,89% ao ano
Citibank – 8,13% ao ano
Banco Banestes – 8,27% ano
HSBC –  8,7% ao ano
Bradesco – 8,71% ao ano
APE Popex – 8,81% ao ano
Banco do Estado do Rio Grande do Sul – 8,84% ao ano
Santander – 8,89% ao ano

Dentro do SFH, com taxas reguladas pré-fixadas
Caixa Econômica Federal – 11,48%
Banco do Brasil – 12,1%
Santander – 12,31%

IMPORTANTE RESSALTAR: Aumento não atinge financiamento com FGTS ou Minha Casa, Minha Vida. Banco informou que alteração se deve a aumento da taxa básica de juros.

 

FONTE: G1

5 Passos seguros para Financiar seu imóvel

Imagem628-586x388A compra de um imóvel, para uso próprio ou investimento, costuma ser um grande passo. A fase do financiamento é a que gera mais dúvidas, em razão do expressivo capital envolvido.

Para auxiliar nesse momento tão importante, veja um roteiro sobre os principais pontos do processo.

1º Passo: Escolha do Imóvel:

Faça uma seleção considerando a região de sua preferência, o tamanho, número de cômodos e o valor pretendido. O investimento é alto e merece uma decisão acertada. Leve em consideração opinião dos outros membros da família que forem conviver no imóvel. Tente conter o entusiasmo diante dos vendedores e não haja com impulsos, principalmente após visitar o primeiro empreendimento. Avalie bem todas as opções antes de fechar algum negócio.

2º Passo: Escolha da instituição Financeira:

Caso você não disponha de toda a quantia para compra, precisará buscar um empréstimo / financiamento junto a uma instituição Financeira. Muitas são as opções no mercado, mas antes de qualquer coisa, é fundamental pesquisar as ofertas disponíveis, as diferenças entre as taxas de juros praticadas, o percentual de financiamento concedido, assim como as exigências e burocracias envolvidas. É muito importante identificar qual banco se ajusta melhor ao seu perfil, pois será um relacionamento para 10, 15, 20 ou até 30 anos.

Logo em seguida, você deverá procurar o gerente da agência escolhida e apresentar seus documentos pessoais, comprovantes de renda e informar qual quantia pretende financiar. Essa providência permitirá que o Banco agilize a Análise de Crédito.  Geralmente o processo de aprovação dura de 30 a 40 dias.

3º Passo: Efetivação do Compromisso de Venda e Compra e Análise da documentação do imóvel :

Neste momento é bom contar com a ajuda de um especialista. Recomenda-se que um advogado analise todos os documentos, desde os referentes ao imóvel, ao processo de financiamento até os documentos dos vendedores.

O estudo da documentação imobiliária, que precede a aquisição do bem, tem dois objetivos principais: verificar e minimizar o grau de risco da aquisição e demonstrar, a boa-fé do adquirente. Muitos problemas podem ser evitados nesta fase. O objetivo nunca será inviabilizar negócios, mas sim orientar quanto às correções e precauções necessárias.

4º Passo: Análise dos Vendedores:

Neste momento é avaliada a situação dos vendedores. É muito importante verificar se há restrições que possam recair sobre o bem. Além disso, ao analisar a documentação o comprador pode antecipar correções e esclarecimentos, novamente agilizando o processo de financiamento.

Invariavelmente, a instituição financeira que cederá o crédito analisará toda a documentação apresentada. Porém, recomenda-se que o comprador tenha conhecimento de tudo, pois ele será o pleno proprietário do imóvel futuramente.

5º Passo: Análise detalhada do contrato de Financiamento

Nesta fase é hora de decidir sobre os detalhes do financiamento: o sistema de amortização e garantia, a forma de reajuste, se será ou não utilizado o FGTS. Deve-se tomar conhecimento de todas as tarifas cobradas pelo banco e negociar quando possível.

Após todas estas fases, presume-se que tudo deu certo: a escolha do banco e do imóvel, o fechamento do negócio com o compromisso de Compra e Venda, a Análise de todos os documentos e a obtenção do crédito. O próximo passo é planejar sua mudança, comemorar a conquista do imóvel próprio e ser feliz!

