Como decorar a casa gastando pouco

Como decorar a casa gastando pouco

Você acabou de se mudar, está super feliz com o novo espaço mas não sobrou para investir na decoração? Calma, temos a solução. Preparado para usar a criatividade?

Decorar gastando pouco é o desejo de todos, não é mesmo?! Seja para uma pequena mudança ou alterar completamente o ambiente. De qualquer maneira, é bom fazer um planejamento da intenção dos gastos e também dos caminhos decorativos.

Vamos ver algumas opções para você repaginar o seu lar.

A primeira coisa que deve saber é que os acessórios fazem toda a diferença na decoração. Por exemplo, se você possui um sofá neutro pode incrementá-lo com almofadas coloridas, com mantas, uma capa e já terá uma mudança considerável.

 

Na hora de escolher esses pequenos detalhes, não tenha medo de investir em cores mais chamativas e estampas diferentes, pois como são fáceis de serem trocados, sempre que houver a necessidade, você pode brincar com tonalidades mais marcantes, criando pontos de destaque no ambiente.

Uma boa pintura vai mudar o espaço, só é preciso lembrar que cores escuras deixam o lugar menor, então se o espaço for pequeno, o ideal será utilizar cores claras para ampliar o ambiente. Os tons neutros são a melhor alternativa para as paredes e também para os móveis maiores podendo ousar nas cores dos acessórios.

Outra opção para decorar gastando pouco é o uso de adesivos, são ótimos para dar personalidade ao lar. Além de baratos, você mesmo pode aplicar o material.

Após escolher os itens de tecidos, escolha o restante dos acessórios que irão compor o ambiente. Vasos, livros e bandejas são algumas opções que deixam a decoração mais sofisticada e também podem ser trocados com frequência.

Tijolos aparentes, fios e tubulações à mostra podem ser elementos da decoração. Integre-os e crie um estilo despojado. Pinte-os com cores vibrantes, cole adesivos e os exiba.

Se o orçamento é curto, procure por pisos vinílicos feitos à base de PVC. Eles são mais baratos e práticos. Alguns modelos funcionam com encaixe, dispensando o uso de cola para instalar.

Outro ponto positivo desse piso é a versatilidade, com texturas, cores e acabamentos diferentes, com opção para todos os estilos. O único porém é que o piso exige cuidado: é indicado aplicar feltro nas extremidades dos móveis para não machucar o material.

Pense bem antes de se desfazer daquele banco ou cadeira antiga. Com apenas uns retalhos de pano você pode deixar qualquer móvel com uma cara nova e super moderna.

Também pode optar por um efeito decoupage utilizando recortes de revista ou tiras de jornal. Basta aplicar com cola branca, e sempre com o auxílio de um pincel para deixar o material bem liso e esticado. Depois de revestir toda a superfície, aplique uma demão de verniz e pronto!

A iluminação é a maquiagem na decoração. Então invista em abajures, luminárias ou até mesmo em luzes de Natal para dar diferentes efeitos de iluminação indireta no seu cantinho.

Outro detalhe para mudar a decoração do seu quarto é a roupa de cama. Colocando um belo jogo, você já vai sentir a diferença do novo ambiente.

E para concluir as dicas de hoje, não podemos deixar de mencionar os pallets e caixotes de feira, pois continuam sendo uma ótima e econômica opção para renovar os espaços. Depois de ver tantas dicas é hora de colocar a mão na massa. Planeje com cuidado cada cômodo e anote os valores de tudo, pois mesmo gastando pouco se for renovar toda a casa o susto pode ser grande. ;)

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5 perguntas mais comuns de quem quer comprar um imóvel em tempos de crise

Duvida02Adquirir um imóvel é um passo grande, especialmente em tempos de crise. Uma vez que demanda de uma grande quantia de dinheiro e é uma decisão que deve ser muito bem pensada. Por outro lado, é exatamente em épocas como essa que se pode conseguir as melhores negociações e encontrar oportunidades inimagináveis.

