PALHOÇA: Prefeitura vai investir mais de R$ 20 milhões em obras de infraestrutura

Com foco nas obras de infraestrutura que fazem parte do ”Plano de Mobilidade Urbana” em Palhoça, especialmente corredores de ônibus, a Prefeitura de Palhoça e o Governo do Estado – presença do governador Raimundo Colombo – firmaram na quinta-feira do dia 10 de Setembro, um convênio no valor de R$ 20 milhões.

- “São investimentos que contribuem, principalmente, para a mobilidade urbana. Além de trazer mais dinamismo ao nosso município e possibilitar a pavimentação em importantes ruas”, destacou o prefeito Camilo Martins.

O recurso, proveniente do Financiamento firmado com a Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina, por meio do programa Badesc Cidades, viabiliza a revitalização de mais de 20 ruas e asfalto em cerca de dez corredores de ônibus. As obras nas ruas beneficiadas já estão em processo de licitação. “Os editais estão sendo publicados gradativamente, logo após a aprovação de cada projeto. Vamos realizar serviços de drenagem, pavimentação asfáltica e em paver. Os trabalhos devem terminar em até um ano após licitadas”, afirmou o secretário municipal de Infraestrutura, Eduardo Freccia.

- “Em um levantamento que realizamos em 2013 registramos mais de mil ruas sem pavimentação. Hoje já revitalizamos mais de 130 ruas em Palhoça e isso mostra o nosso comprometimento em fomentar a economia também nas comunidades, por meio de obras de infraestrutura. Buscamos recursos e programas que contribuem para a qualidade de vida das pessoas”, afirmou o prefeito Camilo Martins.

Obras palhocaMÃOS À OBRA

Uma iniciativa que tem contribuído para minimizar o déficit de pavimentação no município é o programa “Mãos dadas, mãos à obra!”. A parceria firmada entre a Prefeitura e a comunidade contribui para reduzir o tempo de conclusão e os gastos com a obra. Por meio do programa, a Prefeitura fornece suporte de Engenharia, projeto para drenagem e calçamento e o material necessário para a realização das obras. Em contrapartida, os moradores executam os serviços, normalmente com mutirões comunitários.

A operação ”Tapete Preto”, outra iniciativa apresentada pela Administração municipal, compreende um conjunto de projetos desenvolvidos pela Secretaria de Infraestrutura. Esta ação compreende a realização de melhorias em pontos estratégicos do sistema viário municipal e onde se concentram as principais linhas do transporte coletivo, como as localizadas nos bairros Aririú, Pacheco, Vila Nova, Barra e Rio Grande.

FONTE: Correio de Santa Catarina

Especialistas apontam os principais impactos do Plano Diretor no mercado imobiliário

Sul da Ilha é uma das áreas com maior restrição no número de pavimentos


Com a aprovação do novo Plano Diretor de Florianópolis, o mercado imobiliário da capital começa a sofrer alguns impactos. O mais visível deles é a paralisação na aprovação de projetos, além da queda significativa na venda de terrenos, causada pela insegurança diante das novas regras.

As principais mudanças ocorrem em algumas regiões turísticas, próximas da orla ou em regiões sem infraestrutura, com o estabelecimento do máximo de dois pavimentos. Esta mesma restrição já havia anteriormente em alguns locais, porém pilotis, áticos e sobrelojas não eram considerados na conta.

— Antes, com exceção da Lagoa, era possível construir até seis pavimentos em muitos locais da cidade. Verticalizar Florianópolis não é uma alternativa, como em outras cidades, porque temos problemas de infraestrutura. No primeiro momento, demos uma segurada nas construções, porém elas podem ser modificadas a partir dos planos setoriais. O Plano Diretor é um processo —
explica o superintendente do Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis (IPUF), Dalmo Vieira Filho.

As áreas de maior contenção estão no Sul da Ilha, onde predominam as construções de até dois pavimentos. Na Lagoa da Conceição, em boa parte dos Ingleses, Cachoeira do Bom Jesus, Canasvieiras, Jurerê e ao longo das rodovias SC’s, está previsto um crescimento moderado. O crescimento maior está focado no Centro, além de alguns bairros do Continente, ao longo da Via Expressa, Santa Mônica e Trindade. Outras áreas que ganham destaque neste Plano Diretor, conforme o superintendente, são Tapera, Costeira e Saco dos Limões, devido à Área de Urbanização Especial (AUE), que são grandes áreas que serão urbanizadas mediante a apresentação de plano conjunto. Além disso, há as áreas de Operação Urbana Consorciada (OUC), que estão concentradas principalmente no Saco dos Limões e na Via Expressa Sul, que exigem leis específicas e podem ter índices e ocupação do solo modificados de acordo com demandas do Poder Público Municipal e com a participação dos moradores.

Mesmo diante de todas estas mudanças Dalmo Vieira Filho, não acredita em um impacto no volume de construção, para ele, haverá uma valorização geral do metro quadrado construído, reflexo de uma cidade mais equilibrada.

Para o presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil da Grande Florianópolis (Sinduscon), Hélio Bairros, haverá um impacto negativo na construção civil em Florianópolis. Ele acredita que o  Plano é prejudicial para a economia, porque é muito subjetivo e burocrático.

— O Plano onera mais a construção, porque o metro construído fica mais caro devido à redução do coeficiente de aproveitamento. Ou seja, para atingir o gabarito acima do básico, o empreendedor terá que comprar índice da Prefeitura. Para compensar esse aumento de custo, deve haver a diminuição do valor dos terrenos.

Desde que o plano foi encaminhado para a Câmara de Vereadores, em outubro, houve um impacto negativo na venda de terrenos em Florianópolis, em função da desconfiança das construtoras. As imobiliárias também reclamam que ainda não estão sendo realizadas consultas de viabilidade e reuniões sobre o Plano Diretor com a Secretaria de Urbanismo e Serviços Públicos (SUSP).

Para Ricardo Fonseca, presidente da Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura em Santa Catarina (AsBEA/SC), há muitos pontos positivos no novo Plano Diretor, sendo a área continental, por exemplo, uma das maiores beneficiadas , em especial a região no entorno da Via Expressa e da Ivo Silveira . Ricardo aponta também como aspectos positivos, as delimitações mais claras para as áreas de preservação ambiental, e o incentivo do zoneamento com a permissão de áreas mistas (comercial e residencial) nos bairros, regularizando situações já existentes, como a do Santa Mônica.

Existe um receio inicial de que os escritórios de arquitetura e o setor da construção civil sofram alguma recessão neste primeiro semestre, pois as alterações do projeto devem direcionar a outras formas de crescimento imobiliário em Florianópolis.

Os impactos das mudanças do novo Plano Diretor devem começar a serem sentidos nos próximos cinco anos.

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Fonte da notícia: Diário Catarinense