Caixa pretende expandir em 20% o crédito imobiliário em 2013

A previsão para o crescimento nas contratações de crédito imobiliário da Caixa Econômica Federal é 20% este ano, com elevação no saldo do crédito de 32%.

A estimativa foi feita nesta terça-feira durante a divulgação do balanço anual de 2012 da instituição financeira.

De acordo com Márcio Percival, vice-presidente da Caixa, os volumes de contratação imobiliária do ano passado, de R$ 106,7 bilhões, e o saldo de R$ 205,8 bilhões em dezembro de 2012, têm potencial para expandirem ainda mais em 2013. “Quando a gente compara isso com outras economias, a gente vê que isso ainda é pequeno. Estamos falando de alguma coisa em torno de 6% do PIB (Produto Interno Bruto)”, declarou.

Tendo em vista a previsão de que mais de 7 milhões de brasileiros pretendem comprar a sua residência nos próximos anos, Percival avalia que o mercado imobiliário brasileiro é ainda bastante pequeno e apresenta alto potencial de crescimento. “Estamos fazendo investimentos para que a gente possa continuar fazendo essa curva (de crescimento) de maneira consistente”, disse.

Embora a comparação entre os números de contratações imobiliárias de janeiro deste ano e o mesmo mês do ano passado aponte uma alta de 30%, Percival mostrou-se cauteloso quanto a novas previsões. “Pode ter sido uma situação atípica, a gente é conservador na nossa programação de crescimento. Mas, certamente, esses 20% (de crescimento no crédito imobiliário), é bastante provável que a gente chegue lá, pelos dados que nós temos”, disse.

A carteira de habitação teve, em 2012, aumento recorde de contratações, chegando a um crescimento de 34,6% na comparação com o mesmo período de 2011. De acordo com o balanço, o lucro líquido acumulado obtido pela Caixa Econômica Federal em 2012 chegou a R$ 6,1 bilhões, 17,1% mais do que em 2011.

Além da habitação, o saldo do financiamento de obras urbanas e de infraestrutura tiveram crescimento de 37,4%. Em dezembro de 2012, o saldo dessas operações alcançou R$ 23,9 bilhões. No ano passado, foram contratados R$ 34,6 bilhões (R$ 30 bilhões em infraestrutura e R$ 4,6 bilhões em saneamento), evolução de 67,5% em relação a 2011.

Fonte: Redimob

Caixa divulga orçamento de R$ 48,9 bi para FGTS em 2013

Cerca de R$ 20 bilhões irão para financiamentos a famílias no âmbito do Programa Nacional de Habitação Urbana, do “Minha Casa, Minha Vida”

A Caixa Econômica Federal publicou no Diário Oficial da União desta sexta-feira orçamento de R$ 48,9 bilhões para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) neste ano, comparado a R$ 47,65    bilhões destinados em 2012. Deste montante, R$ 20 bilhões serão voltados a concessão de financiamentos a pessoas físicas ou jurídicas, beneficiando famílias com renda mensal bruta até R$ 3.275 no âmbito do Programa Nacional de Habitação Urbana (PNHU), integrante do “Minha Casa, Minha Vida”.

Outros cerca de R$ 5 bilhões se destinam a produção ou aquisição de imóveis novos, também enquadrados no mesmo programa, além de R$ 120 milhões para financiamentos de imóveis em áreas rurais, dentro do Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR).

Ainda segundo a publicação, R$ 1 bilhão serão aplicados em financiamentos que não se enquadrem nos programas especificados. A Caixa estabeleceu também que até R$ 6 bilhões se destinarão a operações de crédito vinculadas à área orçamentária de Infraestrutura Urbana, referentes a empreendimentos de mobilidade urbana diretamente associados ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2).

Para execução de ações não inseridas no PAC, os recursos somam até R$ 1 bilhão de reais, alocados em nível nacional, acrescentou a instituição.

Fonte: O Globo