O Especialista em negociações Imobiliárias, Rogério Santos, responde as dúvidas mais recorrentes que assombram quem quer ou tomou a decisão de
comprar uma casa nova. Confira:

1 – É um bom negócio comprar um imóvel de estoque?
Durante muito tempo, comprar um imóvel na planta foi considerado melhor, por permitir o acompanhamento da obra. Mas hoje, sabe-se que um bom negócio é feito unindo vários pontos a serem observados, de preço a qualidade de materiais. “A vantagem do imóvel novo, mas pronto, é que
torna possível avaliar a qualidade real do empreendimento antes de realizar a compra”, afirma Santos. A desvantagem sempre existe, como não conseguir exatamente o andar desejado no edifício. Mas as vantagens podem ser muito maiores.

2 – Preciso de ajuda? Ou posso me aventurar sozinho na negociação?
Se você não tem desenvoltura para realizar uma boa negociação ou tem dificuldade de escolher as melhores opções, procure um especialista. Não faltam consultores na área que podem encontrar o imóvel certo e conseguir os melhores preços e condições. Procure sempre profissionais credenciados, para evitar maiores transtornos.

3 – Devo desconfiar de um imóvel muito barato?
A compra de um imóvel jamais deve ser feita se resta alguma dúvida sobre qualidade, procedência e documentação. Principalmente quando o assunto é imóvel em estoque, que normalmente já está com preço promocional, é difícil diminuir ainda mais os valores. Há um ponto de equilíbrio que precisa ser respeitado. Por isso, desconfie sim de um imóvel com preço muito abaixo do mercado e peça ajuda a quem entende.

4 – É melhor esperar o mercado “melhorar”?
A tendência é que haja uma equalização, um equilíbrio entre oferta e procura e, aí, os preços devem subir. “É um bom momento para comprar, desde que se tenha condições reais e que seja possível escolher o imóvel mais correto para a necessidade de cada um”, ressalta.

5 – Como ter certeza de que estou realizando um bom negócio?
O que chamamos de um bom negócio pode ser visto tanto pelo lado mercadológico, quanto pessoal, e há muitas variáveis envolvidas. “O importante é estar satisfeito com o resultado final, com a certeza de que escolheu certo, teve a ajuda necessária e garantiu um negócio dentro do esperado”, explica Rogério. “Tempos considerados difíceis podem ser os melhores, para quem tem visão e consegue encontrar as melhores oportunidades”.

No caso de precisar vender seu imóvel, mesmo depreciado, negocie um prazo para dar uma parcela maior no imóvel novo e, assim, ter tempo de se desfazer do atual sem perder muito. No geral, os incorporadores são maleáveis a este tipo de negociação.

FONTE: InfoMoney

Preço dos imóveis ficará estável em 2015

fundo_imobiliario2Na opinião de corretores, construtoras e investidores de imóveis os preços no mercado imobiliário devem permanecer estáveis em 2015.

A informação faz parte de uma pesquisa realizada pelo classificado online de imóveis VivaReal para sondar as expectativas sobre o mercado imobiliário em 2015 diante do resultado das eleições presidenciais.

Foram consultadas 1.149 pessoas, sendo 93% anunciantes do site (corretores e construtoras) e 7% investidores. O objetivo do levantamento foi mostrar as perspectivas de profissionais, empresas e participantes ativos do mercado imobiliário, já que eles acompanham de perto as mudanças do setor.

De acordo com o estudo, 56% dos entrevistados acreditam que o valor dos imóveis ficará estável em 2015, enquanto 25% acreditam que os preços devem diminuir e 15% consideram que o preço deve aumentar.

Questionados sobre o número de transações de vendas e aluguéis no ano que vem, 38% disseram que o número deve diminuir, 26% acreditam que deve aumentar e 33% acham que as negociações devem permanecer estáveis.

Em relação ao apetite dos compradores, 39% acham que o número de pessoas interessadas em comprar ou alugar imóveis deve diminuir. Para 30% dos entrevistados, o número deve aumentar e 28% acham que o dado deve ficar estável.

“O sentimento é muito negativo em consequência do que aconteceu no último trimestre. Nesse período, os preços se mantiveram estáveis e a quantidade de vendas diminuiu. Os corretores sentem que o ritmo está mais devagar”, diz Lucas Vargas, diretor comercial do VivaReal.

Medidas do governo

A pesquisa também abordou a visão dos entrevistados sobre as polítivcas governamentais.

Questionados se, de forma geral, o mercado imobiliário deve melhorar, piorar ou permanecer estável no novo governo da presidente Dilma Rousseff, a maioria (46%) respondeu que deve piorar, 29% disseram que devem continuar igual e 22% acham que deve melhorar.

Em relação às expectativas sobre as políticas de financiamento imobiliário promovidas pelo governo: 44% acham que essas políticas devem ficar estáveis, 27% acreditam que devem aumentar e 26% consideram que devem diminuir.

Sobre as políticas públicas para habitação, 41% acreditam devem permanecer estáveis, 34% acham que deve aumentar e 21% acreditam que devem diminuir.

Os incentivos do governo a novos empreendimentos devem ficar estáveis para 37% dos entrevistados. Outros 31% acreditam que devem diminuir e 29% esperam que o incentivo aumente.

Apesar das expectativas negativas dos participantes do mercado, o diretor comercial do VivaReal não acredita que as condições do mercado irão piorar em 2015.

“Eu pessoalmente acredito que o mercado não vai cair. Por causa das eleições, as respostas ficam um pouco enviesadas e acabam sendo mais passionais do que racionais, mas no primeiro mandato a presidente fez uma série de políticas de incentivo ao mercado imobiliário e eu acredito que isso deve permanecer”, avalia Lucas Vargas.

Fonte: Exame

Construtoras desconhecidas ganham mercado com Minha Casa Minha Vida

ConstrruçãoElas apostaram alto no programa federal Minha Casa, Minha Vida e passaram a figurar entre as maiores construtoras do setor em número de unidades.

Já não é preciso muitas linhas para contar o que aconteceu com o mercado imobiliário brasileiro nos últimos anos. Do analista de banco no escritório ao corretor de imóveis nas ruas, a história é conhecida de cor e salteado: as grandes empresas correram para levantar dinheiro na bolsa de valores, saíram comprando terrenos e lançando empreendimentos numa velocidade inédita, partiram para cidades que não conheciam, venderam imóveis freneticamente, perderam o controle de tudo isso, tiveram prejuízos bilionários, perceberam que estava (quase) tudo errado e decidiram se reorganizar.

Enquanto esse enredo se desenhava, um grupo de empresas regionais escrevia uma história paralela. Praticamente desconhecidas nos grandes centros e dos investidores, essas construtoras seguiram, por convicção ou falta de oportunidade, distantes do mercado de capitais, e da pressão por resultado que a Bolsa impõe.

Muitas delas apostaram alto no programa federal Minha Casa, Minha Vida, lançado em 2009 para subsidiar a construção de casas populares, e passaram a figurar entre as maiores construtoras do setor em número de unidades. Há casos de empresas como a Curitibana Casa Alta que, com 87 canteiros de obra em atividade no ano passado, atingiu uma área total de 2,8 milhões de metros quadrados “em construção” no País, superior à de companhias como a Even e a Rossi e muito perto de Tecnisa e Brookfield, que trabalham com imóveis de médio e alto padrão.

Assim como a mineira Emccamp, a Casa Alta já divide espaço com gigantes no ranking de maiores construtoras do País: em cinco anos, o faturamento anual da empresa saltou de R$ 30 milhões para meio bilhão de reais. O número de funcionários foi multiplicado por 20, chegando a 4,7 mil.

‘Boom’

“O mercado imobiliário passou por uma avalanche de mudanças nos últimos anos”, disse Guilhermo Guirao Vidal, presidente da Inteligência Empresarial da Construção (ITC), consultoria que abastece fornecedores do setor com informações e é responsável pelo ranking, publicado anualmente. “Ao mesmo tempo em que esse movimento criou gigantes nacionais, reforçou a atuação de empresas menores, com presença regional.”

A Emccamp, fundada em Belo Horizonte há 40 anos, chegou a cogitar uma abertura de capital, contratou bancos e escritórios de advocacia, mas desistiu. “Não conseguiríamos entregar o que os investidores estavam cobrando das construtoras: volume e crescimento rápido”, diz André Campos, vice-presidente executivo e filho de um dos dois fundadores. “A filosofia do mercado financeiro não era a nossa.” Hoje, olhando para trás, ele se gaba da decisão tomada pela família.

A empresa conseguiu manter a operação sob controle, ao contrário do que aconteceu com as rivais de maior porte. Os 12 canteiros de obra com empreendimentos do Minha Casa estão a uma hora de distância de avião da sede e são visitados semanalmente pelo pai de André, Eduardo Pinheiro Campos. Em 2012, quando cinco das maiores empresas de capital aberto do setor registraram, juntas, um prejuízo de quase R$ 3 bilhões, a Emccamp lucrou R$ 43,8 milhões. Em 2013, os ganhos somaram R$ 65 milhões, segundo balanço publicado pela empresa.

Desde sua origem, a construtora mineira trabalha com habitação popular e é este segmento que vai garantir a ela, neste ano, um faturamento de R$ 550 milhões. “Nos organizamos para passar pelo ano eleitoral sem problemas, já que dependemos do Minha Casa, Minha Vida”, diz André. Segundo ele, a empresa garantiu a construção de unidades que somam um valor R$ 1 bilhão no próximo um ano e meio.

Desafios

Entre as grandes, as que mais se destacaram no segmento de habitação econômica foram as mineiras MRV e Direcional, com receita de R$ 3,8 bilhões e R$ 1,7 bilhão no ano passado. Outras empresas de capital aberto chegaram a se aventurar nesse terreno, de margens de lucro muito baixas, mas desistiram. A Rodobens, por exemplo, que teve 100% do negócio concentrado no Minha Casa, em 2010, entregou o último empreendimento ligado ao programa em Dezembro do ano passado, abandonando completamente a estratégia. “Era inviável financeiramente”, diz o presidente Marcelo Borges. Ex-executivo do Santander, ele assumiu a Rodobens Negócios Imobiliários no fim de 2010 com a missão de salvar a companhia.

A saída encontrada foi abandonar o programa do governo. “Éramos monocliente, monoproduto, monobanco e monoterreno. O risco era altíssimo”, brinca, depois da mega reestruturação que levou a empresa novamente para o médio padrão – e para o azul.

Um dos grandes desafios encontrados pela Rodobens e por companhias que não estavam habituadas a lidar com a população de baixa renda era o financiamento. Ao longo da obra, as famílias perdiam capacidade de financiar o imóvel e eram recusadas pelo banco – o que resultava nos chamados distratos. Em média, Borges diz que uma mesma unidade chegava a ser vendida quatro vezes, para compradores diferentes.

A dificuldade das grandes incorporadoras abriu espaço para empresas menores, que dominavam o relacionamento com os bancos públicos, financiadores do programa, e que investiram em tecnologia para ganhar escala e fazer a conta fechar. “Hoje, essas empresas não assentam mais tijolo”, diz José Carlos Rodrigues Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Elas importam formas de alumínio da China e preenchem o espaço com cimento – método que reduz de quatro para um mês a construção de um prédio de cinco andares e exige um terço da mão-de-obra.

Econômico

Segundo o CBIC, 85% das 2,4 mil construtoras que atuam no Minha Casa Minha Vida são pequenas e médias. Elas entraram na disputa pelas 3,4 milhões de unidades que foram contratadas entre 2009 e junho deste ano. Embora os dados do mercado imobiliário sejam escassos, pesquisas isoladas dão uma ideia de que a crise, de certa forma, poupou os empreendimentos econômicos, fazendo com que as companhias que se dedicaram a esse segmento sofressem menos com a crise até aqui.

Um levantamento da imobiliária Lopes mostra que unidades com preço inferior a R$ 199 mil representam apenas 6% dos imóveis em estoque em São Paulo. Entre as unidades de R$ 400 mil a R$ 699 mil, 23% não foram vendidas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Infomoney

Ministro Guido Mantega anuncia medidas para estimular Crédito Imobiliário

Medidas anunciadas pelo ministro da Fazenda entrarão em  vigor  gradativamente.

Medidas anunciadas pelo ministro da Fazenda entrarão em vigor gradativamente.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou, há pouco, medidas que facilitarão o crédito imobiliário e reduzirão a inadimplência. As ações envolvem a simplificação jurídica, a criação de títulos com isenção de Imposto de Renda e o fortalecimento de garantias.

As ações entrarão em vigor gradualmente. Segundo Mantega, o governo editará duas medidas provisórias, resoluções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e fará emendas a projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional.

A primeira medida envolve a simplificação da aquisição de imóveis, cujas informações passarão a ser centralizadas em um único cartório, evitando transtornos como a compra de um imóvel com processo na Justiça. De acordo com Mantega, a centralização reduzirá os custos operacionais e acelerará o processo de compra e concessão de financiamentos imobiliários. A medida provisória com a alteração deve sair até o início da próxima semana.

O governo também lançará uma nova modalidade de títulos privados para fornecer recursos para os financiamentos imobiliários. Chamado de Letra Imobiliária Garantida, o novo papel será emitido pelos bancos e terá isenção de Imposto de Renda e dupla garantia, com cobertura da instituição financeira emissora e carteira imobiliária separada dos demais ativos do banco, caso a instituição seja liquidada. Investidores estrangeiros também poderão comprar o papel.

O novo título complementará as letras de Crédito Imobiliário (LCI), que atualmente movimentam R$ 100 bilhões. “O novo papel tem vantagens em relação à LCI porque tem mais garantias e está dentro dos padrões internacionais, o que permite que a poupança estrangeira passe a financiar a aquisição de imóveis no Brasil”, disse o ministro. A criação do título depende de medida provisória.

O governo também anunciou um incentivo para que imóveis quitados sejam usados como garantia em qualquer tipo de operação de crédito. Agora, até 3% dos recursos da caderneta de poupança aplicados no mercado imobiliário poderão ser usados para operações de crédito, de qualquer finalidade, que tenham imóveis quitados como garantia. De acordo com o Ministério da Fazenda, a medida poderá gerar até R$ 16 bilhões em novas operações. A mudança passa a valer a partir quando o governo editar resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN).

Além de estimular o crédito imobiliário, o governo incentivará o crédito consignado privado. Atualmente, a maior parte do crédito consignado (com desconto na folha de pagamento) é concedido a aposentados e a servidores públicos. Para os trabalhadores privados, essa modalidade de crédito não decolou, segundo Mantega, porque, muitas vezes, as empresas trocam de banco por meio do qual pagam os salários dos empregados.

Agora, o tomador do crédito poderá autorizar a instituição financeira a debitar o valor da prestação no mesmo momento em que o salário é depositado na conta corrente. Hoje, a  empresa desconta a parcela do salário do empregado e repassa o dinheiro para o banco que concedeu o empréstimo num momento posterior.

De acordo com o ministro, na prática, a medida permite que a empresa troque de banco para o pagamento dos salários, mas a conta que recebeu o empréstimo deve permanecer na instituição financeira original. A mudança será implementada por meio de medida provisória.

O governo facilitou ainda a tomada de bens móveis (carros, caminhonetes, caminhões, ônibus, tratores e máquinas) pelos bancos em caso de inadimplência. O tomador do empréstimo poderá autorizar diretamente a recuperação do bem financiado em caso de inadimplência, dispensando ações na Justiça. Segundo Mantega, a mudança será feita por meio de emenda a projetos de lei em tramitação no Congresso e permitirá que os bons pagadores consigam financiamentos com juros mais baixos e maior segurança jurídica.

A equipe econômica também decidiu simplificar a recuperação tributária de crédito em atraso. As instituições financeiras não precisarão mais entrar na Justiça para pedir a dedução de tributos referentes a prejuízos com empréstimos em inadimplência. A medida beneficiará operações de crédito de qualquer modalidade sem garantia de até R$ 100 mil e operações com garantia de até R$ 50 mil. Acima desses valores, continua a necessidade de pedido judicial. A nova regra depende de medida provisória para passar a valer.

De acordo com Mantega, as medidas contribuirão para aumentar a produtividade da economia e melhorar a competitividade do sistema financeiro. “As medidas melhoram a regulação do crédito brasileiro. O que todo mundo quer no Brasil é aumentar a competitividade, reduzir custos e simplificar as transações”, explicou.

 

 

Fonte: Agencia Brasil

Especialistas apontam os principais impactos do Plano Diretor no mercado imobiliário

Sul da Ilha é uma das áreas com maior restrição no número de pavimentos


Com a aprovação do novo Plano Diretor de Florianópolis, o mercado imobiliário da capital começa a sofrer alguns impactos. O mais visível deles é a paralisação na aprovação de projetos, além da queda significativa na venda de terrenos, causada pela insegurança diante das novas regras.

As principais mudanças ocorrem em algumas regiões turísticas, próximas da orla ou em regiões sem infraestrutura, com o estabelecimento do máximo de dois pavimentos. Esta mesma restrição já havia anteriormente em alguns locais, porém pilotis, áticos e sobrelojas não eram considerados na conta.

— Antes, com exceção da Lagoa, era possível construir até seis pavimentos em muitos locais da cidade. Verticalizar Florianópolis não é uma alternativa, como em outras cidades, porque temos problemas de infraestrutura. No primeiro momento, demos uma segurada nas construções, porém elas podem ser modificadas a partir dos planos setoriais. O Plano Diretor é um processo —
explica o superintendente do Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis (IPUF), Dalmo Vieira Filho.

As áreas de maior contenção estão no Sul da Ilha, onde predominam as construções de até dois pavimentos. Na Lagoa da Conceição, em boa parte dos Ingleses, Cachoeira do Bom Jesus, Canasvieiras, Jurerê e ao longo das rodovias SC’s, está previsto um crescimento moderado. O crescimento maior está focado no Centro, além de alguns bairros do Continente, ao longo da Via Expressa, Santa Mônica e Trindade. Outras áreas que ganham destaque neste Plano Diretor, conforme o superintendente, são Tapera, Costeira e Saco dos Limões, devido à Área de Urbanização Especial (AUE), que são grandes áreas que serão urbanizadas mediante a apresentação de plano conjunto. Além disso, há as áreas de Operação Urbana Consorciada (OUC), que estão concentradas principalmente no Saco dos Limões e na Via Expressa Sul, que exigem leis específicas e podem ter índices e ocupação do solo modificados de acordo com demandas do Poder Público Municipal e com a participação dos moradores.

Mesmo diante de todas estas mudanças Dalmo Vieira Filho, não acredita em um impacto no volume de construção, para ele, haverá uma valorização geral do metro quadrado construído, reflexo de uma cidade mais equilibrada.

Para o presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil da Grande Florianópolis (Sinduscon), Hélio Bairros, haverá um impacto negativo na construção civil em Florianópolis. Ele acredita que o  Plano é prejudicial para a economia, porque é muito subjetivo e burocrático.

— O Plano onera mais a construção, porque o metro construído fica mais caro devido à redução do coeficiente de aproveitamento. Ou seja, para atingir o gabarito acima do básico, o empreendedor terá que comprar índice da Prefeitura. Para compensar esse aumento de custo, deve haver a diminuição do valor dos terrenos.

Desde que o plano foi encaminhado para a Câmara de Vereadores, em outubro, houve um impacto negativo na venda de terrenos em Florianópolis, em função da desconfiança das construtoras. As imobiliárias também reclamam que ainda não estão sendo realizadas consultas de viabilidade e reuniões sobre o Plano Diretor com a Secretaria de Urbanismo e Serviços Públicos (SUSP).

Para Ricardo Fonseca, presidente da Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura em Santa Catarina (AsBEA/SC), há muitos pontos positivos no novo Plano Diretor, sendo a área continental, por exemplo, uma das maiores beneficiadas , em especial a região no entorno da Via Expressa e da Ivo Silveira . Ricardo aponta também como aspectos positivos, as delimitações mais claras para as áreas de preservação ambiental, e o incentivo do zoneamento com a permissão de áreas mistas (comercial e residencial) nos bairros, regularizando situações já existentes, como a do Santa Mônica.

Existe um receio inicial de que os escritórios de arquitetura e o setor da construção civil sofram alguma recessão neste primeiro semestre, pois as alterações do projeto devem direcionar a outras formas de crescimento imobiliário em Florianópolis.

Os impactos das mudanças do novo Plano Diretor devem começar a serem sentidos nos próximos cinco anos.

A construtora Konkreta tem seus empreendimentos concentrados em ótimas localizações, na região de Palhoça. Conheça nossos empreendimentos no Site: http://www.konkreta.com.br/site/site/
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Fonte da notícia: Diário Catarinense

Otimismo para o mercado imobiliário em 2014

O empresário do setor imobiliário foi reeleito recentemente presidente do Sindicato do Mercado Imobiliário entre as ações de destaque, o sucesso do 8º Salão do Imóvel e o 9º Feirão Caixa da Casa Própria deste ano como fator de otimismo para continuar na gestão do sindicato. Para o próximo ano, adianta que o sindicato pretende oferecer cursos e palestras profissionalizantes voltadas para o segmento, com foco no desenvolvimento imobiliário da região, tanto em locação quanto em venda de imóveis e loteamentos.

Durante esta primeira gestão quais as ações promovidas pelo sindicato que tiveram maior destaque? Por quê?

O sindicato promoveu diversas ações, sento que dentre elas, a de maior ênfase e representatividade para o segmento imobiliário na região foi o Salão do Imóvel e Feirão Caixa da Casa Própria.

Como é avaliado o Salão do Imóvel e Feirão Caixa deste ano? E qual a perspectiva para a próxima edição dos eventos?

O Salão do imóvel e o Feirão Caixa já são eventos consolidados, sendo referência no setor imobiliário em âmbito regional e estadual.  A 8ª edição do Salão do Imóvel e o 9º Feirão Caixa da Casa Própria foi novamente um sucesso, refletindo a boa fase que vive o mercado imobiliário. O volume de público e de negócios superou as expectativas. Estamos otimistas em relação à próxima edição, as imobiliárias estão trabalhando para ampliar o volume e a diversidade de ofertas para atender a demanda do público visitante. Nosso objetivo é manter os eventos nessa posição de destaque e com otimismo para prospecção de novos negócios.

A construtora Konkreta participa do feirão da caixa que levamos até o evento nossos empreendimentos, assim podemos estar apresentando aos nossos clientes bons empreendimentos ou também pelo nosso Site: http://www.konkreta.com.br/site/site/

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O mercado imobiliário brasileiro

Desde 2005, o mercado imobiliário brasileiro vem vivenciando um forte crescimento, apoiado, principalmente, em um cenário de estabilidade da economia e em políticas de incentivo ao crédito imobiliário.

O desenvolvimento e a estabilização da economia, assim como a redução das taxas de juros nos últimos anos facilitam o acesso de uma grande parcela da população ao crédito imobiliário. O fato do percentual deste crédito ainda ser pequeno em relação ao PIB do Brasil (cerca de quatro por cento), indica que ainda há grande espaço para crescimento, algo muito favorável para quem deseja investir neste mercado. A redução das taxas de juros e uma política de incentivo ao crédito imobiliário aumentam a capacidade de compra dos pequenos investidores e tornam o investimento em imóveis mais atraentes para quem deseja aumentar seu patrimônio financeiro. Em paralelo, a redução do desemprego e a estabilidade da economia proporcionam a confiança necessária para a compra de imóveis e outros investimentos de longo prazo.

Demanda crescente por imóveis no Brasil

Apesar do forte crescimento dos últimos anos, as expectativas para este mercado ainda são bastante positivas. O déficit habitacional está estimado em seis milhões de moradias. Além disso, as predominâncias de umas jovens populações economicamente ativas e as reduções crescentes do tamanho das famílias geram uma demanda de 1,2 a 1,5 milhões de novas moradias por ano.

Mudança no perfil da população brasileira

A mudança no perfil da população brasileira também é um importante fator para manter o potencial de crescimento do mercado imobiliário. Hoje, o planejamento familiar é diferente e grande parte dos jovens já possuem poder aquisitivo suficiente para investir na aquisição de seu primeiro imóvel antes dos trinta e cinco anos de idade. Além disso, famílias menores tendem também a aumentar a necessidade por imóveis, alavancando o potencial do mercado imobiliário.

Facilidade de acesso ao mercado imobiliário

A renda mínima necessária para se adquirir um financiamento imobiliário foi bastante reduzida ao longo dos anos. Em 2005, quando o salário mínimo era de R$ 300,00 e não havia qualquer incentivo ou condição macroeconômica para uma política de crédito imobiliário, eram necessários uma renda familiar de pelo menos quinze salários mínimos para aquisição de um imóvel.

O desenvolvimento e a estabilização da economia, além da redução das taxas de juros nos últimos anos, facilitaram o acesso de uma grande parcela da população ao crédito imobiliário. Atualmente, é necessário uma renda familiar de apenas cinco salários mínimos para aquisição de um imóvel através do crédito imobiliário.

A construtora Konkreta tem um grande desenvolvimento imobiliário conheça nossos empreendimentos no Site: http://www.konkreta.com.br/site/site/ ou agende uma visita aos nossos empreendimentos no Tel: (48)3242-9900